quarta-feira, julho 25, 2012

«MEMÓRIA DA LUZ» de ANTÓNIO AUGUSTO MENANO: CINQUENTA ANOS DE POESIA [ANTOLOGIA ORGANIZADA E APRESENTADA POR ANTÓNIO PEDRO PITA] CASINO DA FIGUEIRA DA FOZ [24 DE AGOSTO, 18H30]





ANTÓNIO AUGUSTO MENANO: CINQUENTA ANOS DE POESIA

No próximo dia 24 de Agosto, pelas 18.30 horas, no Casino da Figueira da Foz, será apresentado o mais recente livro de poemas de António Augusto Menano, intitulado Memória da luz e outros poemas .
É, em rigor, uma antologia de toda a sua obra poética já publicada, que comemora o cinquentenário da edição do primeiro livro do poeta, Tempo de Voar, em 1961. A antologia, organizada por António Pedro Pita, é editada pelas Edições MinervaCoimbra e conta com o patrocínio do Casino Figueira.


António Augusto Menano nasceu em 1937. Destacou-se, desde muito jovem, na cena cultural portuguesa. Apesar de fortes ligações ao cinema e ao cineclubismo bem como à literatura e ao jornalismo cultural, é à poesia que, durante muito tempo, consagra a dimensão mais profunda do seu vínculo estético.
Pela estreia, em 1961, é contemporâneo de uma viragem na poesia portuguesa contemporânea. A sua poesia, pós-pessoana e pós surrealista e não alheada das pesquisas formais, mantém contudo uma forte relação com a herança realista, concentrada numa explícita temática social e política.
Não admira, por isso, ver o seu nome em algumas das mais significativas antologias e publicações coletivas que se publicam entre nós, desde os anos 60: A poesia útil (1962), Antologia de Poesia Universitária (1964), Poesia Portuguesa do Pós-Guerra, 1945-1965 (1965), Hiroshima (1967) e Vietname (1970), entre outras.
Ao mesmo tempo, escrevendo sempre, António Augusto Menano vai espaçando as suas obras: só dez anos depois de Tempo Vivo, o segundo livro, publicado em 1963, edita Mundos Simultâneos (1973), seguido de Memória das Coisas (1990).
Entretanto, instala-se em Macau. A sua poesia, sempre modelada pela viagem e as descobertas de múltiplos “outros”, abre uma clave pessoal a novos temas. Publica Poemas de Oriente (1991), Poemas de Macau e Poemas da Roxa Aurora (2009), livros que inscrevem Menano no prestigiado conjunto de poetas portugueses fascinados por Macau.
Em 1998, alguns dos muitos poemas inéditos deram origem a Arco da Memória. Publicou depois Transire – Ventos no Casaco e Teoria do Vidro (2003) e Bazar íntimo (2007).
Na Figueira da Foz, decisiva referência biográfica e mítica do seu percurso e do seu imaginário, desenvolveu intensa atividade cultural e cívica de ressonância nacional. Importa destacar o semanário Mar Alto, título maior da nossa imprensa cultural onde publicou centenas de páginas muito significativas (entrevistas, artigos de circunstância, textos de opinião e crítica).

Foi crítico de poesia no semanário Vida Mundial e colaborou nos mais significativos suplementos e páginas culturais portugueses e em imprensa cultural africana, espanhola e brasileira. Foi ainda pioneiro na divulgação crítico-ensaística da chamada “ficção científica”, temática de um livro anunciado mas jamais publicado.
A criatividade de António Augusto Menano alargou-se entretanto ao domínio da ficção, toda publicada em Macau (Inominável Segredo, 1993; Qual o começo de tudo isto?, 1996; A Guardiã e outras histórias, 2000) e à pintura (exposições um pouco por todo o mundo), sobre a qual escreveu textos críticos e uma obra poética, Caleidoscópio (1996), singular meditação sobre a relação entre a pintura e a poesia.
António Augusto Menano é, pois, uma personalidade singular do nosso meio cultural e artístico. Sempre discreto e muitas vezes decisivo, presente mas invisível, em estado permanente de criação embora desinteressado da “burocracia” da publicação, António Augusto Menano tem vindo a decantar muito lentamente uma obra poética desassossegada, lírica e melancólica, consagrada à indagação dos modos múltiplos de o tempo organizar o caos.

www.casinofigueira.pt  (notícias)

terça-feira, julho 17, 2012

«O ABUSO SEXUAL DE CRIANÇAS NO CÓDIGO PENAL» DE AUTORIA DO ADVOGADO ANDRÉ CAMPOS [BIBLIOTECA MUNICIPAL MANUEL ALEGRE] ÁGUEDA 24 DE JULHO, 18H30



  CONVITE

O Autor e as Edições MinervaCoimbra

convidam V. Exª para o lançamento do livro

O ABUSO SEXUAL DE CRIANÇAS NO CÓDIGO PENAL

Críticas e Sugestões

de autoria do advogado André Campos.

A apresentação será feita pelo Dr. Mário Frota.

A sessão realiza-se no próximo dia 24 de Julho, pelas 18H30,
na Biblioteca Municipal Manuel Alegre, Av. 25 de Abril nº 3, em Águeda.


André Campos nasceu em Águeda. É licenciado em direito e é Mestre em Ciências Jurídico-Criminais, pela Faculdade de Direito da Universidade Lusíada do Porto.Exerce Advocacia na sua terra natal. Foi eleito membro da Delegação da Ordem  dos Advogados de Águeda para o triénio 2011/2013.

segunda-feira, julho 16, 2012

«ESSÊNCIA DA VIDA E DIGNIDADE HUMANA - ANESTESIA E CIVILIZAÇÃO» COORDENAÇÃO DE J. MARTINS NUNES A FAVOR DA MELHORIA DA "SEGURANÇA DO DOENTE"


José Martins Nunes 
(coordenador)

 Clarinda Loureiro (Directora do Serviço de Anestesiologia HUC-CHUC)
Paulo Peixoto, José Manuel Silva, Laborinho Lúcio, 
José Martins Nunes, 
Clarinda Loureiro, Vitor Coutinho e Isabel de Carvalho Garcia

Com cerca de 400 pessoas decorreu no Auditório do Conservatório de Música de Coimbra a apresentação do livro
"ESSÊNCIA DA VIDA  DIGNIDADE HUMANA - Anestesia e Civilização"
com coordenação de José Martins Nunes (Presidente do Conselho de Administração dos CHUC).
O livro cujos autores são J. Martins Nunes, Vitor Coutinho, Carlos Amaral Dias, Paulo Peixoto e Oliveira Brancocontém ainda um  Prefácio de Fernando Leal da Costa 
(Secretário de Estado Adjunto do Ministro da Saúde). 


A sessão de apresentação do livro foi iniciada pela Directora do Serviço 
de Anestesiologia HUC - CHUC, Dra Clarinda Loureiro,
e encerrada pelo Presidente do Conselho de Administração dos CHUC, coordenador e co-autor da obra, José Martins Nunes. A apresentação que coube a Laborinho Lúcio contou ainda com a presença do Bastonário da Ordem dos médicos, José Manuel Silva,
Paulo Peixoto, Vítor Coutinho (co-autores) e  Isabel de Carvalho Garcia (Presidente da LAHUC) e também em representação da MinervaCoimbra.



O livro «ESSÊNCIA DA VIDA DIGNIDADE HUMANA-Anestesia e Civilização» 
é um livro sobre Civilização. Sobre a nossa Civilização marcada pelo respeito da dignidade Humana e pelo triunfo da Anestesia..
Ao longo das suas páginas escreve-se sobre a dor, a ética, mas também sobre a dignidade, o respeito e a fé. 
O produto da venda deste livro reverte para o Serviço de Anestesiologia dos HUC-CHUC e tem como finalidade a melhoria da "Segurança do Doente".


A sessão foi iniciada com um concerto solidário a favor da LAHUC com o apoio do Serviço de Anestesiologia HUC - CHUC. 
Um concerto comentado  sobre a A Anestesiologia e os Séculos XV a XX:
Paralelismo entre a sua História e os principais Movimentos Culturais.
Com narração de Nuno Mendes o espectáculo contou com as vozes de Ana Loureiro e Tânia Ralha
e com Jorge Marinheiro ao Piano, Marco Matos à Guitarra e João Fragoso no Contrabaixo.
 O controlo Audiovisual coube a João Bonifácio
Organização e redacção de textos de Tânia Ralha e projecçaõ multimédia de Ana Loureiro
Organização: Serviço de Anestesiologia HUC - CHUC, EPE

sábado, julho 14, 2012

«O ABUSO SEXUAL DE CRIANÇAS NO CÓDIGO PENAL Críticas e Sugestões» de ANDRÉ CAMPOS [APRESENTAÇÃO EM COIMBRA] LIVRARIA MINERVA




André Campos


Decorreu na Livraria Minerva, em Coimbra, a apresentação do livro «O ABUSO SEXUAL DE CRIANÇAS NO CÓDIGO PENAL- Críticas e Sugestões» de autoria do advogado André Campos. Um livro com a chancela das Edições MinervaCoimbra.
Presidiu à sessão o bastonário da Ordem dos Advogados, António Marinho Pinto e o livro foi apresentado por  Mário Frota.
Numa sala cheia de familiares, colegas e amigos do Autor, Isabel de Carvalho Garcia, em nome da editora, abriu a sessão seguindo-se as intervenções de Mário Frota, António Marinho Pinto e André Campos.


 Mário Frota, António Marinho Pinto, André Campos e Isabel de Carvalho Garcia

 Para Mário Frota "este livro está na ordem do dia. Preocupa quem se vota à sexologia, psicologia, à sociologia e a outros segmentos do saber. O autor, um jovem promissor, de quem fui professor no curso jurídico geral, fez uma investigação profunda, rigorosa,  séria e cuidada sobre um tema que, espero, possa despertar consciências” e  “gerar um sem número de sinais de alerta social para contrabater o fenómeno”, além de poder “incutir nas potenciais vítimas os códigos que desencadeiem mecanismos de defesa ajustados à gravidade dos eventos”.
Elogiou ainda o talento do autor pela forma com quem se debruçou sobre o tema e pelos valores que detém: "um jovem preocupado com a justiça e com a doença moral e social da sociedade actual". Elogiou ainda José Alberto e Isabel Garcia (ed. MinervaCoimbra) pela coragem e persistência de publicarem livros das mais variadas temáticas "numa terra profícua, mas escassa na dádiva de comprar".



Para Marinho Pinto o abuso sexual de crianças é infelizmente  muito mais frequente do que se pode imaginar e não pode ser encarado apenas a partir do direito penal. "É necessário convocar outros saberes e também a sociedade civil. O abuso sexual de crianças é, em Portugal, um problema gravíssimo que tem de ser encarado num aspecto mais amplo. A violência doméstica estende-se às crianças, mulheres e idosos e depende dos domínios insondáveis da mente."  É um crime hediondo. Um crime que constitui um enorme alarme social." Marinho Pinto felicitou ainda o autor por se ter debruçado sobre este tema de uma forma tão séria e preocupada.







André Campos nasceu em Águeda. É licenciado em direito e é Mestre em Ciências Jurídico-Criminais, pela Faculdade de Direito da Universidade Lusíada do Porto.Exerce Advocacia na sua terra natal. Foi eleito membro da Delegação da Ordem  dos Advogados de Águeda para o triénio 2011/2013.