domingo, junho 17, 2012

«O OLHAR DOS SEM ABRIGO SOBRE A CIDADE DE COIMBRA» [ASSOCIAÇÃO INTEGRAR]



Foi inaugurada pela equipa da Integrar a exposição "O OLHAR DOS SEM ABRIGO SOBRE A CIDADE DE COIMBRA" que resultou de uma iniciativa inédita levada a cabo por esta Associação: foram entregues a alguns sem-abrigo, máquinas fotográficas descartáveis, para que fotografassem a cidade de Coimbra. Era o seu olhar, um outro olhar, que se pretendia que fosse registado. Reuniu-se um júri que contou também com alguns dos melhores  fotojornalistas da nossa cidade: Cajó, Luis Carregã, Mário e Figueiredo. O músico José Valente encantou os presentes com interpretação ao violino de algumas peças clássicas. Terminou a sua actuação com uma peça de sua autoria dedicada a Bernardo Sassetti.
A exposição pode ser visitada até 2 de Julho. 

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sábado, junho 16, 2012

JOAQUIM SARMENTO e «O DEUS DA AUSÊNCIA» APRESENTADO POR AMADEU CARVALHO HOMEM, EM COIMBRA


Joaquim Sarmento

Xavier Rodrigues, Amadeu Carvalho Homem, Joaquim Sarmento, 
António Arnaut, Isabel de Carvalho Garcia

Foi apresentado em Coimbra, o romance de JOAQUIM SARMENTO,
«O DEUS DA AUSÊNCIA». A sessão foi presidida por António Arnaut, a quem o autor dedica o livro: "A António Arnaut/Humanista Solidário/Amante da Cultura/Amigo".
Xavier Rodrigues, filho do artista Jorge Rodrigues, autor da capa, interpretou dois trechos musicais (um no inicio e outro a finalizar).
A sessão foi iniciada por Isabel de Carvalho (editora) que teceu rasgados elogios aos elementos da mesa fazendo ressaltar as suas qualidades humanas e de cidadania. Referiu-se ainda ao autor como um homem culto, um ser humano de excepção cujos valores de ética e cidadania são notórios e ilustram bem as homenagens de que tem sido alvo.
Amadeu Carvalho Homem fez a apresentação do livro da forma eloquente e pedagógica deliciando os presentes. A também escritora Helena Rainha Coelho leu 2 cartas e Isabel Garcia, um texto, que permitiram ilustrar a apresentação do «Deus da Ausência». António Arnaut de improviso e da forma brilhante que lhe é peculiar elogiou e enalteceu as qualidades de Joaquim Sarmento, enquanto pessoa e escritor. Joaquim Sarmento leu um texto que tinha preparado deleitando os presentes com mais uma demonstração do "domínio da língua em todo o seu esplendor e beleza" como referiu Guilherme d'Oliveira Martins. 


Xavier Rodrigues, Helena Rainha Coelho e o artista plástico Jorge Rodrigues (autor da capa)



quinta-feira, junho 14, 2012

EXPOSIÇÃO "OLHAR DOS SEM ABRIGO SOBRE A CIDADE DE COIMBRA"[ASSOCIAÇÃO INTEGRAR] GALERIA MINERVA [COIMBRA] DIA 16 DE JUNHO, 15H00


        CONVITE
    

       INAUGURAÇÃO EXPOSIÇÃO 
“ O olhar dos sem abrigo sobre

       a cidade de Coimbra” 
(Associação Integrar)


      Participação: José Valente (Músico)

Livraria Minerva Galeria, Rua de Macau, 52
      (Bº Norton de Matos) - Coimbra


terça-feira, junho 12, 2012

JOAQUIM SARMENTO e «O DEUS DA AUSÊNCIA» em COIMBRA [LIVRARIA MINERVA ] 14 DE JUNHO, 18H15




CONVITE

O Autor e as Edições MinervaCoimbra
convidam V. Exª para o lançamento do romance


O DEUS DA AUSÊNCIA
(capa de Jorge Rodrigues)

de Joaquim Sarmento.

A apresentação será feita pelo Prof. Doutor Amadeu Carvalho Homem.
A sessão realiza-se no próximo dia 14 de Junho, pelas 18H15,
na Livraia Minerva,Rua de Macau, 52 (Bº Norton de Matos),
em Coimbra.

 ***

«Senhor de uma das escritas mais poderosas da actualidade, Joaquim Sarmento tem em lançamento o seu último romance, intitulado O Deus da Ausência. Com lucidez e exigência, o autor tornou-se um caso singularíssimo no nosso panorama literário. Dotado de capacidades de observação invulgares, que a inteligência e a vivência decantaram (mas não amarguraram), o escritor afirmou, sem cedências, um espaço para si e para a sua obra.
Na linha de Vergílio Ferreira, Joaquim Sarmento continua enriquecendo, diversificando, a corrente mais genuína da grande ficção de língua portuguesa.»
             Fernando Dacosta



A escrita de Joaquim Sarmento permite-nos beneficiar do domínio da língua em todo o seu esplendor e beleza, bem como acompanhar uma narrativa apaixonante, que nos remete para a melhor ficção da cultura portuguesa.
Estamos em O Deus da Ausência diante de uma saga em que a terra se encontra naturalmente com a gente, simbolizando o Douro a Pátria confrontada com a exigência de contrariar a adversidade e a decadência.
A partir da ideia metafórica da ausência, temos o confronto permanente entre o país profundo, arreigado às tradições, e a necessidade de abertura de horizontes, de liberdade e cosmopolitismo. Quantas mudanças se anunciam, quantas resistências, quantas esperanças! O tempo detém-se e apressa-se. Uma sociedade mais justa e fraterna constrói-se com a matéria-prima do drama e da tragédia de quem cultiva o passado e de quem aspira ao futuro, de quem tem paixão e se acomoda, do compromisso e da desistência, da presença e da ausência.
É a vida em estado puro que aqui encontramos como na grande literatura».


Guilherme de Oliveira Martins



    




Joaquim Sebastião Sarmento da Fonseca Almeida, é político, escritor, ensaísta e cronista português. Viveu a sua infância em Lamego. Casado e pai de três filhas, licenciou--se em Direito, tendo exercido a advocacia, durante 25 anos. Foi eleito deputado à Assembleia da República nas VII e VIII legislaturas, nas listas do PS e, no quadro da autarquia da sua terra, Presidente da Assembleia Municipal, Vice-Presidente, Vereador do Pelouro da Cultura. Em 2005, por razões de saúde, aposentou-se, passando a dedicar-se, exclusivamente, à escrita.O seu percurso literário foi recentemente reconhecido pela Câmara Municipal de Lamego, ao atribuir-lhe o Prémio Mérito Cultural 2010 e a Medalha de Ouro da cidade.


[...] Em 1970 Joaquim Sarmento ingressou na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa e foi viver para Oeiras. Em plena época de grandes conturbações políticas, assistiu e participou em várias manifestações de estudantes .Exerceu como advogado na cidade de Lamego e em 1986 aderiu ao Partido Socialista, que o levou a exercer cargos como deputado da Assembleia da República.

Foi por isso, uma figura de destaque do partido e isso tornou-o numa pessoa respeitada e reconhecida na região do Douro  e na cidade de Lamego.
Ao longo da sua evolução como estudante e da construção dos seus ideais políticos, Joaquim Sarmento foi desenvolvendo um grande entusiasmo pela escrita e pela arte em geral. Jean Paul Sartre é uma das suas maiores influências, assim como Thomas Mann e principalmente Marcel Proust.
Virgílio Ferreira foi outra das suas grandes inspirações, tendo desenvolvido uma grande admiração pela escritor.
A sua área de escrita engloba crónicas, texto dramático e escrita romanesca. [...]
Obras publicadas: Fragmentos (crónicas) - 1999; Retalhos de Silêncios-Diário de Um Deputado - 2002; Amália, Uma Paixão - 2004; A Memória e o Tempo e As Folhas do Limoeiro (teatro) - 2004; Fragmentos e Paixões (crónicas) - 2007; O Crime de Cerejeiro (romance) - 2008; A Revolução de António e Oriana (romance) - 2009. O Deus da Ausência (romance), 2012.