segunda-feira, outubro 29, 2018

«SOBRE SUSPEITA E CULTURAS DE DESCONFIANÇA - FUNDAMENTOS E PRÁTICAS» EDUARDO J. M. CAMILO, ANA LEONOR MORAIS SANTOS E URBANO SIDONCHA [ORG.] VÁRIOS AUTORES





SOBRE SUSPEITA E CULTURAS DE DESCONFIANÇA - FUNDAMENTOS E PRÁTICAS
Organização Eduardo J. M. Camilo, Ana Leonor Morais Santos e Urbano Sidoncha 

Textos 
JOÃO MAURÍCIO BRÁS, " A Importância de Desconfiar"; 
URBANO MESTRE SIDONCHA, "Cultura da Suspeita"; 
RAYCO GONZÁLEZ, " A Suspeita. Uma História das Intenções"; 
JOSÉ MARIA SILVA ROSA, "Sob o Signo da Suspeição";
 MIGUEL REAL, "Suspeita – Conceito Filosófico Contemporâneo"; 
ANA LEONOR MORAIS SANTOS, "Da Ética sob Suspeita à Transfiguração da Suspeita em Ética: Os Códigos de Conduta Académica numa 
´Cultura de Fraude´ ”; 
BRIGITTE DETRY, "Formas Patológicas de Suspeita: a Paranóia e a Distorção da Realidade" ; 
EDUARDO J. M. CAMILO, “´Eu já Sabia!´Configurações da Suspeição na Textualidade das Teorias da Conspiração" ; 
ANDREAS VENTSEL, " O Que é Político nas Teorias da Conspiração" ?; 
JOSÉ CARLOS GONÇALVES, “A Suspeita Sempre Persegue a Consciência Culpada; o Ladrão vê um Polícia em cada Sombra”; 
RICARDO CARVALHEIRO, "Verdade, Suspeita e Jornalismo – As Lentes da Desconfiança dentro do Campo Jornalístico" ; 
GABRIEL MAGALHÃES, " A Suspeita como Crítica, Controlo e Conhecimento. Algumas Reflexões sobre o Fenómeno da Suspeição no Romance Policial" ; 
TITO CARDOSO E CUNHA, " Suspeita e Paranóia no Filme “Él” 
de Luis Bunuel";
LUÍS NOGUEIRA, "O Diabo na Máquina e os 'Suspeitos do Costume';
MARI-LIIS MADISSON, "A Lógica Semiótica das Teorias da Conspiração". 


Este livro constitui uma coletânea de 15 ensaios onde se analisa o sentido, o estatuto epistemológico, o fundamento cultural e o papel social desempenhado pela suspeita na atualidade. As contribuições são ilustrativas de alguns dos pontos de vista a partir dos quais é possível refl etir este fenómeno. O objetivo fundamental desta obra é o de proporcionar ao leitor diversas conceptualizações que, embora profundas e originais, não pretendem ser exaustivas no sentido de cobrir a globalidade das facetas referentes ao estatuto ocupado pela suspeita na atualidade. Entenda-se esta compilação como um ponto de partida, um convite à descoberta rumo a outras abordagens, outras perspetivas, outros pensamentos. Os estudos aqui reunidos foram realizados no âmbito do Colóquio Internacional sobre Suspeita e Cultura da Desconfiança na Universidade da Beira Interior, no ano de 2017 pelo então LABCOM-IFP e com o apoio da Fundação para a Ciência e Tecnologia.~

Este livro constitui o n.º 6 da Colecção Comunicação História e Memória dirigida pela Prof. Doutora Isabel Nobre Vargues

segunda-feira, outubro 01, 2018

"VOSSEMECÊ SENHOR VINHO - DO BOM E DO MAU USO" DE POLYBIO SERRA E SILVA [APRESENTAÇÃO 13 DE OUTUBRO, 16H00, MUSEU DO VINHO DA BAIRRADA]






Convite

A Presidente da Câmara Municipal de Anadia, 
Eng.ª Maria Teresa Belém Correia Cardoso, 
O Autor e as Edições MinervaCoimbra 
têm o gosto de convidar V. Ex.ª para o lançamento do livro

"VOSSEMECÊ SENHOR VINHO - do bom e do mau uso"
de autoria de Polybio Serra e Silva, 
Professor Catedrático Jubilado da Faculdade de Medicina da UC.

O Autor será apresentado por José Tereso, ex-Presidente da ARS Centro. 
A apresentação do livro será feita por Américo Santos, Juiz.

Apontamento musical por Álvaro Aroso e Hugo Filipe.   

A sessão realiza-se no próximo 13 de Outubro, sábado, 
pelas 16h00, no  Museu do Vinho da Bairrada
Av. Eng. Tavares da Silva, 3780 - 203 Anadia.



Polybio Serra e Silva 
é Professor Catedrático Jubilado da Faculdade de Medicina de Coimbra, Presidente do Conselho Científico e da Delegação Centro da Fundação Portuguesa de Cardiologia, Fundador e Presidente
Honorário da Sociedade Portuguesa de Aterosclerose, Sócio Honorário da Sociedade Portuguesa de Hipertensão.

Em 2013 recebeu a Medalha de Serviços Distintos,

Grau “Ouro”, do Ministério da Saúde. Em 2014 foi

galardoado com a Medalha de Mérito da Ordem dos

Médicos. Em 2014 “Homenagem à Excelência”

pela Associação dos Antigos Estudantes de Coimbra.

Em 2017 recebeu o Prémio “Nunes Correa Verdades

de Faria” da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa.
Sócio Honorário da Tuna Académica da Universidade
de Coimbra. Fundador e Presidente Honorário da Associação dos Antigos Tunos da Universidade de Coimbra. Compadre Prestígio da Academia do Bacalhau de Coimbra. Companheiro de Melvin Jones, no Lions Clube de Coimbra.


"Amante da Prevenção

Há seis décadas sem férias

Com a caneta na mão

Tenta “limpar” as artérias."


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domingo, setembro 23, 2018

«A TRANSPLANTAÇÃO EM PORTUGAL- O MEU TESTEMUNHO» DE CÂNDIDO FERREIRA [ACABA DE SER PUBLICADO]



«TRANSPLANTAÇÃO EM PORTUGAL - O MEU TESTEMUNHO» de CÂNDIDO FERREIRA.

Ilustração da capa: Coimbraóleo de Carlos Ramos.

"A escrita é a arma mais eficaz que o Homem inventou e eu nasci assim, procurando apontar essa arma para o “lado certo”, sem quebra da necessária auto estima mas freando possíveis afloramentos de narcisismo, que sempre considerei estultos. Este é um texto que nunca pensei escrever, resultado de uma sucessão de acontecimentos dispensáveis e até inesperados.


Recentemente, no meu adeus à medicina, entenderam colaboradores e amigos, e a que depois se associaram outros cidadãos, Movimentos Cívicos e até Partidos Políticos por mim totalmente desconhecidos, distinguir-me com várias celebrações que, no seu conjunto, envolveram mais de mil pessoas. (...) Assumo a condição de inveterado contador de histórias e de colecionador mas, em coerência, tal como não colecionei esses“troféus” pessoais, também nunca imaginei relatar as minhas “aventuras” profissionais, pelo menos na primeira pessoa. Irrefutável, em 1980, fui o único médico com formação específica em transplantes que, após desencadear a primeira colheita de órgãos de cadáver, integrou a equipa que realizou a primeira transplantação bem-sucedida, em Portugal.(...)" in ' Explicação Necessária, Pág.11". 


CÂNDIDO FERREIRA 

nasceu em 1949, em Febres – Cantanhede. Natural de Coimbra foi um dos candidatos à Presidência da República. Em Coimbra frequentou a Escola Primária, cumpriu a restante formação académica no Liceu de D. João III e na Faculdade de Medicina de Coimbra, até 1973

Foi bolseiro da Gulbenkian, trabalhador-estudante e atleta da AAC, tendo conquistado diversos títulos.Em 1976, dirigiu o Hospital de Pombal, onde deixou reconhecida obra. Entre 1978 e 1982, foi Assistente de Nefrologia e frequentou um estágio em Lyon, na área das transplantações renais. Regressado aos Hospitais da Universidade de Coimbra, integrou a equipa do Prof. Linhares Furtado, tendo organizado a consulta de transplantação e a primeira colheita de órgãos e colaborado na primeira transplantação renal com rins de cadáver, em Portugal. 
Em 1982, enveredou pela diálise privada a partir de Leiria, tendo construído empresas e Clínicas consideradas modelares e sido responsável por uma vasta consulta de especialidade e por um milhão de tratamentos de hemodiálise. 

Democrata e humanista, viveu a crise académica de 1969 e integrou o Executivo Distrital do MDP-CDE de Coimbra, antes do 25 de Abril, tendo chegado a ser detido por atividades contra a ditadura. Já não pertence a nenhum Partido, mas da sua incursão pela política ressalta, em 1975, ter declinado integrar a lista para a Assembleia Constituinte, pelo PS. 

Tendo exercido as funções de Presidente da Federação Distrital de Leiria daquele Partido, entre 1991 e 1995, recusaria também a carreira de Deputado à Assembleia da República.
Para além de uma vasta produção técnica e científica, alguma em colaboração com os mais reputados centros e publicações internacionais, foi responsável por largas centenas de artigos de opinião, acolhidos em múltiplos jornais, revistas e estações de rádio, tendo ainda efetuado inúmeras intervenções públicas, incluindo na TV. É autor dos romances O Senhor Comendador, "A Paixão do Padre Hilário" e "Setembro Vermelho" e de três livros de crónicas – "Os Burros, Esmeralda – Sim!..." e "Pelas Crianças de Portugal"; foi também porta-voz de um movimento na blogosfera, criado em torno do “Caso Esmeralda”. Tendo sempre merecido excelentes classificações por parte da crítica especializada, foi ainda largamente distinguido na Enciclopédia de Artistas Médicos e na Antologia de Ficionistas da Gândara. Ligado ao colecionismo, anima a criação de um “Museu das Coleções” em parceria com a Câmara Municipal de Cantanhede, a partir da doação de setecentas mil peças que reuniu, estudou e catalogou, e que se encontram dispersas por uma centena de temáticas, sendo algumas populares e outras ligadas à Bibliografia, ao Dinheiro, à História Postal, à Arqueologia e a diversas Artes Decorativas, como as coleções de pintura portuguesa e de artesanato, esta recolhida em todo o mundo. Mantém cooperação regular com os países de expressão portuguesa. Em 2007 adquiriu uma propriedade no Alentejo, onde se esforça por instalar e desenvolver atividades ligadas à agricultura, à pecuária e à hotelaria, preparando assim um regresso à natureza e aos valores da vida tradicional.
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domingo, setembro 16, 2018

«FLORES DOS CAMPOS» DE EDGARD PANÃO [APRESENTAÇÃO EM MIRANDA DO CORVO. 22 DE SETEMBRO. 16H00]





CONVITE

O Presidente da Câmara Municipal de Miranda do Corvo, 
Miguel Baptista,o Autor e as Edições MinervaCoimbra 
têm a honra de convidar V. Ex.ª
para o lançamento do livro «Flores dos Campos» de Edgard Panão, Académico Honorário da Academia Portuguesa da História.
A apresentação será feita por José Brites Marques Inácio
médico e poeta, e a sessão realiza-se 
no próximo dia 22 de setembro, 
sábado, pelas 16h00
no Auditório da Câmara Municipal.


EDGARD PANÃO  Académico Honorário da Academia Portuguesa da História

Professor, Historiador, Pedagogo, Político, Escritor e Poeta. Natural do concelho de Penela, distrito de Coimbra. Licenciado em Ciências Históricas e Filosóficas (1957), tendo concluído simultaneamente o Curso de Ciências Pedagógicas.
Entre outros, foi professor de História e Filosofia (Ensino Secundário), Liceu D. João III, tendo sido Metodólogo de História. Foi professor em Aveiro: Escola Comercial e Industrial, Magistério Primário e Liceu José Estêvão
Em 1963, Professor efectivo no Liceu de Nova Lisboa, actual Huambo, Angola.
Foi o primeiro Director da Escola de Magistério Primário, em Silva Porto, actual Kuito. Em 1966 foi nomeado Reitor do Liceu Diogo Cão de Sá da Bandeira, actual Huíla, Angola. Foi nomeado Chefe dos Serviços Provinciais de Educação, de Timor (1966), tendo recebido louvor "pelo trabalho desenvolvido para a criação e organização da Escola Comercial e Industrial de Timor, em Díli, a Escola de Práticos Agrícolas, em Fatu-Bessi, Viqueque, e na melhoria da Escola do Magistério Primário Elementar. Em 1969, efectivou como professor no Liceu Nacional de Leiria, onde desempenhou, entre outros o cargo de Reitor, Coordenador de Estágios e Professor de Metodologia de História e Filosofia.
Em Outubro de 1974 foi nomeado Gestor do referido liceu, cargo a que renunciou, após um curto desempenho. Em 1975 foi colocado como professor efectivo no Liceu José Estêvão, em Aveiro. Foi convidado para Assistente de Metodologia de Português, da Universidade de A.veiro. 
De 1990-1993, foi Vereador da Câmara Municipal de Estarreja, tendo assumido os cargos de Vice-Presidente, Vereador da Cultura, Acção Social, Educação e Desportos. Desempenhou ainda o cargo de Presidente da Câmara.
Aposentou-se em Abril de 1993, como Professor de Filosofia da Escola Secundária José Estêvão, de Aveiro. 
Foi eleito Académico Honorário da Academia Portuguesa da História, em 14 de Julho de 2017. 
Desde 1993, altura em que se reformou, que se dedica à investigação de índole histórica e a publicar alguns trabalhos, dos quais se destacam:
«O Moleiro Inteligente» (2000), 
«A reconstituição das famílias da freguesia de Salvador da vila de Miranda do Corvo» (2002), 
«Covseiro de Myranda» (2006), 
«Cartas a Ana de Leonardo» (2007),
«Os Trautos de Miranda» (2008), 
«Comentário - O outro lado da coisa» (2009),
«Os convencidos da Vida» (2010), 
«O Tombo da República-Ensaio sobre o período inicial do novo regime político (1910-1926)»(2011),
«Cancioneiro Popular de Miranda do Corvo»de Belisário Pimenta (2012)
« O Bulário da Casa Grande» 2013,
«Campos de Sombras», (Trilogia Poética I) 2014,
«Campos de Arruda», 
(Trilogia Poética II) 2015,
«Campos de Miranda», (Trilogia Poética III) 2016,
«Flores dos Campos», 2018.
Os treze últimos livros com a chancela das Edições MinervaCoimbra.

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sexta-feira, agosto 03, 2018

«MANTIMENTOS PARA A SOBREVIVÊNCIA» DE ANTÓNIO AUGUSTO MENANO [APRESENTAÇÃO NA FIGUEIRA DA FOZ, DIA 9 DE JULHO, 18H30] BIBLIOTECA MUNICIPAL






CONVITE

O Município da Figueira da Foz, as Edições MinervaCoimbra e o Autor
têm o gosto de convidar V. Exa para o lançamento do livro

MANTIMENTOS PARA A SOBREVIVÊNCIA
de António Augusto Menano.

A apresentação será feita por António Pedro Pita,
Professor Catedrático da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra.
A sessão realiza-se no próximo dia 9 de Agosto, quinta-feira, pelas 18h30,
na Biblioteca Municipal, Rua Calouste Gulbenkian, Figueira da Foz.


***




« “Mantimentos para a Sobrevivência”, o novo livro de António Augusto Menano, (edição da MinervaCoimbra) é constituído por dois ciclos de poemas inéditos: “Hospital” e “Alimentos e Percursos”. Nele, o itinerário iniciado (em livro) em 1961 ganha aprofundamento e concisão no interior do ambiente geral que sempre o caraterizou: a exploração intensiva das dimensões da temporalidade, tema-chave que tem vindo a ser declinado por vários modos ao longo destes mais de cinquenta anos.
A singularidade, agora, é que a experiência do tempo acontece em relação direta com a doença e a iminência da morte, dando forma a uma experiência-limite-limiar: por um lado, o corpo como que se liberta dos constrangimentos da subjetividade e da consciência para ser nada mais do que as suas metamorfoses, que são as “figuras” desse limite-limiar; por outro, a racionalidade, embora procure retomar o controle, a descobrir-se limitada pelo que sempre a excede, a “memória” e o “voo”.
A pintura, com que se cruzou no decurso do seu itinerário poético, permitiu a Menano a figuração plástica dessas metamorfoses: o mundo como devir, alucinação, acaso, pesadelo, instante, memória, fuga.
É oportuno sugerir que talvez tenha libertado a sua poesia dos limites do “realismo” e tornado
 possível a expressão concisa de um real demasiado reallimiar que se revela na experiência da doença, sem a ela se reduzir. »
 ANTÓNIO PEDRO PITA



António Augusto Menano nasceu em Coimbra, em 6 de Maio 1937. Viveu em Macau durante alguns anos, tendo visitado grande parte dos países do Oriente. Reside actualmente na Figueira da Foz, onde passou a maior parte da sua vida. Frequentou a Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra até ao 4-º ano, inclusive. Teve várias profissões: agente de seguros, agente transitário, delegado geral de publicações “Imbondeiro de Angola”, leitor e encarregado de publicidade de Publicações Europa-América.
Escreveu para a rádio o programa "O Casal Caeiro, conversa acerca de literatura". Esteve ligado à gestão, nomeadamente hospitalar, à vida política activa (foi vereador da Câmara Municipal da Figueira da Foz, entre 1982 e 1988, ocupando-se de vários pelouros, com destaque para os da cultura, acção-social, acção cooperativa, habitação, cemitérios, transportes e trânsito). Colaborou na generalidade da imprensa cultural portuguesa, revistas e suplementos de cultura e arte, entre os quais, a de A Capital, O Século, Diário de Lisboa, O Primeiro de Janeiro, O Diário, Vida Mundial (crítica de poesia) e Jornal de Notícias onde organizou os suplementos de homenagem a Ferreira de Castro e o primeiro, na imprensa portuguesa, dedicado à ficção científica. Escreveu sobre cinema nas revistas: Via Latina, Vértice, Imagem e Celulóide. Dirigiu suplementos literários na imprensa regional cujos primeiro e terceiro encontros, co-organizou. Colaborou também na imprensa portuguesa de Macau (Comércio de Macau e Revista de Macau) e tem poesia sua traduzida e publicada em mandarim e inglês. Foram-lhe atribuídos os seguintes prémios: "Prémio Nacional de Poesia Sebastião da Gama", "Prémio Nacional de Poesia Fânzeres", "Prémio Nacional de Poesia Oliva Guerra". Menções honrosas nos prémios: "Fernando Pessoa", "Bocage" e Universitária Editora; Segundo prémio de conto, no concurso "90 anos do Banco Nacional Ultramarino de Macau" em 1992. "Cunca das Artes 2009” da Associação de Amizade e Arte Galego-Portuguesa, de que é sócio honorário. Dedica-se desde 1985 à pintura tendo exposto em Portugal, Espanha, França, Estados Unidos e Macau. Foi distinguido com a Medalha de Prata Dourada da Cultura da Câmara Municipal da Figueira da Foz (2011) e a Medalha de Mérito da Cruz Vermelha.

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sábado, junho 23, 2018

"VOSSEMECÊ SENHOR VINHO - DO BOM E DO MAU USO" DE POLYBIO SERRA E SILVA [APRESENTAÇÃO EM COIMBRA. 29 DE JUNHO, 18H00]






CONVITE


O Autor, as Edições MinervaCoimbra
e a Orquestra Clássica do Centro
têm o gosto de convidar V. Ex.ª
para o lançamento do livro

"VOSSEMECÊ SENHOR VINHO - do bom e do mau uso"

de Polybio Serra e Silva.

O Autor será apresentado por José Tereso
(ex-Presidente da ARS Centro).
A apresentação do livro será feita por Américo Santos (Juiz).

Momento musical com António Freire e Adamo Caetano.

A sessão realiza-se no próximo dia 29 de Junho, sexta-feira,
pelas 18h00,no Pavilhão Centro de Portugal 
(Parque Verde), em Coimbra.










Polybio Serra e Silva é Professor Catedrático Jubilado da Faculdade de    Medicina de Coimbra, Presidente do Conselho Científico e da Delegação Centro da Fundação Portuguesa de Cardiologia, Fundador e Presidente
Honorário da Sociedade Portuguesa de Aterosclerose, Sócio Honorário da Sociedade Portuguesa de Hipertensão.
Em 2013 recebeu a Medalha de Serviços Distintos,
Grau “Ouro”, do Ministério da Saúde. Em 2014 foi
galardoado com a Medalha de Mérito da Ordem dos
Médicos. Em 2014 “Homenagem à Excelência”
pela Associação dos Antigos Estudantes de Coimbra.
Em 2017 recebeu o Prémio “Nunes Correa Verdades
de Faria” da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa.
Sócio Honorário da Tuna Académica da Universidade
de Coimbra. Fundador e Presidente Honorário da Associação dos Antigos Tunos da Universidade de Coimbra. Compadre Prestígio da Academia do Bacalhau de Coimbra. Companheiro de Melvin Jones, no Lions Clube de Coimbra.


"Amante da Prevenção
Há seis décadas sem férias
Com a caneta na mão
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VISEU. APRESENTAÇÃO DE "TANGO, QUEBEC, UNIFORM" DE LUIZ CANAVARRO [26 DE JUNHO, 18H00]







VISEU. CONVITE. 26 DE JUNHO (terça-feira) 18H00




Apresentação de 
«TANGO, QUEBEC, UNIFORM» de Luiz Canavarro,
por Coronel Pedro Calheiros
Clube de Viseu, R. Cónego Martins, 2.

***


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sábado, junho 16, 2018

"TANGO, QUEBEC, UNIFORM" DE LUIZ CANAVARRO [20, JUNHO, 18H00] COIMBRA, ORDEM DOS MÉDICOS





CONVITE

O Presidente da Secção Regional do Centro 
da Ordem dos Médicos, Dr. Carlos Cortes, 
o Autor e as Edições Minervacoimbra 
têm o gosto de convidar V. Ex.ª 
para o lançamento do livro

TANGO, QUEBEC, UNIFORM 
de autoria do Prof. Doutor Luiz Canavarro.

Coimbra

Dia 20 de Junho, quarta-feira, pelas 18h00.
Apresentação por Engº Diniz Manso.
Ordem dos Médicos, Av. Afonso Henriques, 39.



domingo, junho 10, 2018

«TANGO, QUEBEC, UNIFORM» DE LUIZ CANAVARRO [APRESENTAÇÃO EM LISBOA, COIMBRA E VISEU] DIAS 14, 20 E 26 DE JUNHO



CONVITE

O Autor e as Edições Minervacoimbra 
têm o gosto de convidar V. Ex.ª 
para o lançamento do livro


TANGO, QUEBEC, UNIFORM 
de autoria do Prof. Doutor Luiz Canavarro.


Lisboa

Dia 14 de Junho, quinta-feira, pelas 18h00.
Apresentação por Embaixador Falcão Machado.
Palácio da Independência,Largo São Domingos, 11.



Coimbra

Dia 20 de Junho, quarta-feira, pelas 18h00.
Apresentação por Engº Diniz Manso.
Ordem dos Médicos, Av. Afonso Henriques, 39.



Viseu

Dia 26 de Junho, terça-feira, pelas 18h00.
Apresentação por Coronel Pedro Calheiros.
Clube de Viseu, R. Cónego Martins, 2.


***



Tango, Quebec, Uniform
Um texto inteligente, alegre e tocante.
Uma caricatura impiedosa, brilhante e mordaz da sociedade actual.
Um relato quase cinematográfica, vivo, de aventura e emoção.
Uma apologia da amizade, do belo, da gratidão e do bom-humor.
Um evocar de princípios há muito esquecidos.
E que nunca deviam tê-lo sido.
Tornam este livro o mais politicamente incorrecto dos últimos anos."




Luiz Canavarro
Nasceu em Viseu na primeira metade do século passado,
mas reside em Coimbra há quase 50 anos. É médico psiquiatra e, com excepção de alguns meses nos Estados Unidos, onde estagiou e se doutorou, fez toda a sua vida profissional nesta cidade.
É veterano da Guerra do Ultramar (Moçambique). Como primeiro ou único autor tem a seu crédito mais de 30 títulos em trabalhos científicos e vários livros publicados, nas áreas do romance, conto e ensaio. Realizou conferências ou apresentou comunicações em lugares tão diversos como os Estados Unidos, Brasil, Grécia, Reino Unido, China, Hungria, Cuba e, naturalmente Portugal.
Recebeu prémios de pintura, fotografia e poesia. Praticou vela, paraquedismo, mergulho, automobilismo (ralye), natação, karate, caça e pesca. Dedica-se também à culinária, enologia, conservação do património, energias alternativas e mineralogia”.

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quarta-feira, maio 30, 2018

«NOTA SOBRE A SUPRESSÃO GERAL DOS PARTIDOS POLÍTICOS» DE SIMONE WEIL [APRESENTAÇÃO EM COIMBRA, 05 DE JUNHO]





CONVITE

As Edições MinervaCoimbra e a Alliance Française de  Coimbra
têm o gosto de convidar para o lançamento do livro
 "Nota sobre a supressão geral dos partidos políticos
de Simone Weil, (tradução de Cristina Robalo Cordeiro).

Apresentação por Cristina Robalo Cordeiro 
e Amadeu Carvalho Amadeu Homem
 (professores catedráticos da Faculdade 
de Letras da Universidade de Coimbra).

Dia 5 de junho, 18h15m, Sala Sá de Miranda,

Casa Municipal da Cultura.


Uma sessão em parceria com as Edições MinervaCoimbra 
e Alliance Française de Coimbra.

                                                                    ***
“Para apreciar os partidos políticos segundo o critério da verdade, da justiça e do bem público, convém que comecemos por discernir três aspectos essenciais: 

1/ Um partido político é uma máquina de fabricar a paixão colectiva; 
2/ Um partido político é uma organização construída de maneira a exercer uma pressão colectiva sobre a forma de pensar de cada um dos seres humanos que dele são membros; 
3/ A primeira finalidade e, em última análise, o único fim de qualquer partido político é o seu próprio crescimento, e isto sem qualquer limite.”

                                                     Simone Weil (1940)





Simone Adolphine Weil (1909-1943)
Professora filosofia e escritora francesa, quis partilhar a vida das operárias de fábrica antes de entrar na Resistência. Na sua constante procura do absoluto, escreveu uma obra inspirada, publicada depois da guerra 
(La Pensateur et la Grâce, 1947; L'Enracinement, 1950; La condition ouvrière, 1951), onde tenta conciliar a sua exigência mística e a sua vontade de justiça social. 
O presente ensaio foi redigido em Londres onde se juntou à França livre do General de Gaulle.
Tendo-lhe sido diagnosticada uma tuberculose, recusou alimentar-se, argumentando que as suas refeições deveriam ser enviadas para França.
Faleceu em Ashford (Inglaterra), a 24 de Agosto de 1943.



Cristina Robalo Cordeira
Professora catedrática da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, traduziu diversos autores de língua
francesa, de Paul Valéry a Jacques Attali.
Ao traduzir este ensaio polémico de Simone Weil, para o público português, Cristina Robalo Cordeiro entendeu assumir o dever o dever que incumbe hoje aos universitários na sua prática da cidadania: colocar questões radicais.