terça-feira, abril 18, 2006

Lançamento MinervaCoimbra


A Presidente da Câmara Municipal de Miranda do Corvo, Dra. Fátima Ramos, as Edições MinervaCoimbra e o Autor, têm o prazer de convidar para o lançamento do livro "COVSEIRO DE MYRANDA", de Edgard Panão.



A apresentação será feita pela Professora Doutora Maria José Azevedo Santos (Professora da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra e Directora do Arquivo da Universidade de Coimbra).

A sessão realizar-se-á no próximo dia 22 de Abril, sábado, pelas 17 horas, no Auditório da Câmara Municipal de Miranda do Corvo.

domingo, abril 09, 2006

Vivência do provedor em livro

«A geração da ética», da autoria de Fernando Martins, foi lançado na Fnac do Norteshopping. A cerimónia, que contou com a presença de alguns jornalistas, serviu para abordar alguns dos problemas do jornalismo. A apresentação do livro ficou a cargo de José Leite Pereira.


Rui Almeida

O lançamento do livro «A geração da ética», da autoria de Fernando Martins, com a chancela das Edições Minerva Coimbra, decorreu, anteontem, em ambiente descontraído, no café da Fnac do Norteshopping.
A apresentação da obra esteve a cargo de José Leite Pereira, director do Jornal de Notícias. O director aproveitou a oportunidade para falar do jornalismo e dos problemas que hoje se colocam à profissão. O sensacionalismo é, na opinião de José Leite Pereira, um dos problemas com que os jornais se deparam. Contudo, o director defendeu que o jornal que dirige é um “jornal popular de qualidade”, ou seja, “trata de qualquer matéria, mas sem aproveitamento das emoções”, definiu.
O risco de um jornalismo justiceiro foi o segundo problema abordado pelo responsável do JN. No entanto, considerou “preponderante” a acção dos provedores dos leitores na denúncia desse risco.
Por fim, José Leite Pereira considerou as fontes anónimas “um mal necessário”. No entanto, o director salientou que “não podem ser a única forma de fazer notícias”. Até porque, no seu entender, “a correcção de um erro nunca corrige o mal que ficou para trás”.

Três anos em livro
«A geração da ética» foi fruto dos três anos em que Fernando Martins exerceu a função de provedor do leitor no Jornal de Notícias. Durante a apresentação da obra, Fernando Martins sublinhou que, enquanto provedor do leitor, sempre tentou “alertar a consciência” dos seus colegas para a “palavra tornada pública”. A qual, no seu entender, é uma “arma poderosíssima” que, por vezes, é utilizada com “enorme leviandade”. O jornalista comparou a função de provedor à do “grilo falante do pinóquio”. O ex-provedor sublinhou, ainda, a inexistência, hoje, nas redacções, de uma “faixa intermédia” para zelar pelo “respeito das normas deontológicas”. Esta necessidade, segundo Fernando Martins, prende-se, também, com o facto de os “editores estarem mais preocupados com o grafismo” do que em “lerem as notícias”.

Conversa de café
A cerimónia contou com a presença de alguns jornalistas. Em resposta a Alfredo Maia, presidente do Sindicato dos Jornalistas, Fernando Martins considerou não ter sentido “nenhum constrangimento” pelo facto de ter assumido o cargo de provedor após abandonar a direcção do JN. Auscultar o conselho de redacção, segundo Fernando Martins, “enriqueceu” as crónicas que escreveu enquanto provedor.
Outra das presenças, Nassalete Miranda, directora de O PRIMEIRO DE JANEIRO, manifestou o apreço pelo facto de o lançamento de um livro se ter transformado em tertúlia. E enalteceu, ainda, a capacidade de Fernando Martins de não fazer da ética, apenas, uma “figura de retórica”.

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Discussão
Jornalistas na ordem
A apresentação serviu como pretexto para a discussão de alguns dos problemas do jornalismo actual. Fernando Martins defendeu a criação de uma ordem dos jornalistas. “Zelar pelas questões deontológicas”, numa altura em que “exercício da profissão se alterou”, foi o argumento apontado pelo autor do livro.
Pelo contrário, Alfredo Maia manifestou-se contra essa ideia, porque a entrada na ordem é obrigatória. E acrescentou: “A mim arrepia-me fazer qualquer coisa por obrigação”.
Em declarações a O PRIMEIRO DE JANEIRO, Fernando Martins considerou que a “democracia, através da liberdade de imprensa, começa a estar ameaçada”, perante a concentração que se vive, hoje, ao nível dos meios de comunicação social.


O Primeiro de Janeiro

sexta-feira, abril 07, 2006

Serão de poesia na Minerva



As Edições MinervaCoimbra apresentaram duas novas obras da Colecção Poesia Minerva. Trata-se de “Dois dias e um serão no Inferno”, da autoria de Delfim Leão, e “Sólon: Estadista, Poeta e Sábio”, com tradução também de Delfim Leão e o apoio do Centro de Estudos Clássicos e Humanísticos da FLUC.


Apresentado por José Carlos Seabra Pereira, “Dois dias e um serão no Inferno” confirma um processo de desdobramento da criatividade poética de Delfim Leão, mas também uma evolução para um grau superior de realização estético-literária. Mas o que há de mais surpreendente nesse processo de evolução, segundo Seabra Pereira, “é que me parece que não é a forma de evolução mais comum”. Os poetas parecem realizar um caminho de maturação contínua, mas Delfim Leão tem “surpreendido”, porque “há uma sensação de estranheza porque a evolução apresenta uma certa descontinuidade”, em relação aos dois livros anteriores.


Além deste aspecto, este livro vem confirmar, “apesar do título tão quente”, que Delfim Leão “não faz um convite a qualquer vício de voyeurismo” já que se torna logo patente que o poeta tem concepção intelectualista.
Para Seabra Pereira, os poemas de “Dois dias e um serão no Inferno” só merecem ser lidos “por um leitor que perceba que não pode curar da sinceridade emotiva do autor, mas da autenticidade artística da obra”.


José Ribeiro Ferreira, por seu turno apresentou a obra “Sólon: Estadista, Poeta e Sábio”, que reúne fragmentos poéticos do autor clássico grego. Segundo o professor, Delfim Leão tem centrado a sua investigação no âmbito do Direito grego, onde se inclui Sólon, mas também no âmbito do drama e na defesa das línguas clássicas.


Sólon é, neste caso, um dos dois autores – juntamente com Petrónio – que têm dominado a carreira de investigador de Delfim Leão, cujas traduções têm sido “versões, exactas, escorreitas, rigorosas, fiéis, vivas, elegantes e fluentes”, segundo afirmou Ribeiro Ferreira. Qualidades também presentes nesta obra.
Numa primeira parte do livro, o tradutor aborda os principais problemas suscitados pela obra poética de Sólon e a escassez desse corpus poético que chegou aos nossos dias. “Material muito importante para estudar quer a obra do autor, quer a época”, referiu o apresentador.
Numa segunda parte, então, são reproduzidos os fragmentos poéticos de Sólon, “um poeta que sabe aproveitar de forma original a tradição, e que se distingue pela vivacidade das suas metáforas”.


A encerrar a sessão, Delfim Leão salientou a sua “abordagem cerebral” da escrita, revelando que não escreve poemas avulso, que depois reúne em colectânea, mas sim escreve um livro como unidade, seguindo uma série de passos. Daí que a primeira chave para a leitura dos seus livros seja o próprio índice. Este é, ainda segundo o autor, “o derradeiro livro de poesia”, já que não pensa escrever mais, antecedendo, no entanto, a escolha de outros estilos.

quinta-feira, abril 06, 2006

As coisas não têm paz



Decorreu na Livraria Minerva, no âmbito das Terças-feiras de Minerva, mais uma sessão da primeira parte do Ciclo da Arte, co-organizado com a Escola Universitária das Artes de Coimbra.
O convidado foi Lucio Magri, professor da EUAC, que falou sobre design sob o título “As coisas não têm paz”. Partindo de uma cadeira, Lucio Magri usou sobretudo imagens para falar das “coisas”, e fazer uma breve história do design industrial.


Do conjunto de experiências a que se chama design industrial, pode dizer-se que ainda não tem história própria. Uma carência que pode ser explicada de várias maneiras, todas reconduzíveis numa postura ideológica em relação ao estudo de uma matéria que depende quase exclusivamente da força das coisas.


“O design é, simplesmente, a força das coisas”, referiu Lucio Magri. Aliás, continuou, uma das polémicas entre a arquitectura e o design, reside no facto de que a história de ambos está permanentemente ligada, embora os arquitectos considerem o design uma parte menor da história da arquitectura. Mas para Lucio Magri, “sempre que a arquitectura deixou as casas, foi um fracasso, enquanto o design não”.
No entanto, não se sabe muito bem quando é começa a história do design, mas poderá considerar-se que começa quando o homem começa a fazer máquinas e utensílios, usando para isso outras máquinas e utensílios, o que reporta à pré-história.


A apresentação do palestrante foi feita por Paula Trigueiros. Lucio Magri é licenciado em Design pelo Instituto Politécnico de Milão e tem o doutoramento em arquitectura de interiores. Está ligado ainda aquele instituto como docente, e em Portugal, exerceu funções de docente na Universidade Lusófona, estando actualmente na EUAC.
Carlos Sá Furtado, presidente da EUAC, congratulou-se pelo sucesso desta primeira parte do Ciclo da Arte, que oportunamente continuará com mais sessões.

segunda-feira, abril 03, 2006

Só a exigência pode conduzir à qualidade


Na próxima sexta-feira realiza-se, na Fnac NorteShopping, o lançamento do livro «A Geração da Ética», da autoria de Fernando Martins. Com a chancela das Edições MinervaCoimbra, a apresentação estará a cargo de José Leite Pereira.
A abertura, em Portugal, dos canais privados de Televisão, deu origem a todo um ciclo que começou pela disputa do bolo da publicidade e que se espera que regresse à postura profissional e cívica dos tempos em que nem a informação-espectáculo representava uma ameaça, nem a sede de protagonismo dos diversos agentes da comunicação tinha, ainda, feito da verdade e da honra degraus espezinhados na corrida pelas audiências.
Os outros “media” não escaparam à verdadeira pandemia que, no entanto, foi mais benévola nos efeitos sobre as rádios e sobre os jornais. Tudo isto numa altura em que, em nome das crises, as redacções passaram por profundas renovações, de entre as quais se destaca um rejuvenescimento excessivo e mal enquadrado. Também foi uma altura em que parece ter nascido a geração da Ética, sob um manto de preocupações nem sempre próximas.
É precisamente desta experiência de quase quatro anos que fala «A Geração da Ética», de Fernando Martins. Uma obra que mais não pretende do que ser um testemunho que conduzirá, decerto, a conclusões diversas, e cujo estudo espera, o autor, seja aproveitado não só pelos jovens jornalistas, mas por todos os outros que fazem parte da sociedade da comunicação, em que só o exercício permanente da exigência, da responsabilização, pode conduzir à qualidade desejada.
A sessão de lançamento está marcada para sexta-feira, dia 7 de Abril, às 21h30, na Fnac NorteShopping, estando a apresentação sob a responsabilidade de José Leite Pereira, director do Jornal de Notícias, que foi, entre os grandes jornais de informação geral, o terceiro a disponibilizar aos leitores essa importante porta diálogo, tendo sido Fernando Martins o seu primeiro news ombudsman.

O Primeiro de Janeiro

Exposição de solidariedade a favor da Unidade de Tumores do Aparelho Locomotor, Serviço de Ortopedia-HUC















Foi inaugurada hoje, pelas 12 horas no Átrio principal, piso 0 (Hospital), com a presença do Senhor Presidente do Conselho de Administração, Prof. Doutor Agostinho Almeida Santos, Prof. Doutor Abel Nascimento (Director do Serviço de Ortopedia), Dr. José Portela (Chefe de Serviço concursado da UTAL), entre outros.

Os artistas participantes são: ANTÓNIO PAIVA, ARMÉNIO DINIZ, COLETTE VILATTE, CRISTINA CORTEZ, ISABEL DIAS, JUDITE ANTUNES, LÚCIA MAIA, LUIS SEQUEIRA, MANUEL OLIVEIRA, MARIA JOÃO FRANCO, MARÍLIA ABREU, MÁRIO SILVA, MINDA LAVADO, PEDRO OLAYO (FILHO), PINHO DINIS, REBELO, RUI CUNHA, SANTIAGO RIBEIRO E VASCO BERARDO.

Esta iniciativa contou com a organização de Carmen Cruz (Apoio Psicopedagógico da UTAL), José Portela, Santiago Ribeiro e Isabel de Carvalho Garcia e o apoio da Unidade de Tumores do Aparelho Locomotor-Serviço de Ortopedia-HUC e Galeria Minerva.

Convidam-se os utentes, seus familiares e amigos, médicos, enfermeiros, todos os profissionais de saúde e a COMUNIDADE EM GERAL a participarem na inauguração e a visitar a exposição até ao próximo dia 07 de Abril. O produto da venda das obras reverte integralmente a favor da UTAL.

















Este movimento espontâneo de solidariedade teve o seu início no Natal de 2005. Carmen Cruz (do Gabinete Psicopedagógico da UTAL), contactou Isabel de Carvalho Garcia expondo-lhe a sua preocupação pelas carências existentes na unidade, tendo solicitado algum apoio para a festa de Natal que estavam a organizar.

Isabel Garcia desafiou Carmen Cruz e José Portela para estarem presentes e participarem na inauguração da exposição do Mestre Pinho Dinis. Depois de ouvirem José Portela que de uma forma sentida exprimiu as suas inquietações, de imediato surgiu um movimento espontâneo de solidariedade encabeçado por Santiago Ribeiro.















Ao participarem na festa de Natal, os artistas presentes manifestaram ao chefe de serviço a sua inteira disponibilidade para um projecto de continuidade. Este projecto com a colaboração e boa vontade de todos os artistas muito poderá contribuir a favor da UTAL quer no âmbito das amenidades e qualidade de vida para os doentes, quer no que concerne às técnicas de trabalho e investigação clínica, constituindo-se assim um verdadeiro movimento "ecológico-social".

Os artistas presentes na festa de Natal da UTAL sentiram, que a partilha de afectos e sentimentos, a vivência do contexto de vida do doente oncológico, os levaria de livre e espontânea vontade a um movimento de solidariedade.

A Organização

domingo, abril 02, 2006

A GERAÇÃO DA ÉTICA

As Edições MinervaCoimbra, o Director da Colecção Comunicação, Mário Mesquita, e a FNAC, têm o prazer de convidar
para o lançamento do livro

A GERAÇÃO DA ÉTICA

de Fernando Martins

A apresentação será feita pelo Dr. José Leite Pereira
(Director do Jornal de Notícias)

A sessão realiza-se no próximo dia 7 de Abril, pelas 21h30 horas,
na FNAC NorteShopping, Centro Comercial NorteShopping,
Rua Sara Afonso, 105-117, loja 206, Matosinhos.



O Livro:

A abertura, no nosso país, dos canais privados de Televisão, deu origem a todo um ciclo que começou pela disputa do bolo da publicidade e que se espera que regresse à postura profissional e cívica dos tempos em que nem a informação-espectáculo representava uma ameaça, nem a sede de protagonismo dos diversos agentes da comunicação tinha, ainda, feito da verdade e da honra degraus espezinhados na corrida pelas audiências.

Os outros “media” não escaparam à verdadeira pandemia que, reconheça-se, foi mais benévola nos efeitos sobre as rádios e sobre os jornais - tudo isto numa altura em que, em nome das crises, as redacções passaram por profundas renovações, de entre as quais se destaca um rejuvenescimento excessivo e mal enquadrado.

Os desvios, principalmente os de natureza deontológica, caíram na praça pública, onde a crítica, algumas vezes, não conseguiu esconder apetites censórios. Foi a altura em que parece ter nascido a geração da Ética, sob um manto de preocupações nem sempre próximas. A vontade autêntica de resolver problemas andou (e anda, ainda) muitas vezes a par de objectivos de marketing e até de mera cenografia.

Apareceram, beneficiando do prestígio do pioneiro Provedor de Justiça, mais e mais provedores.

Os dos leitores também.

O “Jornal de Notícias” foi, entre os grandes jornais de informação geral, o terceiro a disponibilizar aos leitores essa importante porta diálogo, tendo o Autor sido o seu primeiro news ombudsman. Dessa experiência de quase quatro anos fala esta obra, que mais não pretende ser do que um testemunho que conduzirá, decerto, a conclusões diversas, e cujo estudo espero possa aproveitar não só aos jovens jornalistas, mas a todos os outros que fazem parte desta sociedade da comunicação, em que só o exercício permanente da exigência, da responsabilização, pode conduzir à qualidade desejada.



O Autor:

FERNANDO MARTINS, que cursou Engenharia e Direito, encetou, na delegação do Porto do jornal “O Século”, uma carreira hoje com mais de 40 anos.

Fez Rádio e Televisão. Mas foi, de facto, na Imprensa que acabou por fixar-se. Com trabalhos espalhados por jornais e revistas nacionais e estrangeiros, a sua paixão foi vivida essencialmente no “Jornal de Notícias”, onde ao longo de quatro décadas assinou reportagens, entrevistas, crónicas e artigos. No JN foi de repórter a director, passando pelos cargos de editor e chefe de Redacção.

Em 2001, após ter-se demitido da Direcção (onde esteve 12 anos), aceitou o convite para ser o primeiro Provedor dos Leitores do JN, cargo que desempenhou durante quase quatro anos.

É, desde 1983, vice-presidente do Centro de Formação de Jornalistas, do Porto, sendo, também, sócio fundador do Observatório de Imprensa. Ministrou cursos para a imprensa regional no Continente e nas Ilhas e deu aulas na Universidade Moderna (curso de pós-graduação). É director da Associação do Museu Nacional da Imprensa. Pertenceu ao Instituto Internacional de Imprensa (IPI) e à ONO (associação mundial de provedores da Comunicação Social).

Integrou direcções do Sindicato dos Jornalistas e da Associação dos Jornalistas e Homens de Letras do Porto.

Nos anos em que exerceu as funções de Provedor dos Leitores do JN, tentou ser, para os jornalistas, um permanente sensor contra desvios à Deontologia, estimulando, ao mesmo tempo, os leitores para o exercício da crítica. “A Geração da Ética” testemunha os momentos mais significantes dessa luta. Uma luta que, se não foi totalmente vencida na consciência dos redactores e dos editores do jornal, terá logrado aumentar o grau de exigência de parte substantiva dos leitores. E só por isso valeu a pena!

sábado, abril 01, 2006

Maratona cultural na Livraria Minerva

A próxima TERÇA-FEIRA DE MINERVA será uma verdadeira maratona cultural.

Às 18h30, a terceira e última sessão do CICLO DA ARTE, organizado em parceria com a Escola Universitária das Artes de Coimbra, com a presença do Prof. Doutor Lucio Magri, que falará sobre design sob o título "As coisas não têm paz", e será apresentado pela Prof. Doutora Paula Trigueiros.

Ao serão, a partir das 21h30, realiza-se a sessão de lançamento de dois livros de Delfim Leão, um de originais e outro uma tradução:












As sessões realizam-se na Livraria Minerva, Rua de Macau 52, Bairro Norton de Matos, em Coimbra.

A entrada é livre.

A luz como material plástico



A Livraria Minerva promoveu mais uma palestra no âmbito do Ciclo da Arte, uma co-organização com a Escola Universitária das Artes de Coimbra - EUAC, integrada nas Terças-Feiras de Minerva.

Desta vez, Maria Isabel Azevedo abordou o tema “A Luz como material plástico”. Uma intervenção que pretendeu definir e objectivar a luz como material plástico, quer na perspectiva histórica e evolutiva, quer na sua demonstração formal.



As descobertas na investigação dos fenómenos luminosos e tecnologias ópticas levadas a cabo nas últimas décadas, permitiram um significativo avanço científico. Essa evolução teve também consequências no caso da Arte, que levaram ao desenvolvimento de novas técnicas e formas de expressão plástica, nomeadamente a possibilidade da óptica e da luz laser como meios criativos.

Maria Isabel de Azevedo tem a licenciatura de Belas Artes e fez o doutoramento em arte na Universidade de Aveiro. Tem sido docente em várias instituições de ensino, estando actualmente na EUAC onde dá aulas de pintura e desenho. Desde 1994 que participa em exposições colectivas.




A palestrante foi apresentada por António Melo.

Na próxima terça-feira será a vez de Lucio Magri, que abordará o tema do design sob o título “As coisas não têm paz”. O convidado será apresentado por Paula Trigueiros.

segunda-feira, março 27, 2006

Ciclo da Arte - Terças-Feiras de Minerva

A Escola Universitária das Artes de Coimbra - EUAC, e a Livraria Minerva estão a promover um Ciclo da Arte, integrado nas Terças-Feiras de Minerva.

Assim, amanhã, dia 28 de Março, a sessão estará a cargo da Dra. Maria Isabel Azevedo, com o tema “A Luz como material plástico”. A palestrante será apresentada pelo Dr. António Melo.

No próximo dia 4 de Abril, será a vez do Prof. Dr. Lucio Magri, que abordará o tema "As coisas não têm paz" e será apresentado pela Prof. Dra. Paula Trigueiros.

As sessões realizam-se às 18h30, na Livraria Minerva, Rua de Macau 52, Bairro Norton de Matos, em Coimbra.

A entrada é livre.

sábado, março 25, 2006

Arquitectura iniciou Ciclo da Arte na Livraria Minerva



“Arquitecturas” e não arquitectura, no singular, foi o título escolhido por José Pedreirinha para a palestra de abertura do Ciclo da Arte, promovido pela Livraria Minerva em conjunto com a Escola Universitária das Artes de Coimbra – EUAC, no âmbito das Terças-Feiras de Minerva.




“Arquitecturas porque há várias formas de abordarmos a arquitectura”, elucidou José Pedreirinha, que não referiu, na sua intervenção, um único arquitecto, optando antes por mostrar imagens gerais de paisagens naturais ou construídas.

O arquitecto convidado abordou, além de muitas outras, a relação entre a arquitectura e dinheiro, entre a arquitectura e o espaço, entre arquitectura e natureza. Para José Pedreirinha a arquitectura é sobretudo uma manifestação cultural, e é nesse aspecto que parece interessante, cada vez mais, poder analisá-la.




“A arquitectura não pode viver desligada da relação com a paisagem natural”, afirmou, “seja para se relacionar intimamente com ela, seja para se lhe opor”. E se quando se fala de arquitectura, pensa-se sempre numa organização de espaço, a verdade é que o homem organiza o espaço de muitas outras formas não arquitectónicas, algumas até pontuais e temporárias.

No final houve um aceso debate sobre a arquitectura urbana actual, e sobre a responsabilidade, ou não, dos arquitectos na construção das cidades modernas, cada vez mais condicionada por factores económicos.




José Pedreirinha foi apresentado por Carlos Sá Furtado. É arquitecto desde 1976 e tem gabinete próprio desde 1980. Desde 1985 que exerce actividade de docente e desde há sensivelmente duas décadas que colabora em diversas revistas e jornais da especialidade, e não só. Tem publicadas várias obras sobre arquitectura. Integra regularmente júris de prémios de arquitectura. É professor, entre outros, da Universidade Lusíada, em Lisboa, e da Escola Universitária das Artes de Coimbra – EUAC, onde coordena o curso de arquitectura.

A sessão realizou-se no âmbito do Ciclo da Arte, integrado das Terças-Feiras de Minerva, e promovido pela Livraria Minerva em colaboração com a Escola Universitária das Artes de Coimbra – EUAC.




Para assinalar o Dia Mundial da Poesia, Maria Lucília Mercês de Mello leu um poema de sua autoria no início da sessão.

O Ciclo da Arte prossegue no próximo dia 28 de Março, desta vez com a presença de Maria Isabel Azevedo, que abordará o tema “A Luz como material plástico”. A palestrante será apresentada por António Melo.

As sessões realizam-se às 18h30, na Livraria Minerva, Rua de Macau 52, Bairro Norton de Matos, em Coimbra.

sexta-feira, março 24, 2006

Aulas de Pintura com Mestre Rui Cunha

Começam já no próximo sábado, dia 25 de Março, às 10h30, as AULAS DE PINTURA, ministradas pelo artista plástico Mestre Rui Cunha.

As aulas decorrem na Livraria Minerva Galeria, Rua de Macau 52, Bairro Norton de Matos, em Coimbra.

Para inscrições e mais informações contactar a Livraria Minerva através do telefone 239 716204 ou do email livrariaminerva@mail.telepac.pt.

terça-feira, março 21, 2006

FEIRA DO LIVRO DE POESIA



No âmbito do Dia Mundial da Poesia, e à semelhança do que vem acontecendo nos últimos anos, as Livrarias Minerva estão a promover uma FEIRA DO LIVRO DE POESIA até ao próximo dia 30 de Abril, com descontos especiais.




LIVRARIAS MINERVA:
Rua de Macau, 52 (Bairro Norton de Matos)
Rua dos Gatos (junto ao Largo da Portagem)
Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra (3.º piso, junto ao Teatro Paulo Quintela)

domingo, março 19, 2006

Viagem de afectos por S. Tomé

As Edições MinervaCoimbra apresentaram em Coimbra o livro “Escravos no Paraíso – Vivências de S. Tomé e Príncipe”, da autoria de António Bondoso. A sessão contou com as presenças de Alda Neves, ex-adida cultural na Embaixada de Portugal em S. Tomé e Príncipe e directora do Instituto Camões – Centro Cultural Português, também em S. Tomé e Príncipe, de Luís Reis Torgal e do cônsul de S. Tomé e Príncipe em Coimbra, José Diogo.












“Escravos do Paraíso” é uma viagem profunda à intimidade dos afectos e da paixão pelas Ilhas de S. Tomé e do Príncipe, inventadas por Deus e abençoadas pela natureza africana. Um conjunto de ilhas no meio do mundo, que marcam para sempre todos quantos por lá passam.
Segundo Reis Torgal, S. Tomé deixa mesmo em quem o visita a ideia de que é uma espécie de “escravo do paraíso”. O historiador realçou a beleza da paisagem, mas simultaneamente lamentou o abandono e decadência das roças, que, afirmou, “deviam ser património mundial”. Luís Reis Torgal realçou ainda a necessidade urgente de se fazer a história de África, como tudo o que até hoje a marcou, incluindo o colonialismo.












Alda Neves, por seu turno, felicitou António Bondoso por ter feito desabrochar a língua portuguesa e por lhe ter permitido recordar pessoas e lugares que integram a geografia dos seus afectos. “O livro que António Bondoso nos oferece como leitura serena, vai permitir-nos viajar tempos diferentes de espaço, de gentes e sentires, caldeados por culturas e mudanças muitas, e uma ideia dominante: não se passa impunemente pela vida. As vivências de cada homem e de cada povo são únicas, mesmo que assentes sobre uma matriz comum”.












A apresentadora realçou também o enriquecimento do texto com fotografias, “fotografias de ontem e de tempos mais recentes. Retratos de pessoas e lugares que emprestam à escrita do autor – a escrita do desnudar a alma, do dizer, do contar, do questionar – a profundidade do captar a vida, a realidade, a preto e branco, ou a cores, através da luz”.












Para o autor foi muito bom poder falar de S. Tomé, país que tem sido esquecido por Portugal. “S. Tomé foi esquecido depois da independência durante muitos anos. Nunca ninguém falava de S. Tomé”, lamentou, destacando, no entanto, os que procuram agora afirmar as ilhas através da escrita.












Por isso, referiu ainda, “foi bom eu ter escrito esta obra, para recordar muitas coisas boas que aconteceram em S. Tomé e Príncipe, entrelaçadas com aspectos negativos que marcaram profundamente a vivência das ilhas”.












António Bondoso nasceu em Moimenta da Beira mas viveu durante 21 anos em S. Tomé, até Outubro de 1974. No Rádio Clube de S. Tomé iniciou a sua carreira radiofónica em 1967, passando para a Emissora Nacional em 1973. Nos anos 80 e 90 foi colaborador da RTP na área do Jornalismo Desportivo. Na RDP e na TDM-Rádio Macau exerceu cargos de chefia e de direcção. “Em Macau por Acaso”, de 1999, foi o seu primeiro livro de poesia, seguindo-se “Tons Dispersos”, em 2003, e “A Cidade e a Paixão – Poemas de Azul e Branco”, em 2004.

Estórias que fazem a história de uma farmácia


Decorreu ontem, em Lisboa, no Museu da Farmácia, mais uma sessão de apresentação do livro de Manuela Sinde Filipe, "Estórias que fazem a história de uma farmácia".

A sessão contou com a apresentação do Juiz Conselheiro Joaquim José de Sousa Diniz e da Dra. Paula Inês Diniz.




sábado, março 18, 2006

Ciclo da Arte nas Terças-Feiras de Minerva

A Escola Universitária das Artes de Coimbra - EUAC, e a promovem um Livraria Minerva promovem o Ciclo da Arte, integrado nas Terças-Feiras de Minerva.

Assim, no próximo dia 21 de Março, a sessão estará a cargo do Arq. José Pedreirinha, que abordará o tema “Arquitectura(s)”. O palestrante será apresentado pelo Prof. Doutor Carlos Sá Furtado.

No dia 28 de Março, será a vez da Dra. Maria Isabel Azevedo, com o tema “A Luz como material plástico”. A palestrante será apresentada pelo Dr. António Melo.

As sessões realizam-se às 18h30, na Livraria Minerva, Rua de Macau 52, Bairro Norton de Matos, em Coimbra.

A entrada é livre.

segunda-feira, março 13, 2006



sexta-feira, março 10, 2006

Lançamentos dias 17 e 18 de Março

Novidades

PÉ DIABÉTICO Recomendações para o diagnóstico, profilaxia e tratamento

Carlos Costa Almeida
Cirurgião geral e vascular; Director de Serviço do Centro Hospitalar de Coimbra; Professor da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra; Regente da Cadeira de Cirurgia Vascular

Álvaro Pratas Balhau
Cirurgião geral e vascular; Assistente Graduado do Hospital de Santa Maria Maior (Barcelos)

Carlos Pereira Alves
Cirurgião geral e vascular; Director de Serviço do Hospital dos Capuchos (Lisboa); Professor da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Nova de Lisboa

José Neves
Cirurgião geral e vascular; Assistente Graduado do Hospital dos Capuchos (Lisboa)

Mateus Amado Mendes
Cirurgião geral; Director de Serviço do Hospital de Santo André (Leiria)

Luís Filipe Pinheiro
Cirurgião geral; Chefe de Serviço do Hospital de S. Teotónio (Viseu)

Aida Paulino
Cirurgiã geral; Assistente Hospitalar do Hospital Amato Lusitano (Castelo Branco)


Estas recomendações sobre Pé Diabético destinam-se a todos – médicos, enfermeiros, podologistas, fisioterapeutas – que lidam no seu dia a dia profissional com este flagelo social, bem como aos próprios doentes diabéticos.
São recomendações objectivas, de carácter essencialmente prático, respostas a perguntas muitas vezes feitas, mas assentes em algumas páginas de natureza teórica sobre a diabetes e a fisiopatologia desta sua complicação. Num pequeno texto pretende-se dar uma visão global, concisa mas eficaz, do problema tal como ele é visto pelos autores no momento actual.




PARA COMPREENDER O JORNALISMO
O
Diário de Notícias visto pela Provedora dos Leitores (2001-2004)


ESTRELA SERRANO é doutorada em Sociologia da Comunicação e da Cultura pelo ISCTE e mestre em Ciências da Comunicação pela Universidade Nova de Lisboa.
É membro da Entidade Reguladora da Comunicação (ERC) e docente na Escola Superior de Comunicação Social (ESCS) onde foi fundadora do curso de Jornalismo.
É vice-presidente do Centro de Investigação “Media e Jornalismo”, co-directora da Revista académica com o mesmo nome e membro do Conselho Editorial da Revista de Comunicação e Cultura da Universidade Católica Portuguesa. Foi co-fundadora da Pós-Graduação/Extensão Universitária em Jornalismo ministrada pela ESCS e pelo ISCTE.
É membro do Clube de Jornalistas e foi provedora dos leitores do Diário de Notícias de Abril de 2001 a Abril de 2004, sendo a primeira mulher a desempenhar esse cargo, em Portugal.
Foi realizadora de programas, directora adjunta do Programa 2, directora da Antena 1, na Radiodifusão Portuguesa e jornalista na RTP.
Foi assessora para a comunicação social do Presidente da República, Mário Soares, durante os seus dois mandatos.
É autora, entre outros, do livro "As Presidências Abertas de Mário Soares, as estratégias e o aparelho de comunicação do Presidente da República", e de artigos académicos sobre media e jornalismo.


Os textos que compõem este livro constituem uma selecção das colunas publicadas pela autora, entre Abril de 2001 e Março de 2004, na qualidade de provedora dos leitores do Diário de Notícias. Elas reflectem alguns dos acontecimentos que marcaram esses anos, entre os quais, a nível internacional, o 11 de Setembro e a Guerra do Iraque e, a nível nacional, as eleições autárquicas e legislativas de 2001 e 2002, e o Processo Casa Pia. No campo do jornalismo, alguns dos bastiões do jornalismo de “referência”, como o New York Times e a BBC, viram, neste período, abalada a sua credibilidade, o primeiro devido ao envolvimento de um seu repórter em notícias inventadas e a segunda devido à cobertura jornalística do “caso Kelly”, por ocasião da guerra do Iraque e da polémica em torno das armas de destruição maciça.

Foram três anos de intensa discussão sobre o jornalismo e os jornalistas, nomeadamente no que respeita às suas relações com a política, com a guerra e com a justiça. Por outro lado, durante esses anos, o Diário de Notícias sofreu significativas alterações no seu formato, grafismo e conteúdo, para além da substituição da sua direcção, processo que desencadeou grande polémica interna e externa, levando a uma re-orientação da linha editorial do jornal. Os leitores não ficaram de fora dessas polémicas. Pelo contrário, exigiram participar, criticando com inteligência e severidade algumas das opções do jornal.

A compilação em livro de uma selecção das colunas da provedora dos leitores pretende ultrapassar o carácter efémero de uma coluna de jornal, sistematizando e fixando, de uma maneira mais consistente e duradoira, uma reflexão sobre o jornalismo e os jornalistas e, mais particularmente sobre o Diário de Notícias.

sábado, março 04, 2006

O reconforto da televisão

As Edições MinervaCoimbra apresentaram ontem, no El Corte Inglés, em Lisboa, o livro

O RECONFORTO DA TELEVISÃO
Uma visão diferente sobre a tragédia de Entre-os-Rios


da autoria da jornalista Daniela Santiago

A apresentação da obra esteve a cargo do Doutor José Paquete de Oliveira.


"Daniela Santiago a partir do envolvimento em que se viu metida neste acontecimento como repórter de televisão, mas no duplo papel de autora de uma tese de um curso de mestrado que frequentava, encetou uma via difícil, quiçá perturbante e polémica. Foi à busca de uma interrogação que pôs a si própria: Poderá a televisão, ou a reportagem televisiva, em situações de tragédia humana, desempenhar uma função de reconforto junto das vítimas e familiares envolvidos no acontecimento?
















A autora pretende provar que «apesar de todas as críticas acerca do trabalho dos jornalistas» a comunicação social «desempenhou um papel extremamente importante para a população local». E quer confirmar de alguma maneira, esta hipótese, pelo perscrutar dos muitos depoimentos que ouviu e pela observação directa que fez em pleno desenvolvimento da desgraça que atingiu aquela população. Daniela Santiago quer «comprovar que a televisão pode ajudar a superar momentos de dor, sofrimento e mesmo isolamento exercendo função de reconforto».


Caberá ao leitor avaliar o conhecimento que este texto lhe traz, uma vez que este livro, agora editado e divulgado pela MinervaCoimbra, - como diz a própria autora - tem uma finalidade em especial: fazer sentir ao grande público a tragédia de 4 de Março de 2001, acontecida em Entre-os Rios, e tentar contribuir para que as pontes que se constróem, onde quer que seja, jamais se abatam pela incúria dos homens." - José Manuel Paquete de Oliveira
















Daniela Santiago
, nasceu em Lisboa a 21 de Fevereiro de 1974, mas cresceu na Covilhã onde frequentou o ensino secundário, o Conservatório de Música, em piano, e iniciou a aventura da comunicação na Rádio e Imprensa locais. Acabou por “ceder” ao “bichinho de jornalismo” e, aos 18 anos, voltou à terra natal para ingressar no Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas, da Universidade Técnica de Lisboa, onde se licenciou em Comunicação Social com especialização em Jornalismo. É Mestre em Comunicação, Cultura e Tecnologias da Informação, pelo ISCTE, onde centrou as suas investigações nos efeitos da projecção mediática em situações de tragédia, com incidência no desastre de Entre-os-Rios. É essa mesma dissertação de Mestrado que dá corpo a esta obra. Frequenta o Programa de Doutoramento em Sociologia no ISCTE, sempre com o jornalismo como objecto de estudo. Daniela Santiago é desde Janeiro de 1997 jornalista da RTP. Actualmente desempenha funções na editoria de Política Nacional.

Este é o segundo livro da autora. A jornalista escreveu também “Inferno no Paraíso – 15 dias no Sri Lanka depois do tsunami”. Uma obra publicada pela MinervaCoimbra, quatro meses depois do tsunami que devastou o sudeste asiático, que relata o trabalho, a serviço da RTP, e o testemunho de Daniela Santiago na cobertura de um dos acontecimentos mais trágicos no início do século XXI e que, decerto, ficará na história.


Este volume é o n.º 43 da Colecção Comunicação dirigida por Mário Mesquita.

quarta-feira, março 01, 2006