quarta-feira, novembro 14, 2012

«ANÁLISE DOS MEDIA» DE ISABEL FÉRIN e «JORNALISTAS ESCRITORES: A NECESSIDADE DA PALAVRA» DE FÁTIMA LOPES CARDOSO [APRESENTAÇÃO EM COIMBRA] 15 DE NOVEMBRO, 17H00



CONVITE

A Imprensa da Universidade, 
a Secção de Comunicação da FLUC, e as Edições MinervaCoimbra,
convidam-no para o lançamento dos livros

Análise dos Media, de Isabel Férin,
Jornalistas Escritores: a necessidade da palavra, 
de Fátima Lopes Cardoso,

no próximo dia 15 de novembro, pelas 17h00, 
na Cafetaria do Museu da Ciência.

A apresentação estará a cargo dos Senhores Doutores
Ana Teresa Peixinho, Paquete de Oliveira
e pelo jornalista escritor Mário Zambujal.



***

«JORNALISTAS ESCRITORES - A NECESSIDADE DA PALAVRA» DE FÁTIMA LOPES CARDOSO [APRESENTADO NO CASINO FIGUEIRA] POR MÁRIO ZAMBUJAL


Decorreu no Casino da Figueira a apresentação do livro 
«JORNALISTAS-ESCRITORES: A NECESSIDADE DA PALAVRA» de FÁTIMA LOPES CARDOSO.
Com o apoio do Casino Figueira, coube ao Dr. Domingos Silva, a abertura da sessão.
Seguiram-se as intervenções de Isabel de Carvalho Garcia, em nome das Edições MinervaCoimbra, de Mário Zambujal, que apresentou a obra, e de Fátima Lopes Cardoso. Com uma sessão muito participada pelos presentes, que questionaram a autora e o apresentador sobre a profissão de jornalista, hoje, para além do que levou a autora a escolher este tema. 
Fátima Lopes Cardoso através de entrevista a doze jornalistas – e também escritores – de diferentes gerações,António Alçada BaptistaAgustina Bessa-Luís, Urbano Tavares Rodrigues, Baptista-BastosFernando Dacosta,Mário ZambujalFrancisco José ViegasInês Pedrosa,Miguel Sousa TavaresCatarina FonsecaCláudia Galhós e Pedro Rosa Mendes, este livro pretende mostrar as vontades e intenções que levam um jornalista a escrever romances. E anula qualquer preconceito e receios de quem nunca soube compreender o jornalismo.
A seguir passamos o registo da noticia publicada pelo jornal "O Figueirense", de autoria de Andreia Gouveia, a propósito da apresentação do livro de Fátima Lopes Cardoso, no Casino Figueira, a quem agradecemos.




Deixamos aqui o registo da noticia publicada pelo jornal "O Figueirense", de autoria de Andreia Gouveia, a propósito da apresentação do livro de Fátima Lopes Cardoso, no Casino Figueira. os nossos agradecimentos. 


           O FIGUEIRENSE                                                        FIGUEIRA DA FOZ    11
sexta feira, 16 de novembro de 2012         LIVROS
     LIVRO «JORNALISTAS ESCRITORES»  APRESENTADO NO CASINO FIGUEIRA

           “EXISTE CENSURA, CLARO QUE SIM”          

"Começou por ser uma tese de mestrado da jornalista, crítica de cinema e docente universitária Fátima Lopes Cardoso, mas rapidamente se percebeu que o tema interessava a um universo maior. Com o patrocínio do Gabinete para os Meios de Comunicação Social e edição da Minerva Coimbra, a tese foi adaptada e atualizada, dando origem ao livro «Jornalistas-Escritores A Necessidade da Palavra, que esta quarta feira foi apresentado no Casino Figueira. A obra reúne, sem se limitar a isso, 12 entrevistas a jornalistas- escritores, selecionados por critérios de representatividade sociológica (idade, género, notoriedade, etc.), incluindo Mário Zambujal, a quem coube a apresentação do livro. É um trabalho brilhante e de uma argúcia extrema, que se insere num rol de livros interessantes sobre comunicação social mas o se confunde com nhum outro, garantiu o jornalista-escritor. A abordagem de Fátima Lopes Cardoso começa pela caraterização da profissão, acompanhando a sua evolução com base em diferentes estudos sobre aspe- tos o diversos como as habilitações académicas, o género, o acesso a funções de chefia ou os sentimentos de frustração dos jornalistas. A ideia de que o jornalismo  é uma missão, à qual se exige todos os sacrifícios, contribui para a degradação das condições laborais, na medida em que, por entrega à profissão, muitos profissionais nunca recusam um trabalho fora de horas, exemplifica a autora no livro. 
Mas o serão apenas nem maioritariamente as frustações laborais a «empurrar» os jornalistas para a ficção.
Há uma verdadeira necessidade da palavra, defendeu Fátima Lopes Cardoso. A crónica ainda é dos poucos espaços do jornal onde o jornalista se pode sentir liberto da condição de escravo dos acontecimentos, da agenda, e fazer algo mais pessoal, defendeu também Mário Zambujal. Mas é na ficção, “muitas vezes inspirada na realidade com que se confrontam no exercício da sua prosfissão, que os jornalistas podem, garante Mário Zambujal, “transgredir,  fugir às regras tanto do jornalismo  - refém da ditadura dos factos - como dos próprios cânones da literatura  O estado da imprensa em Portugal também foi abordado na apresentação. A transformação do jornalismo  num  negócio deu mau resultado, escravizou-o às vendas com uma pressão violenta, defendeu Mário Zambujal. E censura, ainda há?, perguntaram da plateia. “Existe censura, claro que sim, diz a autora. “Os jornalistas o escrevem o que querem nem como querem, corroborou Mário Zambujal. Há diferenças em relação ao «lápis azul» de outros tempos? A censura de hoje é económica e de interesses que o o os dos valores-notícia, concluiu Fátima Lopes 
Cardoso."

v Andreia  Gouveia 


«JORNALISTAS-ESCRITORES: A NECESSIDADE DA PALAVRA»
FÁTIMA LOPES CARDOSO, através de entrevista a doze jornalistas – e também escritores – de diferentes gerações,António Alçada BaptistaAgustina Bessa-Luís, Urbano Tavares Rodrigues, Baptista-BastosFernando Dacosta,Mário ZambujalFrancisco José ViegasInês Pedrosa,Miguel Sousa TavaresCatarina FonsecaCláudia Galhós e Pedro Rosa Mendes, este livro pretende mostrar as vontades e intenções que levam um jornalista a escrever romances. E anula qualquer preconceito e receios de quem nunca soube compreender o jornalismo.

Este livro é o número 59 da Colecção Comunicação dirigida por Mário Mesquita.

«ANTOLOGIA POÉTICA» DE ARNALDO SILVA APRESENTADA EM COIMBRA POR NARCISO MIRANDA



 Antologia Poética de Arnaldo Silva edição bilingue (português/francês), com a chancela das Edições MinervaCoimbra, foi apresentada por Narciso Miranda (ex-Presidente da Câmara Municipal de Matosinhos), na Livraria Minerva Galeria, em Coimbra. A sessão contou ainda com Isabel de Carvalho Garcia, que em nome da editora (MinervaCoimbra) elogiou o autor pelos valores humanos que o caraterizam, pela qualidade literária dos livros publicados e pela sensibilidade estética e qualidade artística que coloca em tudo o que faz. Teceu ainda algumas considerações sobre o percurso biográfico de Arnaldo Silva. Isabel de Carvalho Garcia aproveitou a ocasião para elogiar igualmente José Machado Lopes, autor do prefácio da Antologia, embaixador da nossa cultura (artística e literária) em França, o que já lhe valeu alguns prémios atribuídos pelas autoridades daquele país. A sessão foi ilustrada com a leitura de poemas por José Machado Lopes e Marion Mistichelli (Diretora da Alliance Française em Coimbra) e pelo próprio autor. A terminar, Manuel Rocha e Regina Rocha (voz) interpretaram o poema da Antologia "Se eu fosse Dono do Tempo", musicado pelo M. Rocha. António Vilhena, poeta e escritor, pediu a Manuel Rocha para repetir a atuação, para assim os presentes se deleitarem com a sua interpretação.


Narciso Miranda, que conhece o autor há já vários anos, referiu que "Arnaldo Silva está constantemente a fazer a festa da poesia. Arnaldo Silva é um homem da cidadania, empenhado em tudo o que faz, com vasta intervenção na cultura,conseguindo transformar tristezas em alegrias". Definiu-o ainda como "dinâmico, criativo,  amigo e solidário, sempre insatisfeito na busca da perfeição, com uma noção enorme de valores e princípios. Um homem de esperança, apaixonado pela vida." Em relação à sua poesia Narciso Miranda referiu que "os seus poemas são palpitantes, generosos, vibrantes, apaixonantes mas provocadores".
Arnaldo baptista, natural do Porto, conta já com 14 títulos publicados, e foi entre outras actividades que desenvolveu ao longo da vida, cronista/colaborador do Jornal e Notícias, durante sete anos. Durante este período desenvolveu contactos com romancistas, poetas,
 pintores, músicos, escultores e outros intérpretes do universo artístico.



ARNALDO SILVA completou o Curso complementar dos liceus, tendo frequentado as Faculdades de direito, em Coimbra, e da de Filosofia, no Porto. Ligado, profundamente, a Matosinhos, também pela prática desportiva, esta é, de facto, e no dizer do poeta, a cidade que o adoptou, e que o próprio abraçou como sua. Entre 1968 e 2001, Arnaldo Silva, entre pragmático sonhador e perfeccionista, desempenhou actividades profissionais diversas: na supervisão organizativa do trabalho; nas técnicas informáticas, ao serviço da PT Comunicações; publicidade e Marketing; na direcção comercial de empresas; na promoção internacional das empresas e dos produtos portugueses, enquanto Técnico Superior do ICEP; na prática e leccionamento desportivo.
Foi cronista/colaborador do Jornal e Notícias, durante sete anos, ao longo dos quais desenvolveu contactos com romancistas, poetas, pintores, músicos, escultores e outros intérpretes do universo artístico.
Regista contributos consideráveis na prefaciação de obras autorais  de referência, é presença regular na tertúlia reflexiva e de lazer, projectando na voz privilegiada, o diseur de talento maior e o seu carácter de comunicador e poeta.
Obras do autor:
Os Primeiros Ais1990; Fogos Ázimos, 1992
Ecos Cálidos, 1995; Talvez Amor, 1999;
Para Além do Amar, 1999, As Safiras são Azuis,2001;                                                                    
Na Curva dos Segredos Imperfeitos2005; 
A Vertigem das Palavras Insuspeitas2007;                                          
Atrium, 2008; Túnicas de Nudez, 2010;
No Sabor da Pena… e do Prazer…,2010                                                                                                                
...Na Língua dos Lábios2010; Bailados Vadios, 2011

segunda-feira, novembro 12, 2012

«JORNALISTAS ESCRITORES: A NECESSIDADE DA PALAVRA » de FÁTIMA LOPES CARDOSO [FIGUEIRA DA FOZ] 14 DE NOVEMBRO, 18H30 [CASINO FIGUEIRA]






CONVITE

O Casino Figueira, a Autora e as Edições Minervacoimbra 
têm o prazer de convidar V. Exa para o lançamento do livro

JORNALISTAS ESCRITORES
a necessidade da palavra
de autoria de Fátima Lopes Cardoso.

A apresentação será feita pelo jornalista escritor
Mário Zambujal.
A sessão realiza-se no próximo dia 14 de novembro,
pelas 18H30, no Casino Figueira, 
Rua Dr. Calado, 1 - Figueira da Foz.


EM COIMBRA, A APRESENTAÇÃO REALIZA-SE DIA 15 DE NOVEMBRO, PELAS 17H00.

«JORNALISTAS-ESCRITORES: A NECESSIDADE DA PALAVRA»

FÁTIMA LOPES CARDOSO, através de entrevista a doze jornalistas – e também escritores – de diferentes gerações,António Alçada BaptistaAgustina Bessa-Luís, Urbano Tavares Rodrigues, Baptista-BastosFernando Dacosta,Mário ZambujalFrancisco José ViegasInês Pedrosa,Miguel Sousa TavaresCatarina FonsecaCláudia Galhós e Pedro Rosa Mendes, este livro pretende mostrar as vontades e intenções que levam um jornalista a escrever romances. E anula qualquer preconceito e receios de quem nunca soube compreender o jornalismo.

Este livro é o número 59 da Colecção Comunicação dirigida por Mário Mesquita.

domingo, novembro 11, 2012

«ANTOLOGIA POÉTICA» DE ARNALDO SILVA [APRESENTAÇÃO EM COIMBRA] 13 DE NOVEMBRO, 18H00 [LIVRARIA MINERVA]





CONVITE

As Edições MinervaCoimbra, a Alliance Française de Coimbra e o Autor têm o prazer de convidar V. Exa para a apresentação da

ANTOLOGIA POÉTICA, edição bilingue (português/francês), 
de Arnaldo Silva.

A apresentação será feita por Narciso Miranda (ex-Presidente da Câmara Municipal de Matosinhos).
Leitura de poemas por José Machado Lopes, Marion Mistichelli e pelo autor.
Apontamento musical com Manuel rocha (guitarra clássica e voz) e Regina Rocha (voz) que interpretarão o poema da Antologia "Se eu fosse Dono do Tempo".

A sessão realiza-se no próximo dia 13 de Novembro, pelas 18h30, na Livraria Minerva, Rua de Macau, 52 (Bº Norton de Matos), em Coimbra.


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A  «ANTOLOGIA POÉTICA» de ARNALDO SILVA, edição bilingue (português/francês), com prefácio de José Machado Lopes, vai ser apresentada, eCoimbra, por Narciso Miranda, a
13 de Novembro, pelas 18h00, na Livraria Minerva, Rua de Macau, 52.
Com 178 páginas e capa dura, conta com ilustrações de Rodrigo Costa e tradução de Ana cristina Gonçalves.


ARNALDO SILVA nasceu  em 1949, em Cedofeita, na cidade do Porto, e completou o Curso complementar dos liceus, tendo frequentado as Faculdades de direito, em Coimbra, e da de Filosofia, no Porto. Ligado, profundamente, a Matosinhos, também pela prática desportiva, esta é, de facto, e no dizer do poeta, a cidade que o adoptou, e que o próprio abraçou como sua. Entre 1968 e 2001, Arnaldo Silva, entre pragmático sonhador e perfeccionista, desempenhou actividades profissionais diversas: na supervisão organizativa do trabalho; nas técnicas informáticas, ao serviço da PT Comunicações; publicidade e Marketing; na direcção comercial de empresas; na promoção internacional das empresas e dos produtos portugueses, enquanto Técnico Superior do ICEP; na prática e leccionamento desportivo.
Foi cronista/colaborador do Jornal e Notícias, durante sete anos, ao longo dos quais desenvolveu contactos com romancistas, poetas, pintores, músicos, escultores e outros intérpretes do universo artístico.
Regista contributos consideráveis na prefaciação de obras autorais  de referência, é presença regular na tertúlia reflexiva e de lazer, projectando na voz privilegiada, o diseur de talento maior e o seu carácter de comunicador e poeta.

Obras do autor:
Os Primeiros Ais1990; Fogos Ázimos, 1992
Ecos Cálidos, 1995; Talvez Amor, 1999;
Para Além do Amar, 1999, As Safiras são Azuis,2001;                                                                    Na Curva dos Segredos Imperfeitos2005; 
A Vertigem das Palavras Insuspeitas2007;                                          
Atrium, 2008; Túnicas de Nudez, 2010;
No Sabor da Pena… e do Prazer…,2010                                                                                                                
...Na Língua dos Lábios2010; Bailados Vadios, 2011