domingo, janeiro 20, 2019

"POEMAS DE OUTONO E INVERNO - POEMAS DA FINITUDE" DE ANTÓNIO ARNAUT [APRESENTAÇÃO DIA 28 DE JANEIRO, 18H30] CASA MUNICIPAL DA CULTURA [COIMBRA]



CONVITE

A Família de António Arnaut e as Edições MinervaCoimbra 
têm o gosto de convidar V. Ex.ª para  o lançamento do livro 

"Poemas de Outono e Inverno - Poemas da Finitude"
de autoria de António Arnaut.

A apresentação é feita pelo Prof. Doutor Delfim Leão
e a sessão realiza-se na próxima segunda-feira, 
28 de janeiro, pelas 18h30, 
na Sala Polivalente da Casa da Cultura,
Rua Pedro Monteiro, em Coimbra.





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segunda-feira, janeiro 14, 2019

"GATO TONINHO TARECO" DE JOSÉ FRANCISCO RICA [APRESENTAÇÃO SÁBADO, 19 DE JANEIRO, 15H00] VILA NOVA DE FAMALICÃO [BIBLIOTECA MUNICIPAL CAMILO CASTELO BRANCO]




CONVITE

As Edições MinervaCoimbra e o Autor têm o gosto 
de convidar V. Ex.ª para a apresentação do livro 

"Gato Toninho Tareco"
de José Francisco Rica.

A apresentação será feita por Eduardo Coelho 
(professor e tradutor).
A sessão realizar-se-á no próximo sábado, 19 de janeiro, 
pelas 15h00, na Biblioteca Municipal Camilo Castelo Branco 
em Vila Nova de Famalicão.


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"A SURPRESA DO GATO TONINHO TARECO" DE JOSÉ FRANCISCO RICA [ACABA DE SAIR]





A SURPRESA DO GATO TONINHO TARECO é uma história contada numa linguagem simples e, no fio da leitura, há uma atmosfera de suspense e mistério onde o final é uma surpresa que a todos vai espantar…! “A Guida Patuda, que tinha um fraquinho pelo Toninho Tareco, quando ouvia falar dele, ficava logo de orelhas levantadas para ver se ouvia alguma coisa que lhe interessasse”.
“Recuando no pensamento e relembrando as frequentes ausências do Toninho Tareco da quinta, depressa perceberam porque é que ele vinha tão tarde para casa…”

Ricamente ilustrado, pretende ser um livro promotor de diversos valores, que estão bem patentes na história e cujos ensinamentos, através dos animais, desenvolvem o imaginário das crianças.

Inclui acesso a fichas de exploração lúdico-pedagógicas de acordo com o conto, podendo o pequeno leitor encontrar textos diversos de apoio, com material de diversão e de trabalho que lhe permite refletir sobre as mensagens que o livro transmite e que, de uma forma divertida e com prazer, vai explorar o sentido das coisas e das palavras, o desconhecido e a novidade.

CONTOS COM SABOR é uma Coleção apaixonante que pretende ir ao
encontro das crianças que gostam de histórias e desafios, onde os
educadores também podem acompanhar os pequenos leitores e
interagirem em equipa. Esta coleção é destinada a crianças desde tenra idade até aos 10/12 anos.
Cada livro da Coleção é um conto em forma de fábula que nos mostra
um animal diferente, retratando-nos com fiabilidade o seu habitat na sua
tão rica diversidade, em que cada capa é de uma cor. A criança, através
do que é relatado, adquire conhecimentos do mundo animal, colhendo
exemplos e ensinamentos que lhe são transmitidos.

COLECÇÃO CONTOS COM SABOR
A surpresa do Gato Toninho Tareco
O Coelho que queria ser artista
Maria Lebre e os caçadores
Os Cães também amam




















José Francisco Rica
nasceu na cidade de Lamego onde passou a sua infância e juventude. Posteriormente, a residir na cidade do Porto, começou a desenvolver uma série de atividades culturais, com destaque para a pintura e fotografia, com diversas exposições realizadas em Portugal e no estrangeiro, sendo distinguido com vários prémios.
Na área literária, depois de uma passagem por jornais, revistas e com atividade como letrista, é nos livros que se tem destacado com as obras publicadas por conceituadas editoras, na área da poesia e contos infantis e juvenis. Mas, é a escrever para os leitores mais pequenos que se tem afirmado com as suas fábulas, realizando sessões de dinamização em estabelecimentos de ensino por todo o país e estrangeiro, com o objetivo de motivar e entusiasmar as crianças e jovens para o gosto da leitura.

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terça-feira, janeiro 08, 2019

"LABORATORIO CHIMICO DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA - 200 ANOS DE QUÍMICA EM PORTUGAL (1772-1974)" DE AUGUSTO CORREIA CARDOSO



Capa: Fotografia do Laboratorio Chimico datada de 1877, 
Coleção Alexandre Ramires

 Já disponível: 

"LABORATORIO CHIMICO DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA - 200 anos de Química em Portugal (1772-1974)"  (488 paginas, A4)
de autoria de Augusto Correia Cardoso.

 O livro: «Sebastião José de Carvalho e Melo, Marquês de Pombal, ordenou, em 1772, a edificação do “Laboratorio Chymico”, o primeiro edifício construído de raiz para o ensino da Química, em Portugal, como uma “Oficina para as Operações da Chymica”. Foi centrado neste edifício que se desenvolveu a Química na Universidade de Coimbra, até vir a ser transferida para as novas instalações da Cidade Universitária na Rua Larga, em 1975. Um percurso de 200 anos. Procurou-se evitar “interpretações globais” que nos afastem da realidade, atender aos indivíduos, às suas estratégias de ação, à sua “cultura” específica e às suas conceções de verdadeiro e falso e, a factos que hoje nos parecem quase irrelevantes. Mas também não é possível compreender tais desenvolvimentos sem atender ao Edifício e às suas modificações, tendo em vista as necessidades permanentes do ensino e os progressos da Química que se alcançavam um pouco por todo o mundo europeu, mais desenvolvido do que o português em termos das ciências modernas. Uma história é feita por pessoas que, de diferentes modos, intervieram neste percurso. A periodização seguida é a dos Diretores do Laboratorio Chymico, desde Domingos Vandelli a António Jorge Andrade de Gouveia, acompanhados por notas bibliográficas de outros lentes nas suas diversas hierarquias, encarregados de trabalhos, adjuntos, assistentes; os mais representativos em texto da correspondente diretoria.



     (fotografia de Francisca C. Carvalho)

Augusto Correia Cardoso, MSc em Chemistry and Chemical Education, pela Universidade de York (Inglaterra) e doutorado em Química-Especialidade Química Educacional, pela Universidade de Coimbra. É atualmente Professor Auxiliar Jubilado do Departamento
de Química da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra.

segunda-feira, dezembro 31, 2018

VOTOS DE BOAS FESTAS E FELIZ 2019





  A MinervaCoimbra deseja  Boas Festas e um Feliz 2019

quarta-feira, dezembro 05, 2018

«VOSSEMECÊ SENHOR VINHO - DO BOM E DO MAU USO» DE POLYBIO SERRA E SILVA





CONVITE

Apresentação do livro

"Vossemecê Senhor Vinho - do bom e do mau uso" 
de autoria do Professor Catedrático
Jubilado da FMUC, Polybio Serra e Silva.

O Autor será apresentado por José Tereso, ex-Presidente da ARS Centro. 
A apresentação do livro será feita por Américo Santos, Juiz.
Com intervenções ainda de Jaime Ramos, Presidente do CA da ADFP,
e de Isabel de Carvalho Garcia, Ed. MinervaCoimbra.

A sessão realiza-se no próximo 7 de Dezembro, pelas 15h30, 
na Universidade Sénior do Mondego, Rua 25 de Abril, em Coimbra.

No âmbito das conferências do Centro Intergeracional Mondego e da Universidade Sénior do Mondego (ADFP) será a apresentação do livro



Polybio Serra e Silva 
é Professor Catedrático Jubilado da Faculdade de Medicina de Coimbra, 
Presidente do Conselho Científico e da Delegação 
Centro da Fundação Portuguesa de Cardiologia, 
Fundador e Presidente Honorário da Sociedade Portuguesa de Aterosclerose, 
Sócio Honorário da Sociedade Portuguesa de Hipertensão.

Em 2013 recebeu a Medalha de Serviços Distintos,
Grau “Ouro”, do Ministério da Saúde. Em 2014 foi
galardoado com a Medalha de Mérito da Ordem dos
Médicos. Em 2014 “Homenagem à Excelência”
pela Associação dos Antigos Estudantes de Coimbra.
Em 2017 recebeu o Prémio “Nunes Correa Verdades
de Faria” da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa.

Sócio Honorário da Tuna Académica da Universidade

de Coimbra. Fundador e Presidente Honorário da Associação
dos Antigos Tunos da Universidade de Coimbra. 
Compadre Prestígio da Academia do Bacalhau de Coimbra. 
Companheiro de Melvin Jones, no Lions Clube de Coimbra.

segunda-feira, outubro 29, 2018

«SOBRE SUSPEITA E CULTURAS DE DESCONFIANÇA - FUNDAMENTOS E PRÁTICAS» EDUARDO J. M. CAMILO, ANA LEONOR MORAIS SANTOS E URBANO SIDONCHA [ORG.] VÁRIOS AUTORES





SOBRE SUSPEITA E CULTURAS DE DESCONFIANÇA - FUNDAMENTOS E PRÁTICAS
Organização Eduardo J. M. Camilo, Ana Leonor Morais Santos e Urbano Sidoncha 

Textos 
JOÃO MAURÍCIO BRÁS, " A Importância de Desconfiar"; 
URBANO MESTRE SIDONCHA, "Cultura da Suspeita"; 
RAYCO GONZÁLEZ, " A Suspeita. Uma História das Intenções"; 
JOSÉ MARIA SILVA ROSA, "Sob o Signo da Suspeição";
 MIGUEL REAL, "Suspeita – Conceito Filosófico Contemporâneo"; 
ANA LEONOR MORAIS SANTOS, "Da Ética sob Suspeita à Transfiguração da Suspeita em Ética: Os Códigos de Conduta Académica numa 
´Cultura de Fraude´ ”; 
BRIGITTE DETRY, "Formas Patológicas de Suspeita: a Paranóia e a Distorção da Realidade" ; 
EDUARDO J. M. CAMILO, “´Eu já Sabia!´Configurações da Suspeição na Textualidade das Teorias da Conspiração" ; 
ANDREAS VENTSEL, " O Que é Político nas Teorias da Conspiração" ?; 
JOSÉ CARLOS GONÇALVES, “A Suspeita Sempre Persegue a Consciência Culpada; o Ladrão vê um Polícia em cada Sombra”; 
RICARDO CARVALHEIRO, "Verdade, Suspeita e Jornalismo – As Lentes da Desconfiança dentro do Campo Jornalístico" ; 
GABRIEL MAGALHÃES, " A Suspeita como Crítica, Controlo e Conhecimento. Algumas Reflexões sobre o Fenómeno da Suspeição no Romance Policial" ; 
TITO CARDOSO E CUNHA, " Suspeita e Paranóia no Filme “Él” 
de Luis Bunuel";
LUÍS NOGUEIRA, "O Diabo na Máquina e os 'Suspeitos do Costume';
MARI-LIIS MADISSON, "A Lógica Semiótica das Teorias da Conspiração". 


Este livro constitui uma coletânea de 15 ensaios onde se analisa o sentido, o estatuto epistemológico, o fundamento cultural e o papel social desempenhado pela suspeita na atualidade. As contribuições são ilustrativas de alguns dos pontos de vista a partir dos quais é possível refl etir este fenómeno. O objetivo fundamental desta obra é o de proporcionar ao leitor diversas conceptualizações que, embora profundas e originais, não pretendem ser exaustivas no sentido de cobrir a globalidade das facetas referentes ao estatuto ocupado pela suspeita na atualidade. Entenda-se esta compilação como um ponto de partida, um convite à descoberta rumo a outras abordagens, outras perspetivas, outros pensamentos. Os estudos aqui reunidos foram realizados no âmbito do Colóquio Internacional sobre Suspeita e Cultura da Desconfiança na Universidade da Beira Interior, no ano de 2017 pelo então LABCOM-IFP e com o apoio da Fundação para a Ciência e Tecnologia.~

Este livro constitui o n.º 6 da Colecção Comunicação História e Memória dirigida pela Prof. Doutora Isabel Nobre Vargues. 

segunda-feira, outubro 01, 2018

"VOSSEMECÊ SENHOR VINHO - DO BOM E DO MAU USO" DE POLYBIO SERRA E SILVA [APRESENTAÇÃO 13 DE OUTUBRO, 16H00, MUSEU DO VINHO DA BAIRRADA]






Convite

A Presidente da Câmara Municipal de Anadia, 
Eng.ª Maria Teresa Belém Correia Cardoso, 
O Autor e as Edições MinervaCoimbra 
têm o gosto de convidar V. Ex.ª para o lançamento do livro

"VOSSEMECÊ SENHOR VINHO - do bom e do mau uso"
de autoria de Polybio Serra e Silva, 
Professor Catedrático Jubilado da Faculdade de Medicina da UC.

O Autor será apresentado por José Tereso, ex-Presidente da ARS Centro. 
A apresentação do livro será feita por Américo Santos, Juiz.

Apontamento musical por Álvaro Aroso e Hugo Filipe.   

A sessão realiza-se no próximo 13 de Outubro, sábado, 
pelas 16h00, no  Museu do Vinho da Bairrada, 
Av. Eng. Tavares da Silva, 3780 - 203 Anadia.



Polybio Serra e Silva 
é Professor Catedrático Jubilado da Faculdade de Medicina de Coimbra, Presidente do Conselho Científico e da Delegação Centro da Fundação Portuguesa de Cardiologia, Fundador e Presidente
Honorário da Sociedade Portuguesa de Aterosclerose, Sócio Honorário da Sociedade Portuguesa de Hipertensão.

Em 2013 recebeu a Medalha de Serviços Distintos,

Grau “Ouro”, do Ministério da Saúde. Em 2014 foi

galardoado com a Medalha de Mérito da Ordem dos

Médicos. Em 2014 “Homenagem à Excelência”

pela Associação dos Antigos Estudantes de Coimbra.

Em 2017 recebeu o Prémio “Nunes Correa Verdades

de Faria” da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa.
Sócio Honorário da Tuna Académica da Universidade
de Coimbra. Fundador e Presidente Honorário da Associação dos Antigos Tunos da Universidade de Coimbra. Compadre Prestígio da Academia do Bacalhau de Coimbra. Companheiro de Melvin Jones, no Lions Clube de Coimbra.


"Amante da Prevenção

Há seis décadas sem férias

Com a caneta na mão

Tenta “limpar” as artérias."


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domingo, setembro 23, 2018

«A TRANSPLANTAÇÃO EM PORTUGAL- O MEU TESTEMUNHO» DE CÂNDIDO FERREIRA [ACABA DE SER PUBLICADO]



«TRANSPLANTAÇÃO EM PORTUGAL - O MEU TESTEMUNHO» de CÂNDIDO FERREIRA.

Ilustração da capa: Coimbra, óleo de Carlos Ramos.

"A escrita é a arma mais eficaz que o Homem inventou e eu nasci assim, procurando apontar essa arma para o “lado certo”, sem quebra da necessária auto estima mas freando possíveis afloramentos de narcisismo, que sempre considerei estultos. Este é um texto que nunca pensei escrever, resultado de uma sucessão de acontecimentos dispensáveis e até inesperados.


Recentemente, no meu adeus à medicina, entenderam colaboradores e amigos, e a que depois se associaram outros cidadãos, Movimentos Cívicos e até Partidos Políticos por mim totalmente desconhecidos, distinguir-me com várias celebrações que, no seu conjunto, envolveram mais de mil pessoas. (...) Assumo a condição de inveterado contador de histórias e de colecionador mas, em coerência, tal como não colecionei esses“troféus” pessoais, também nunca imaginei relatar as minhas “aventuras” profissionais, pelo menos na primeira pessoa. Irrefutável, em 1980, fui o único médico com formação específica em transplantes que, após desencadear a primeira colheita de órgãos de cadáver, integrou a equipa que realizou a primeira transplantação bem-sucedida, em Portugal.(...)" in ' Explicação Necessária, Pág.11". 


CÂNDIDO FERREIRA 

nasceu em 1949, em Febres – Cantanhede. Natural de Coimbra foi um dos candidatos à Presidência da República. Em Coimbra frequentou a Escola Primária, cumpriu a restante formação académica no Liceu de D. João III e na Faculdade de Medicina de Coimbra, até 1973. 

Foi bolseiro da Gulbenkian, trabalhador-estudante e atleta da AAC, tendo conquistado diversos títulos.Em 1976, dirigiu o Hospital de Pombal, onde deixou reconhecida obra. Entre 1978 e 1982, foi Assistente de Nefrologia e frequentou um estágio em Lyon, na área das transplantações renais. Regressado aos Hospitais da Universidade de Coimbra, integrou a equipa do Prof. Linhares Furtado, tendo organizado a consulta de transplantação e a primeira colheita de órgãos e colaborado na primeira transplantação renal com rins de cadáver, em Portugal. 
Em 1982, enveredou pela diálise privada a partir de Leiria, tendo construído empresas e Clínicas consideradas modelares e sido responsável por uma vasta consulta de especialidade e por um milhão de tratamentos de hemodiálise. 

Democrata e humanista, viveu a crise académica de 1969 e integrou o Executivo Distrital do MDP-CDE de Coimbra, antes do 25 de Abril, tendo chegado a ser detido por atividades contra a ditadura. Já não pertence a nenhum Partido, mas da sua incursão pela política ressalta, em 1975, ter declinado integrar a lista para a Assembleia Constituinte, pelo PS. 

Tendo exercido as funções de Presidente da Federação Distrital de Leiria daquele Partido, entre 1991 e 1995, recusaria também a carreira de Deputado à Assembleia da República.
Para além de uma vasta produção técnica e científica, alguma em colaboração com os mais reputados centros e publicações internacionais, foi responsável por largas centenas de artigos de opinião, acolhidos em múltiplos jornais, revistas e estações de rádio, tendo ainda efetuado inúmeras intervenções públicas, incluindo na TV. É autor dos romances O Senhor Comendador, "A Paixão do Padre Hilário" e "Setembro Vermelho" e de três livros de crónicas – "Os Burros, Esmeralda – Sim!..." e "Pelas Crianças de Portugal"; foi também porta-voz de um movimento na blogosfera, criado em torno do “Caso Esmeralda”. Tendo sempre merecido excelentes classificações por parte da crítica especializada, foi ainda largamente distinguido na Enciclopédia de Artistas Médicos e na Antologia de Ficionistas da Gândara. Ligado ao colecionismo, anima a criação de um “Museu das Coleções” em parceria com a Câmara Municipal de Cantanhede, a partir da doação de setecentas mil peças que reuniu, estudou e catalogou, e que se encontram dispersas por uma centena de temáticas, sendo algumas populares e outras ligadas à Bibliografia, ao Dinheiro, à História Postal, à Arqueologia e a diversas Artes Decorativas, como as coleções de pintura portuguesa e de artesanato, esta recolhida em todo o mundo. Mantém cooperação regular com os países de expressão portuguesa. Em 2007 adquiriu uma propriedade no Alentejo, onde se esforça por instalar e desenvolver atividades ligadas à agricultura, à pecuária e à hotelaria, preparando assim um regresso à natureza e aos valores da vida tradicional.
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domingo, setembro 16, 2018

«FLORES DOS CAMPOS» DE EDGARD PANÃO [APRESENTAÇÃO EM MIRANDA DO CORVO. 22 DE SETEMBRO. 16H00]





CONVITE

O Presidente da Câmara Municipal de Miranda do Corvo, 
Miguel Baptista,o Autor e as Edições MinervaCoimbra 
têm a honra de convidar V. Ex.ª
para o lançamento do livro «Flores dos Campos» de Edgard Panão, Académico Honorário da Academia Portuguesa da História.
A apresentação será feita por José Brites Marques Inácio, 
médico e poeta, e a sessão realiza-se 
no próximo dia 22 de setembro, 
sábado, pelas 16h00, 
no Auditório da Câmara Municipal.


EDGARD PANÃO  Académico Honorário da Academia Portuguesa da História

Professor, Historiador, Pedagogo, Político, Escritor e Poeta. Natural do concelho de Penela, distrito de Coimbra. Licenciado em Ciências Históricas e Filosóficas (1957), tendo concluído simultaneamente o Curso de Ciências Pedagógicas.
Entre outros, foi professor de História e Filosofia (Ensino Secundário), Liceu D. João III, tendo sido Metodólogo de História. Foi professor em Aveiro: Escola Comercial e Industrial, Magistério Primário e Liceu José Estêvão. 
Em 1963, Professor efectivo no Liceu de Nova Lisboa, actual Huambo, Angola.
Foi o primeiro Director da Escola de Magistério Primário, em Silva Porto, actual Kuito. Em 1966 foi nomeado Reitor do Liceu Diogo Cão de Sá da Bandeira, actual Huíla, Angola. Foi nomeado Chefe dos Serviços Provinciais de Educação, de Timor (1966), tendo recebido louvor "pelo trabalho desenvolvido para a criação e organização da Escola Comercial e Industrial de Timor, em Díli, a Escola de Práticos Agrícolas, em Fatu-Bessi, Viqueque, e na melhoria da Escola do Magistério Primário Elementar. Em 1969, efectivou como professor no Liceu Nacional de Leiria, onde desempenhou, entre outros o cargo de Reitor, Coordenador de Estágios e Professor de Metodologia de História e Filosofia.
Em Outubro de 1974 foi nomeado Gestor do referido liceu, cargo a que renunciou, após um curto desempenho. Em 1975 foi colocado como professor efectivo no Liceu José Estêvão, em Aveiro. Foi convidado para Assistente de Metodologia de Português, da Universidade de A.veiro. 
De 1990-1993, foi Vereador da Câmara Municipal de Estarreja, tendo assumido os cargos de Vice-Presidente, Vereador da Cultura, Acção Social, Educação e Desportos. Desempenhou ainda o cargo de Presidente da Câmara.
Aposentou-se em Abril de 1993, como Professor de Filosofia da Escola Secundária José Estêvão, de Aveiro. 
Foi eleito Académico Honorário da Academia Portuguesa da História, em 14 de Julho de 2017. 
Desde 1993, altura em que se reformou, que se dedica à investigação de índole histórica e a publicar alguns trabalhos, dos quais se destacam:
«O Moleiro Inteligente» (2000), 
«A reconstituição das famílias da freguesia de Salvador da vila de Miranda do Corvo» (2002), 
«Covseiro de Myranda» (2006), 
«Cartas a Ana de Leonardo» (2007),
«Os Trautos de Miranda» (2008), 
«Comentário - O outro lado da coisa» (2009),
«Os convencidos da Vida» (2010), 
«O Tombo da República-Ensaio sobre o período inicial do novo regime político (1910-1926)»(2011),
«Cancioneiro Popular de Miranda do Corvo»de Belisário Pimenta (2012)
« O Bulário da Casa Grande» 2013,
«Campos de Sombras», (Trilogia Poética I) 2014,
«Campos de Arruda», 
(Trilogia Poética II) 2015,
«Campos de Miranda», (Trilogia Poética III) 2016,
«Flores dos Campos», 2018.
Os treze últimos livros com a chancela das Edições MinervaCoimbra.

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sexta-feira, agosto 03, 2018

«MANTIMENTOS PARA A SOBREVIVÊNCIA» DE ANTÓNIO AUGUSTO MENANO [APRESENTAÇÃO NA FIGUEIRA DA FOZ, DIA 9 DE JULHO, 18H30] BIBLIOTECA MUNICIPAL






CONVITE

O Município da Figueira da Foz, as Edições MinervaCoimbra e o Autor
têm o gosto de convidar V. Exa para o lançamento do livro

MANTIMENTOS PARA A SOBREVIVÊNCIA
de António Augusto Menano.

A apresentação será feita por António Pedro Pita,
Professor Catedrático da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra.
A sessão realiza-se no próximo dia 9 de Agosto, quinta-feira, pelas 18h30,
na Biblioteca Municipal, Rua Calouste Gulbenkian, Figueira da Foz.


***




« “Mantimentos para a Sobrevivência”, o novo livro de António Augusto Menano, (edição da MinervaCoimbra) é constituído por dois ciclos de poemas inéditos: “Hospital” e “Alimentos e Percursos”. Nele, o itinerário iniciado (em livro) em 1961 ganha aprofundamento e concisão no interior do ambiente geral que sempre o caraterizou: a exploração intensiva das dimensões da temporalidade, tema-chave que tem vindo a ser declinado por vários modos ao longo destes mais de cinquenta anos.
A singularidade, agora, é que a experiência do tempo acontece em relação direta com a doença e a iminência da morte, dando forma a uma experiência-limite-limiar: por um lado, o corpo como que se liberta dos constrangimentos da subjetividade e da consciência para ser nada mais do que as suas metamorfoses, que são as “figuras” desse limite-limiar; por outro, a racionalidade, embora procure retomar o controle, a descobrir-se limitada pelo que sempre a excede, a “memória” e o “voo”.
A pintura, com que se cruzou no decurso do seu itinerário poético, permitiu a Menano a figuração plástica dessas metamorfoses: o mundo como devir, alucinação, acaso, pesadelo, instante, memória, fuga.
É oportuno sugerir que talvez tenha libertado a sua poesia dos limites do “realismo” e tornado
 possível a expressão concisa de um real demasiado real – limiar que se revela na experiência da doença, sem a ela se reduzir. »
 ANTÓNIO PEDRO PITA



António Augusto Menano nasceu em Coimbra, em 6 de Maio 1937. Viveu em Macau durante alguns anos, tendo visitado grande parte dos países do Oriente. Reside actualmente na Figueira da Foz, onde passou a maior parte da sua vida. Frequentou a Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra até ao 4-º ano, inclusive. Teve várias profissões: agente de seguros, agente transitário, delegado geral de publicações “Imbondeiro de Angola”, leitor e encarregado de publicidade de Publicações Europa-América.
Escreveu para a rádio o programa "O Casal Caeiro, conversa acerca de literatura". Esteve ligado à gestão, nomeadamente hospitalar, à vida política activa (foi vereador da Câmara Municipal da Figueira da Foz, entre 1982 e 1988, ocupando-se de vários pelouros, com destaque para os da cultura, acção-social, acção cooperativa, habitação, cemitérios, transportes e trânsito). Colaborou na generalidade da imprensa cultural portuguesa, revistas e suplementos de cultura e arte, entre os quais, a de A Capital, O Século, Diário de Lisboa, O Primeiro de Janeiro, O Diário, Vida Mundial (crítica de poesia) e Jornal de Notícias onde organizou os suplementos de homenagem a Ferreira de Castro e o primeiro, na imprensa portuguesa, dedicado à ficção científica. Escreveu sobre cinema nas revistas: Via Latina, Vértice, Imagem e Celulóide. Dirigiu suplementos literários na imprensa regional cujos primeiro e terceiro encontros, co-organizou. Colaborou também na imprensa portuguesa de Macau (Comércio de Macau e Revista de Macau) e tem poesia sua traduzida e publicada em mandarim e inglês. Foram-lhe atribuídos os seguintes prémios: "Prémio Nacional de Poesia Sebastião da Gama", "Prémio Nacional de Poesia Fânzeres", "Prémio Nacional de Poesia Oliva Guerra". Menções honrosas nos prémios: "Fernando Pessoa", "Bocage" e Universitária Editora; Segundo prémio de conto, no concurso "90 anos do Banco Nacional Ultramarino de Macau" em 1992. "Cunca das Artes 2009” da Associação de Amizade e Arte Galego-Portuguesa, de que é sócio honorário. Dedica-se desde 1985 à pintura tendo exposto em Portugal, Espanha, França, Estados Unidos e Macau. Foi distinguido com a Medalha de Prata Dourada da Cultura da Câmara Municipal da Figueira da Foz (2011) e a Medalha de Mérito da Cruz Vermelha.

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