sábado, novembro 10, 2012

CARLOS CARRANCA COM «CASTICISMO DE UNAMUNO E TORGA» EM COIMBRA



Com o espaço da Livraria Galeria Minerva repleto de amigos de Carlos Carranca e admiradores da forma entusiasta e apaixonada com que respira Coimbra e a sua cultura, decorreu a apresentação do livro «Casticismo em Torga e Unamuno» de sua autoria. Com a Chancela das Edições MinervaCoimbra, este livro resulta da tese de doutoramento em Línguas e Literaturas Modernas, especialidade em Língua, Cultura e Literatura Portuguesas, do autor.

A sessão foi iniciada com Isabel de Carvalho Garcia que depois de uma breve introdução à obra e nota biográfica do autor enalteceu as suas qualidades. Considerando que Coimbra e as suas gentes lhe deviam prestar tributo pela forma apaixonada e entusiasta com que promove, onde quer que vá, a nossa cultura artística, literária e a canção de Coimbra. Referindo que Carlos Carranca é “afetuoso e afetivo, intempestivo e introspectivo, apaixonado, impetuoso e reflectivo, com um enorme sentido de justiça, de ética, de dignidade. Genuíno, singular, castiço, disponível e solidário, amigo, ajudando da forma mais natural sem pedir nada em troca, conseguindo transformar qualquer momento vulgar, num momento único de cultura, de partilha de afecto ….E de espetáculo...Muitos o comparam a Torga na sua singularidade, genuidade e casticismo. Assumimo-lo como dinamizador e divulgador cultural único na sua genialidade de transportar a cultura de Coimbra para onde vá e de assumir Coimbra como a sua paixão”. E terminou: “O nosso obrigada por seres um verdadeiro e genuíno Homem bom, onde a generosidade e a fraternidade são a tua bandeira. Bem hajas por apesar de todo os contratempos e adversidades, teres uma capacidade enorme de sonhar e fazer os outros sonharem.”


A apresentação esteve a cargo de António Arnaut, que reforçou a ideia de Carlos Carranca, explicita na obra, de que para Torga era fundamental aquilo que o povo tem de mais puro de mais autêntico, o seu casticismo. Quanto mais singular mais universal e também que “o casticismo em Torga e Unamuno passa por reforço da identidade nacional, pelo conhecimento do que há de mais profundo na vivência do seu povo com abertura ao exterior, denunciando e pugnando, ao mesmo tempo, pelo aprofundamento da cultura do seu povo, abertos à cultura dos outros povos.”
Segundo António Arnaut para Torga “A liberdade era uma penosa conquista da solidão” e também para António Arnaut “o que há de verdadeiramente único na obra de Torga é a vida como sinónimo de liberdade a conquistar”. 


Carlos Carranca reforçou ainda uma frase de Torga que exemplifica o seu casticismo: “sou do povo, sou pelo povo e não há forças que me apaguem do instinto a cepa de onde provenho.”

Para Carlos Carranca Miguel de Unamuno e Miguel Torga pugnavam por um entendimento entre as culturas, reforçando a nossa própria cultura. Segundo o autor “Hoje Miguel Torga seria um crítico feroz do momento que se vive em Portugal.Aliás, já em 91 o antecipava dizendo que com a abertura das fronteiras , com a moeda única só um milagre é que nos podia salvar da voracidade do capitalismo.”
E ainda :

"Torga herda uma carga moral e ética de Unamuno, que os seus escritos contem. Reforçam o casticismo na defesa dos princípios segundo o qual a aldeia global só se cumpre na capacidade de entendimento e no respeito pela aldeia particular, concreta, real, que existe à medida dos homens e das mulheres. Para Torga a cultura cumpre-se na relação coma a natureza, na autenticidade profunda que esta valoriza.
Torga assim como Unamuno temia que o abandono do espírito levasse ao triunfo do material, da técnica, sem mais nada."
Carlos Carranca comemorou, neste dia, o seu 55º aniversário.
Depois de dar voz a algumas temas de Coimbra, acompanhado à guitarra por
João Reis, a sessão foi encerrada com os presentes a entoarem os "parabéns a você". 




Carlos Alberto Carranca de Oliveira e Sousa, professor do ensino superior, poeta, ensaísta e declamador, nasceu na Figueira da Foz a 9 de Novembro de 1957. Licenciado em História e doutorado em Língua e Cultura Portuguesa pela U.A.L., exerce docência na Escola Superior de Educação Almeida Garrett,  Universidade Lusófona como professor associado convidado e na Escola Profissional de Teatro de Cascais.  Foi presidente da Sociedade da Língua Portuguesa, assessor cultural da Associação dos Antigos Estudantes de Coimbra em Lisboa, director adjunto do jornal mensal Artes & Letras, assim como sócio fundador do Círculo Cultural Miguel Torga. É director do Centro de Estudos da Lusofonia Agostinho da Silva e da Biblioteca  da ESE Almeida Garrett.
Foi agraciado no ano de 2001 com a Medalha de Mérito Cultural do Município de Cascais.
Autor Profundamente arreigado à sua terra de adopção (Coimbra), onde viveu e estudou durante a infância e juventude e reconhecidamente uma das  referências do chamado “Fado de Coimbra” como autor e intérprete.


sexta-feira, novembro 09, 2012

«CASTICISMO EM UNAMUNO E TORGA», de CARLOS CARRANCA [AUDITÓRIO DO CENTRO CULTURAL DE CASCAIS]

 Emídio Guerreiro, Carlos Carranca, Eugénio Lisboa, 
José d' Encarnação e Isabel de Carvalho Garcia

Decorreu no dia 7 de Novembro de 2012, no auditório do Centro Cultural de Cascais, o lançamento do livro «CASTICISMO EM UNAMUNO E TORGA», de Carlos Carranca
Deixamos aqui a reportagem de 08 de Novembro, no Cyberjornal,
a quem agradecemos.
http://www.cyberjornal.net/index.php?option=com_content&task=view&id=17342&Itemid=67
Quinta, 08 Novembro 2012
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Fotos: Guilherme Cardoso
O auditório do Centro Cultural de Cascais registou ontem, 
dia 7, uma verdadeira enchente para a apresentação do 
 livro de Carlos Carranca, Casticismo em Unamuno e Torga,
livro que constituiu a sua tese de doutoramento em Línguas 
e Literaturas Modernas, especialidade de Língua, Cultura e
 Literatura Portuguesas, defendida a 1 de Junho de 2010,
 na Universidade Autónoma de Lisboa.

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Além de muitos amigos e admiradores do intenso 
trabalho de dinamização cultural que o autor 
tem desenvolvido quer em Cascais quer em 
Coimbra, fizeram questão de marcar presença 
estudantes seus, quer da Escola Profissional de 
Teatro de Cascais – que inclusive intervieram
na interpretação de alguns poemas ditos a
propósito – quer da Escola Superior de 
Educação Almeida Garrett.

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Abriu a sessão, em nome de Edições MinervaCoimbra

(a editora), Dra. Isabel Garcia, que pôs em relevo, 
entre outros,o aspecto gráfico que quisera dar à obra, 
designadamente as cores adoptadas na capa e no corpo 
por as considerar bem adaptadas ao pensamento de amor 
à terra manifestado pelos dois pensadores em análise.
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José d’Encarnação (que fora arguente da tese) 
começou por evocar a memória de dois vultos 
da Cultura Portuguesa, recentemente desaparecidos 
e intimamente ligados ao autor: Luiz Goes e o 
Prof. Justino Mendes de Almeida, (que presidira 
ao júri de doutoramento). Traçou depois 
o percurso biográfico do autor, salientando 
de modo especial o dinamismo em que 
o Professor Carlos Carranca tem sido exemplar,
 unindo, através da reflexão e da intervenção cultural, 
a Escola à Comunidade.
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O Professor Eugénio Lisboa, orientador que fora 
do trabalho académico em apreço, sintetizou 
a importância da análise que Carlos Carranca
fizera do pensamento destes dois poetas peninsulares,
ambos de nome Miguel, de referência a um terceiro,
o Cervantes do Dom Quixote, mostrando como
a noção de casticismo, autenticidade, implica 
também o dever de ser interveniente no livre 
exercício de uma cidadania que se quer permanente,
crítica e humanista.
Emídio Guerreiro, actual responsável pelo Museu Académico
 de Coimbra e ligado, também por isso, às homenagens 
que têm sido prestadas a Miguel Torga, teceu igualmente
 considerações acerca do trabalho desenvolvido por 
Carlos Carranca nesta sua grande ligação à Lusa Atenas.

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Finalmente, o autor – interrompido logo a princípio
por um aluno que saltou para o palco a dizer 
(portentosamente!) o Manifesto Anti-Dantas, 
de Almada Negreiros, que arrancou fartos aplausos 
da assistência – Carlos Carranca falou longamente 
dos autores que estudara, 
de cujas obras chegou a ler significativos 
extractos e da ideologia que ao pensamento de
ambos estava subjacente.
Devido a inesperado contratempo de última hora, 
a sessão não foi presidida pela vereadora da Cultura, 
Dra. Ana Clara Justino, como estava previsto
(inclusive porque a edição contou também com o apoio 
da Câmara Municipal de Cascais), de modo que
José d’Encarnação encerrou formalmente esta
primeira parte da sessão, agradecendo a presença
de todos e salientando, mais uma vez, 
a densidade de conteúdo cultural dos momentos
que ali se haviam acabado de viver.

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A finalizar, o grupo de intérpretes da 
canção de Coimbra
que normalmente acompanha 
Carlos Carranca brindou 
(e deliciou!) a assistência 
com um breve espectáculo,
 em que, como era natural, 
também Luiz Goes não foi esquecido.

***




quarta-feira, novembro 07, 2012

«UMA VIAGEM À TANZÂNIA» com ANTÓNIO MANUEL RAMIRES [CICLO CULTURAS E PAISAGENS]




O ciclo «Culturas e Paisagens» prosseguiu com o médico António Manuel Ramires e uma viagem à Tanzânia. Com um documentário onde foram apresentadas fotografias da Tanzânia atual, António Manuel Ramires, médico nefrologista do quadro hospitalar do Hospital Geral do CHUC, falou ainda das características da fauna, da flora e da cultura daquele país da África Negra. No final ilustrou  ainda o tema com fotografias do começo do século passado. Numa sessão participada onde não faltaram elogios ao trabalho e à paixão, deste ilustre médico, pela fotografia, pela literatura e pela arte.






ANTÓNIO MANUEL RAMIRES participou no núcleo promotor para a criação da APPH ( Associação Portuguesa de Photograpia ).
Possui arquivo de imagem construído nos últimos quinze anos, maioritariamente constituído por imagens do seculo XIX com cedência de  imagens do seu arquivo para diversas exposições e  variadas publicações.

Algumas das publicações em que participou com cedência de imagens:
 Bento, Paulo Tirres." Documentos e fragmentos biográficos de um intelectual antifascista", 2006
Trincão, Paulo Renato e Ribeiro, Nuno Gomes. "Mário Augusto da Silva uma fotobiografia" Museu Nacional da Ciência e da Técnica; Coimbra 2001
Nobre, Eduardo." Família Real. Álbum de Fotografias"; Quimera Editores. 2002.
Nobre, Eduardo. " Casa Real: Fotografias, Documentos, Manuscritos, Memerabilia; Quimera Editores 2003.
Martins, Ana Maria Almeida. " Fotobiografia de Antero de Quental"; Imprensa Nacional Cada da Moeda; 2008
Torgal, Luis Reis e Ramires, Alexandre. " António José de Almeida e a Republica: Discurso de uma vida ou vida de um discurso", com selecção de imagens de Alexandre Ramires; Circulo de Leitores 2004.
Homem,  Amadeu Carvalho e Ramires, Alexandre. " Memorial Republicano", Camara Municipal de Coimbra 2012.
Santana, Maria Helena,. " Historia da Vida Privada em Portugal: A época Contemporânea" com coordenação de Irene Vaquinhas e direcção de José Mattoso; Circulo de Leitores e Temas e Debates 2011.

Catálogos de Exposições:
Exposições: " Ver a Republica": Com investigação, conteúdos, concepção e digitalização de imagens por Alexandre Ramires. Edição da Universidade de Coimbra em 2010.
 " Revelar Coimbra, os inícios da imagem fotográfica em Coimbra, 1842-1900 " .Concepção e realização de Alexandre Ramires. Museu Nacional Machado de Castro 2001.
" Passado ao Espelho, maquinas e imagens das vésperas e primórdios da photografia" . Concepção e realização de Alexandre Ramires. Museu da Física da Universidade de Coimbra 2006.

 Cedência de espolio fotográfico para as seguintes exposições:
" Gabinete Transnatural de Domingos Vandelli "Paço da Bela Vista, Rio de Janeiro.2008
 " Ver a Republica": Universidade de Coimbra 2010
" Jean Laurent e Portugal, fotografia do séc. XIX". Torre do Tombo Lisboa 2010
" Jean Laurent e Portugal, fotografia do séc. XIX. Centro Português de Fotografia 2011 Porto..
 " Revelar Coimbra, os inícios da imagem fotográfica em Coimbra, 1842-1900 "lar Coimbra, os inícios da imagem fotográfica em Coimbra, 1842-1900 ". 27 de Junho - 26 Setembro de 2001
" Passado ao Espelho, máquinas e imagens das vésperas e primórdios da photografia" Dezembro de 2005 - Fevereiro 2006.

terça-feira, novembro 06, 2012

«CASTICISMO EM UNAMUNO E TORGA», de CARLOS CARRANCA [ COIMBRA] 9 DE NOVEMBRO. 18H30 [LIVRARIA MINERVA]



CONVITE
As Edições MinervaCoimbra e o Autor

têm a honra de convidar V. Exa para o lançamento do livro
 «CASTICISMO EM UNAMUNO E TORGA», de Carlos Carranca.
A apresentação será feita por Dr. António Arnaut e Prof. Doutor Eugénio Lisboa.

A sessão terá lugar no dia 9 de Novembro de 2012, pelas 18h30, 

na Livraria Minerva, Ruia de Macau, 52 (Bº Norton de Matos),

em Coimbra.


Este livro tomando como referências maiores da Ibéria, Unamuno e Torga, questiona o que há de mais profundo na identidade nacional.

 O livro:
«Penso que o objectivo visado foi mostrar-nos, à boleia dos dois grandes escritores ibéricos, um casticismo não redutor, não paroquial, não reaccionário, mas, antes, universal e claramente aberto  a outros alimentos. Não purista, num sentido estreito e mesquinhamente conservador, como aqueles puristas da língua, que vêem inimigos escondidos em cada canto e recanto  (…)
Já por aqui se está a ver a contundente riqueza dos alimentos para debate que este belo livro de Carlos Carranca acolhe e propicia. Um debate empenhado, agónico, a quente, como aqueles que amava e praticava o autor de En Torno Al Casticismo  e também o seu rebelde discípulo e admirador Miguel Torga.»
                       Eugénio Lisboa

«Carlos Carranca, orgulho dos seus Mestres, é estudioso destacável na tese que teve a coragem de apresentar e que o coloca como digno cultor das figuras “quase” divinas das personagens que para sempre foram objecto de profícuo e salutar trabalho.»
                       Justino Mendes e Almeida

ANTOLOGIA POÉTICA (ED. BILINGUE) DE ARNALDO SILVA [MATOSINHOS] 9 DE NOVEMBRO, 21H30


A  «ANTOLOGIA POÉTICA» de ARNALDO SILVA, edição bilingue (português/francês), com prefácio de José Machado Lopes, vai ser apresentada dia 9 de Novembro, pelas 21h30, no Salão Nobre da Junta de Freguesia de Matosinhos.
A apresentação está a cargo do Dr. José Machado Lopes, autor do prefácio.

Em Coimbra, a obra será apresentada por Narciso Miranda, a 13 de Novembro, pelas 18h00, na Livraria Minerva, Rua de Macau, 52 em Coimbra.

Com 178 páginas e capa dura, conta com ilustrações de Rodrigo Costa e tradução de Ana cristina Gonçalves.


«[...] Um alto exercício de estilo, uma gramática sábia, um efeito efervescente, sonhos despertos, fonte de gozos, devassa de horizontes, transes miméticos, laivos epigramáticos, rasgos de génio, omnipresença e invisibilidade, estrofes comprometidas, alegria intelectual, centelha incandescente, porta-voz de aspirações, porta-estandarte de esperanças, também bandeira vermelha de quantas desilusões, impotências, desesperos. (...)
(...) A Poesia de Arnaldo Silva transcende mesmo a Poesia - o verso avança ou 
antecipa o próprio pensamento, versos carregados de intenções, algo parte e partícipe do seu ser, que nos toca, que nos emociona.(...)]»

In prefácio de José Machado Lopes

«JORNALISTAS ESCRITORES: A NECESSIDADE DA PALAVRA» de FÁTIMA LOPES CARDOSO [LISBOA]



Foi apresentado, em Lisboa, na Livraria Bulhosa de EntreCampos o livro «JORNALISTAS ESCRITORES: A NECESSIDADE DA PALAVRA» de FÁTIMA LOPES CARDOSO.
Na sessão, aberta por Sérgio Lavos (Bulhosa) contou-se ainda com as intervenções de Isabel de Carvalho Garcia (Minervacoimbra), Mário mesquita (director da Colecção Comunicação), Fernando Dacosta, que apresentou o livro, e da autora.

Este livro, número 59 da colecção comunicação, dirigida por Mário Mesquita, resulta da tese de mestrado de Fátima Lopes Cardoso, que através de entrevistas a doze jornalistas – e também escritores – de diferentes gerações, António Alçada BaptistaAgustina Bessa-Luís, Urbano Tavares Rodrigues, Baptista-BastosFernando DacostaMário ZambujalFrancisco José ViegasInês Pedrosa,Miguel Sousa TavaresCatarina FonsecaCláudia Galhós e Pedro Rosa Mendes, pretende mostrar as vontades e intenções que levam um jornalista a escrever romances. E anula qualquer preconceito e receios de quem nunca soube compreender o jornalismo.

FÁTIMA LOPES CARDOSO é mestre em Comunicação, Cultura e Tecnologias da Informação, pelo ISCTE, doutoranda em Ciências da Comunicação, especialidade Comunicação e Artes, Pela FCSH, da Universidade Nova de Lisboa, e licenciada em Jornalismo, pela Escola Superior de Comunicação  Social de Lisboa.                                                                                                            Começa a trabalhar no jornal A Capital (1997); grupo Impala (1999), onde escreve sobre cinema na revista TV 7Dias;jornal Público (2000) passando mais tarde a integrar a equipa do Público Centro como correspondente do distrito de Castelo Branco. Em 2004 entra no Grupo Cofina para escrever sobre cinema na revista TV Guia e Correio da Manhã. Jornalista freelancer desde 2006, colabora com diversos órgãos de Imprensa nacional, como Domingo Magazine, do Correio da ManhãSábadoFugas, do jornalPúblicoSaber Viver e escreve crítica literária na revista Os Meus livros
Em 2006, torna-se docente na licenciatura em Comunicação e Multimédia da Universidade Lusíada de Lisboa. Em 2008, lecciona a cadeira de Discurso dos Media, no curso de Ciências da Comunicação da Universidade do Algarve. Atualmente, além de jornalista freelance, é investigadora do Centro de Estudos de Comunicação e Linguagem (CECL), da Universidade Nova de Lisboa, e FCT, bem como docente da Universidade Lusíada de Lisboa. É ainda
Autora da colecção de doze livros/DVD “Os Anos de Ouro do Cinema Português”, editada em 2006, pelo grupo Cofina Media.

terça-feira, outubro 30, 2012

«CASTICISMO EM UNAMUNO E TORGA» DE CARLOS CARRANCA [CENTRO CULTURAL DE CASCAIS] 7 DE NOVEMBRO. 18H30.


CONVITE
A Câmara Municipal de Cascais, as Edições MinervaCoimbra

e o Autor têm a honra de convidar V. Exa para o lançamento do livro

 «CASTICISMO EM UNAMUNO E TORGA», de Carlos Carranca.

A apresentação será feita por Prof. Doutor Eugénio Lisboa, 

Prof. Doutor José d' Encarnação e Dr. Emídio Guerreiro.

A sessão terá lugar no dia 7 de Novembro de 2012, pelas 18h30, 

no auditório do Centro Cultural de Cascais.


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Carlos Alberto Carranca de Oliveira e Sousa, professor do ensino superior, poeta, ensaísta e declamador, nasceu na Figueira da Foz a 9 de Novembro de 1957. Licenciado em História e doutorado em Língua e Cultura Portuguesa pela U.A.L., exerce docência na Escola Superior de Educação Almeida Garrett,  Universidade Lusófona como professor associado convidado e na Escola Profissional de Teatro de Cascais.  Foi presidente da Sociedade da Língua Portuguesa, assessor cultural da Associação dos Antigos Estudantes de Coimbra em Lisboa, director adjunto do jornal mensal Artes & Letras, assim como sócio fundador do Círculo Cultural Miguel Torga. É director do Centro de Estudos da Lusofonia Agostinho da Silva e da Biblioteca  da ESE Almeida Garrett.
Foi agraciado no ano de 2001 com a Medalha de Mérito Cultural do Município de Cascais.
Autor Profundamente arreigado à sua terra de adopção (Coimbra), onde viveu e estudou durante a infância e juventude e reconhecidamente uma das  referências do chamado “Fado de Coimbra” como autor e intérprete.