domingo, abril 16, 2017

CONVITE. APRESENTAÇÃO DE «CAMPOS DE MIRANDA» DE EDGARD PANÃO [21 DE ABRIL, 18H00] CAFÉ SANTA CRUZ, COIMBRA.


CONVITE





CAMPOS DE MIRANDA
de Edgard Panão.

A apresentação será feita por Sansão Coelho
(jornalista e professor do ensino superior)

21 de Abril, 18h00, Café Santa Cruz em Coimbra.

***
Capa do livro de autoria de Torsten Steinbach




Edgard Panão para além de professor de Filosofia e História em vários liceus do país, foi director e professor da Escola do Magistério Primário de Aveiro, director e professor da Escola do Magistério Primário de Silva Porto (actual Kuito) Angola e ainda responsável pelos Serviços de Educação em Dili. Foi também vereador e presidente da Câmara Municipal de Estarreja. Desde 1993, altura em que se reformou, que se dedica à investigação de índole histórica e a publicar alguns trabalhos, dos quais se destacam:

▪ «A reconstituição das famílias da freguesia de Salvador da vila de Miranda 
   do Corvo» (2002), 
 «Covseiro de Myranda» (2006), 
▪ «Cartas a Ana de Leonardo» (2007),
▪ «Os Trautos de Miranda» (2008), 
▪ «Comentário - O outro lado da coisa» (2009),
▪ «Os convencidos da Vida» (2010), 
▪ «O Tombo da República-Ensaio sobre o período inicial do novo regime político (1910-1926)»(2011),
▪ «Cancioneiro Popular de Miranda do Corvo»de Belisário Pimenta (2012)
▪ « O Bulário da Casa Grande» 2013,
▪ «Campos de Sombra» 2014,
▪ «Campos de Arruda», 2015.
▪ «Campos de Miranda», 2016.

Os onze últimos livros com a chancela das Edições MinervaCoimbra.

CONVITE. PALESTRA E APRESENTAÇÃO 2ª EDIÇÃO DE «SESSENTA MINUTOS COM WELWITSCHIA MIRABILIS» ANFITEATRO DO CHIMICO. MUSEU DA CIÊNCIA, UC [19 DE ABRIL, 17H00] COIMBRA






- anfiteatro do Chimico, Museu da Ciência – 19 abril às 17h 

 CONVITE. PALESTRA: “Welwitschia mirabilis: um ser vivo milenar do deserto de Moçâmedes” 

e APRESENTAÇÃO da 2ª edição do livro:
“Sessenta minutos no deserto com… Welwitschia mirabilis!”



Palestra por Ana Cristina Tavares, conservadora das colecções de História Natural do Museu da ciência da Universidade de Coimbra, doutorada em Fisiologia Vegetal pela Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC). Welwitschia mirabilis: um ser vivo milenar do deserto de Moçâmedes
De entre os objetos do acervo botânico do Museu da Ciência da Universidade de Coimbra destaca-se a Welwitschia mirabilis Hook.f., um ícone da ciência, raro na natureza e nos museus.
Trata-se de um endemismo vegetal que habita exclusivamente no deserto do Moçâmedes/ Namibe, na faixa ocidental africana que engloba o sul de Angola e o norte da Namíbia. Uma espécie que, pelo seu exotismo, raridade e caraterísticas únicas vale a pena conhecer. 
Numa abordagem interdisciplinar sobre Biologia, Geologia, Antropologia e História da Ciência, nesta palestra sobre o passado, o presente e o futuro desta espécie apresentam-se as etapas de uma viagem ao deserto de Moçâmedes e ao contacto direto com um ser vivo fantástico.
No final da sessão, pela Editora MinervaCoimbra e da autoria de Ana Cristina Tavares, decorrerá o lançamento da 2ª edição do livro “Sessenta minutos no deserto com… Welwitschia mirabilis!”. www.minervacoimbra.pt  https://www.facebook.com/minervacoimbraed/

quarta-feira, abril 12, 2017

HOMENAGEM. PROFESSORA MARIA HELENA ROCHA PEREIRA. MEMORÁVEL E INESQUECÍVEL


Maria Helena Rocha Pereira, professora catedrática da Universidade de Coimbra, jubilada, e a maior especialista portuguesa em Estudos Clássicos. Partiu aos 91 anos. 

Em 2003, no âmbito de Coimbra Capital da Cultura, Maria Helena da Rocha Pereira contribuiu com a tradução das tragédias Ájax e Antígona para o livro
«SÓFOCLES -Tragédias», ed. MinervaCoimbra, 2003. Este livro contém também traduções de Maria do Céu Fialho e José Ribeiro Ferreira


Maria Helena Rocha Pereira 
LUÍS EFIGÉNIO/NFACTOS


"Foi a primeira professora catedrática da secular Universidade de Coimbra. A primeira em 666 anos. (A primeira a prestar provas. Carolina Michaelis tinha sido convidada.)
Viveu sempre com os antigos. Abraçou o estudo dos gregos e latinos como se abraça o sacerdócio. Não casou, não teve filhos. Tem quatro sobrinhos que adora.
É por causa dessa dedicação exclusiva que podemos ler em português a «República» de Platão ou «As Bacantes» de Eurípides, por exemplo. Elaborou a «Hélade», antologia da cultura grega, porque os alunos provenientes dos mais diversos cursos nem sempre sabiam grego. Traduziu a «Medeia» ou a «Antígona» a pedido do grupo de teatro da universidade. Mas diz que detesta traduzir. Gosta muito de estudar e ensinar e a isso votou a sua existência. Ensinou durante quarenta anos, é professora jubilada desde 95. Deixou de dar aulas, mas continua a orientar mestrados e doutoramentos."

Anabela Mota Ribeiro  http://anabelamotaribeiro.pt/33111.html