quarta-feira, dezembro 30, 2009

A HERDEIRA (Segredos do Sub-Mundo II)

As Edições MinervaCoimbra promoveram em Braga o lançamento do segundo livro da saga Segredos do Sub-Mundo, de Júlia Durand, intitulado A HERDEIRA.

A apresentação esteve a cargo do jornalista e escritor António Costa Santos.













sábado, dezembro 26, 2009

terça-feira, dezembro 22, 2009

[Braga] A HERDEIRA. SEGREDOS DO SUB-MUNDO II


A Autora e as Edições MinervaCoimbra convidam para o lançamento do livro

A HERDEIRA. SEGREDOS DO SUB-MUNDO II

de Júlia Durand

A apresentação será feita pelo jornalista e escritor António Costa Santos.

A sessão realiza-se terça-feira, 22 de Dezembro, pelas 18h30, na Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva (rua de S. Paulo, n.° 1, Cividade), Braga.


Artemise, os seus amigos e respectivas sub-personagens adaptam-se a uma vida no palácio real, sem suspeitar das implicações que ela pode ter. Leasil, a primeira Herdeira, deve designar uma segunda Herdeira – e a escolha não é muito democrática. Além disso, Eurico continua desaparecido e, para complicar as coisas, Rafaela está determinada a não se deixar cair no esquecimento...


Júlia Pereira da Cunha Durand nasceu em 1994, em Braga. Frequenta o décimo ano na Escola-conservatório Calouste Gulbenkian, no curso de Composição. Gosta de letras, de música e de História. Consome romances, biografias ou qualquer coisa escrita ou pintada sobre os séculos XVIII e XIX e conversa sobre o assunto no seu blogue com correspondentes espalhados pelo mundo: http://coloursfromthepast.blogspot.com. Um filme de época, cujo guião escreveu e que rodou com colegas e amigos, está em fase de montagem.

Aos caderninhos onde vai apontado ideias para as histórias que ela própria escreve, acrescentou agora, no saco à tiracolo, um bloco-notas de pautas para não deixar fugir inspirações musicais repentinas. As suas gatas apreciam ouvi-la ao piano, especialmente à lareira.


Antes do presente livro, publicou Segredos do Submundo (romance, 2007), escrito aos 12 anos, e, mais recentemente, Flor de Jasmim (conto, 2009).

domingo, dezembro 20, 2009

Luiz Goes: testemunho vivo da memória histórica da Canção de Coimbra

Carlos Carranca, Isabel de Carvalho Garcia, Luiz Goes e Jorge Cravo


As Edições MinervaCoimbra lançaram hoje (domingo) o livro “LUIZ GOES. O Neo-Modernismo na Canção de Coimbra ou o Advento da Escola Goesiana”, da autoria de Jorge Cravo.


A Livraria Minerva foi pequena para acolher todos os amigos que quiseram marcar presença no evento. Destaque, entre outros, para o ministro da Justiça, Alberto Martins, Camacho Vieira, António Arnaut, João Moura, presidente do município de Cantanhede, Mário Campos, Luís Alcoforado, presidente da Turismo de Coimbra, e muitos antigos e actuais cultores da Canção de Coimbra.


À apresentação da obra pelo próprio autor, seguiu-se a leitura de poemas de Luiz Goes por Carlos Carranca e a interpretação de temas de Luiz Goes pelo grupo Capas Negras, constituído por António José Moreira, Nuno Encarnação, Eduardo Filipe e Luís Alvelos.


Intervieram ainda Isabel de Carvalho Garcia, que abriu e encerrou a sessão, e o próprio Luiz Goes que agradeceu a presença dos muitos amigos e recordou, com muito humor, episódios pontuais que o ligaram a alguns deles.


De acordo com Jorge Cravo, Luiz Goes é, a partir da segunda metade do século XX, uma figura incontornável e acima de quaisquer suspeitas quanto à importância que tem na evolução da Canção de Coimbra. Testemunho vivo da memória histórica da Canção de Coimbra, para Luiz Goes estava reservado o importante papel de renovar profundamente o discurso semântico-musical da Canção de Coimbra, criando um Novo Canto, estética e ideologicamente herdeiro da escola modernista de Edmundo de Bettencourt.


Não deixa até de ser significativo o facto de, nalgumas obras de referência de âmbito nacional, nomeadamente enciclopédias, surgirem indexados, lado a lado, José Afonso e Luiz Goes: o primeiro, como grande impulsionador da nova MPP, e o segundo, como o grande inovador da Canção de Coimbra a partir dos anos 60, acrescenta Jorge Cravo.


Para o autor, ele próprio cultor da Canção de Coimbra, já com vários discos gravados, é indubitável que, quando se fala de alguém que renovou e revolucionou o processo natural de evolução do Canto Coimbrão, sem ter provocado uma ruptura, o nome de Luiz Goes surge, de forma inquestionável, como a grande referência desse evoluir, sem sobressaltos e malabarismos, e como detentor de um grande sentido estético, emotividade quantum satis e uma profunda sensibilidade por toda a fenomenologia que envolve a música de Coimbra.


E, assegura ainda, quem alguma vez teve o privilégio de privar de perto com Luiz Goes, conclui estar na presença de um homem que revela uma clareza de ideias e uma ética que o guindam à posição de fiel depositário de um conjunto de princípios e de valores que devem nortear quem sinta a Canção de Coimbra como uma causa.


Uma das suas grandes preocupações sempre foi o saber incutir a quem o procura o conhecimento da memória histórica da Canção de Coimbra, que é urgente saber defender, preservar e difundir.