sábado, dezembro 06, 2008

ESTÉTICA DA ECCEIDADE, de Luís Lima, apresentado em Lisboa



No dia 28 de Novembro as Edições MinervaCoimbra lançaram, na Livraria Bulhosa Entrecampos, em Lisboa, o livro de Luís Lima, "Estética da Ecceidade - o traçar de uma carta". A obra foi apresentada por Luís Carmelo.

Por cortesia de Rogério Santos, do Indústrias Culturais, aqui fica um vídeo e também algumas fotografias da sessão.















ONTOGRAFIA DA ECCEIDADE
por Luís Lima
28 Novembro de 2008



“A individuação de uma vida”
“Quando o rosto se torna uma hecceidade”
“uma intensidade é um indivíduo Hecceidade”
“não dareis nada às hecceidades sem vos aperceberdes que também sois uma”
“um jogo natural de ecceidade”
“Há apenas hecceidades”
“coordenadas espacio-temporais do tipo hecceidade”
“um tempo abstracto igual entre as ecceidades”
“as velocidades e as hecceidades”


“O passeio é uma hecceidade”
“Uma hecceidade não é separável do nevoeiro ou da bruma”
“o animal, a flor ou a pedra em que nos tornamos são (…) hecceidades”
“o momento não é o instantâneo, é a hecceidade”
“Hecceidade, nevoeiro, luz crua”
“pura hecceidade”


“Uma hecceidade não tem começo nem tem fim, nem origem nem destino, está sempre no meio”
“hecceidades”
“A rapariga não se define certamente pela virgindade, mas por uma relação de movimento e de repouso, de velocidade e de lentidão, por uma combinação de átomos, uma emissão de partículas: hecceidade”
“as essências vagas não são outra coisa senão hecceidades”
“as hecceidades”
“uma matéria-movimento que comporta (…) hecceidades”


“as hecceidades”
“hecceidades que já não são deste mundo”
“como a presença de uma hecceidade dentro de outra”
“que desliza noutras hecceidades por transparência”
“por hecceidade”
“introduzem hecceidades” “por hecceidade”
“entrar assim na hecceidade”


“O Intempestivo, um outro nome para a hecceidade, o devir”
“móbil e mutante, uma hecceidade”
“certamente que não uma generalidade (…) mas uma hecceidade”
“da ordem do acontecimento, do devir ou da hecceidade”
“entre dois meios (...), entre duas águas, entre duas horas, entre cão e lobo, twilight (...), Hecceidade”



Deleuze, Gilles e Guattari, Félix (1997): Capitalisme et Schizophrénie 2 – Mille Plateaux, ed. Les Éditions de Minuit (ed. Orgin. 1980), Paris, p. 320
(C.f. ibidem: pp. 320)
[Deleuze, Gilles e Guattari, Félix (1997): Capitalisme et Schizophrénie 2 – Mille Plateaux, ed. Les Éditions de Minuit (ed. Orgin. 1980), Paris, pp. 309]
(C.f. ibidem: pp. 320)
(C.f. idem: pp. 310)
(C.f. ibidem: pp. 326)
(C.f. ibidem: pp. 320)
(C.f. ibidem: pp. 319)
(C.f. ibidem: pp. 326)
(C.f. ibidem: pp. 321)
(C.f. ibidem: pp. 334)
(C.f. ibidem: pp. 337)
(C.f. ibidem: pp. 343)
(C.f. ibidem: pp. 321)
(C.f. ibidem: pp. 332)
(C.f. ibidem: pp. 321)
(C.f. ibidem: pp. 336)
(C.f. ibidem: pp. 339)
(C.f. ibidem: pp. 458)
(C.f. ibidem: pp. 633)
(C.f. ibidem: pp. 638)
(C.f. ibidem: pp. 633)
(C.f. ibidem: pp. 346)
(C.f. ibidem: pp. 345)
(C.f. ibidem: pp. 344)
(C.f. ibidem: pp. 332)
(C.f. ibidem: pp. 323)
(C.f. ibidem: pp. 332)
(C.f. ibidem: pp. 344)
(C.f. ibidem: pp. 363)
(C.f. ibidem: pp. 364)
(C.f. ibidem: pp. 374)
(C.f. ibidem: pp. 323)
(C.f. ibidem: pp. 385)


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