quarta-feira, outubro 12, 2011

A IMAGEM E A PALAVRA na obra de VASCO PEREIRA DA COSTA, com ANTÓNIO PEDRO PITA

 António Pedro Pita, Vasco Pereira da Costa, Isabel de Carvalho Garcia


Decorreu na Livraria Minerva (espaço de galeria) a sessão das "Terças-feiras de Minerva" dedicada à obra literária e artística de Vasco Pereira da Costa. A IMAGEM E A PALAVRA foi o tema escolhido para  António Pedro Pita partilhar com os presentes algumas reflexões sobre o percurso deste ilustre açoriano, autor de seis obras de ficção narrativa (Prémios Miguel Torga e Aquilino Ribeiro) e sete de poesia.


Como pintor, usa, também, o pseudónimo de Manuel Policarpo (Exposições em várias ilhas dos Açores e nos E.U.A.)

A exposição de pintura de Vasco Pereira da Costa intitulada «Sobreposições»

estará patente até dia 19 de Outubro na Galeria da Livraria Minerva em Coimbra.

«UM LEGADO DE PETRARCA» de NATÁLIA QUEIRÓS

Rita Marnoto, Natália Queirós, Maria José Azevedo Santos, Isabel de Carvalho Garcia

Quarteto de Cordas «Ars Camerae»




Com uma sala cheia de familiares, amigos e colegas da autora, decorreu na Casa da Cultura a apresentação do livro "Um Legado de Petrarca" de Natália Queirós, uma edição da MinervaCoimbra.
Em nome da editora, Isabel de Carvalho Garcia agradeceu à autora a preferência com que esta foi distinguida  ao ser elegida para publicar um livro desta distinta e ilustre juíza jubilada. Isabel Garcia  teceu rasgados elogios a esta Senhora de elevado carácter profissional, social e humano com que teve a felicidade de se cruzar e poder colaborar. “A Dra Natália Queirós é uma mulher muito bonita por dentro e por fora, que tive o privilégio de ter conhecido”, referiu ainda.


A apresentação da autora foi feita por Maria José Azevedo Santos (Vice- Presidente da Câmara Municipal de Coimbra e Professor da FLUC) e o livro por Rita Marnoto (Professora da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra), especialista em Petrarca.
O Evento contou com um magnífico concerto pelo Quarteto de Cordas "Ars Camerae" e com a declamação de poemas da autora por alguns dos elementos do Clube de Leitura da Biblioteca de Cantanhede.

Deixamos aqui o Prefácio de Rita Marnoto

«Petrarca — ou a poesia

 Quando perguntei à Senhora Dr.ª Natália Queirós o que a levara a dar como título, a este livro formado por trinta sonetos, Um legado de Petrarca, a sua resposta imediata foi a de que Petrarca representava a poesia. Poucas formulações poderiam exprimir, de forma tão sintética e incisiva, o diálogo entre tempos, vivências e modos de sentir a palavra que é transmitido pelos seus versos.


Francesco Petrarca viveu entre 1304 e 1374 e a bom título é designado, por Ernest Renan, como o primeiro moderno. Na verdade, foi o poeta que mais cedo desvendou aquele mundo de emoções, perplexidades e contradições que fazem parte da nossa sensibilidade, alojando-se nas profundezas da condição humana. Fê-lo através da poesia, que é sem dúvida uma forma privilegiada de penetrar nesse manancial de afectos e sentidos, propulsionando novas dimensões de conhecimento. Um dos motivos pelos quais Petrarca descobriu a poesia, tal como hoje a entendemos, foi a sua consciência de que as palavras trazem dentro de si o mundo, e como tal também toda a carga de contradições que dele faz parte, expressa, sob o ponto de vista estilístico, através de famosas figuras de oposição. Assim se pode compreender que tenha sido um ponto de referência na arte da palavra, aos longo dos séculos, e que continue a sê-lo, na actualidade.


Ora, o fascínio deste livro decorre, muito particularmente, de um acto que é simultaneamente de recepção, de transmissão e de dádiva. Com efeito, inscreve-se na senda de uma tradição poética de valor secular, a de Petrarca e do petrarquismo. Confere-lhe, porém, um tratamento muito pessoal, como se a estivesse a declinar, recriando-a de modo próprio. São extremamente diversas as vivências exploradas nas suas páginas, todas elas, aliás, intensíssimas. Um legado — diz o título, com toda a subtileza. Os caminhos de Petrarca foram sendo sucessivamente retomados por inúmeras gerações de poetas. Também a sensibilidade da poetisa Natália Queirós os percorre, para os dar a ler ao seu público, através da cadeia da palavra poética.


A plenitude da vida exala do sonho e da determinação, desde os primeiros sonetos do volume. A autora dá-se ao mundo e vibra com ele, num sentido de comunhão e de pertença dotado de uma intensidade tal que deixa de ser ela própria, para passar a ser outrem, como no poema que começa, “Eu deixei de ser eu, perdi meu ser” (Perdi-me em ti...). Contudo, esse fervor num ideal é da mesma feita acompanhado pela consciência viva, tão petrarquiana, de que a contradição tudo mina. O amor é deslumbrante, mas, e logo desde o soneto de abertura (Quando os sonhos persistem),


[…] tão só, uma formosa ria,
em que a minh’alma ansiosa se banhou
quando eu de um oceano carecia!


Como tal, o sentido de limite erige-se em trampolim que relança o desejo de atingir sempre novos patamares. O presente é a instância do efémero, e também Petrarca tinha um sentido muito agudo do carácter transitório de todas as coisas, que lhe fora transmitido pelos estóicos. A fugacidade impregna quer a dor, quer a alegria, devoradas, uma e outra, pela passagem do tempo —“Há-de passar a dor e a alegria” (Perene). Por isso, o sentido da vida não pode residir na superficialidade das coisas, nas pequenas ambições materiais, nem em polémicas e ódios estéreis. Os grandes valores assumem então uma dimensão interior que vai para além das insignificâncias do dia a dia, dando oportunidade, ao ser humano, de mostrar a sua verdadeira grandeza — “Tu que cuidas teu corpo, hora após hora, / da tua alma acaso já cuidaste?”, escreve no soneto intitulado Aviso, aviso nesse mesmo sentido dos avisos espirituais que serviam para guiar os deslumbrados pela errância no vazio. É neste ponto que se desprende, das páginas deste legado, um conjunto de valores de ordem ética, cívica e social, entretecido em filigrana. Condensa, afinal, essa vastidão das fronteiras do humano, na profundeza das suas declinações.


A poesia é, da mesma feita, uma vontade ordenadora, na forma que dá a sentimentos e experiências, a factos e a coisas. É-o também, num movimento de perfeito equilíbrio especular, na forma poética escolhida, de cunho clássico — o soneto. Cultivar, nos tempos que correm, esta forma, com o rigor com que o faz a poetisa Natália Queirós, mostra-se extremamente significativo. Trata-se de uma forma fixa constituída, como é sabido, por duas quadras e dois tercetos, que contou com a preferência de Petrarca.


Ao longo destes trinta sonetos, a dimensão humana enche-se de valências que vão do arrebatamento lírico e da entrega total à consciência da caducidade das coisas ou à desmontagem das suas contradições, com implicações de índole pessoal, ética e social. O esteio desse percurso é a poesia, ou melhor, retomando as palavras da autora, aquele Petrarca que representa a poesia.


É assim que as oposições que nos habitam encontram na ordem das palavras, no valor das palavras e na ordem dos versos, um dos seus fundamentais esteios. Ao transmitir-nos este legado de Petrarca, feito seu, Natália Queirós conduz-nos para o âmago da poesia.»


                                      Rita Marnoto


Natália Queirós, nascida em Lisboa e radicada há longa data em Coimbra, licenciada em Direito ingressa a seu tempo na judicatura judicial, função de que ora se encontra jubilada. Independentemente das várias tarefas e funções que vem exercendo teve, desde sempre, a imperiosa necessidade de escrever (não só poesia). Cumprindo a ingência desta vocação tem vindo, após a jubilação, a tentar materializá-la. Desta forma, e sendo as crianças e a juventude o terreno a que entende dever dar-se particular atenção na formação literária e de lingua pátria começou por, num período de cinco anos e em regime de puro voluntariado com a participação de alunos do Colégio dos Órfãos de S. Caetano, criar e manter um pequeno Jornal “o Colégio” cujos modestos donativos revertiam a favor daqueles. Foi uma actividade gratificante e útil durante o tempo que foi possível. Em simultâneo, durante o ano 2005, colaborou com a Antena 2 no programa “Sarabanda”, da responsabilidade de Judite Lima, com a rubrica “Máscaras” – Crónicas sobre assuntos hodiernos de vária índole. Entretanto e sentindo, desde sempre, o teatro como um outro meio priveligiado de cultura a inserir na formação dos jovens criou, com o aval do respectivo município, o Grupo de Teatro Infanto-Juvenil da Biblioteca Municipal de Cantanhede. No contexto desta actividade e na ausência de literatura adequada foi escrevendo as respectivas peças, nove das quais integram o seu primeiro livro dado a público em Novembro passado – “Brincando ao Faz de Conta” – peças na generalidade escritas em verso, tipo redondilha maior, para melhor memorização pelos jovens actores e com uma forte componente cultural e formativa. Escreveu ainda alguns Contos, logrando prémios em Certames Literários. Da poesia stricto sensu só ora se atreve, com alguma ousadia, a partilhá-la com o público.

APRESENTAÇÃO de «O TOMBO DA REPÚBLICA» de EDGARD PANÃO [16 de OUTUBRO, 15H00] CÂMARA MUNICIPAL DE MIRANDA DO CORVO




«[...] Como Moisés contemplando do alto do Monte Nebo a Terra Prometida na qual não viria entrar, Edgard Panão recolheu-se no seu Observatório do Recolhimento, recheado de memórias e de tombos, para fazer uma avaliação do que, no seu entendimento, foi o golpe do 5 de Outubro de 1910. Sucedeu que, por sinal, a República acabou passados cerca 16 anos por “tombar” exausta de convicção e de vigor. As instituições, as pessoas e qualquer criatura, por sua natureza efémeras e finitas, não possuem o dom da perenidade e mais curta será a sua duração se não têm uma base sólida e assentam em areia movediça. ...


...O livro é dedicado a António Panão, seu bisavô, que nas eleições era levado, com abusada assiduidade, pelos caciques do Partido maioritário para a masmorra do vizinho Castelo da Ega: «Ao cidadão postergado por ter dado o seu voto a político de discurso inconsequente». São palavras de uma actualidade flagrante e que falam por si.

...O livro de Edgard Panão constitui um excelente instrumento para apreciar numa perspectiva de análise serena e altamente construtiva uma fase especial da nossa história. Felicitamos o Autor por tão valioso contributo que ajuda a uma reflexão desapaixonada que indo muito para além do espaço cronológico em que se situa tem o condão de fornecer uma assinalável abrangência do passado com o presente e o futuro.»


In Prefácio de Prof. Doutor Manuel Augusto Rodrigues

Edgard Panão nasceu em Penela. Viveu em Miranda do Corvo. Foi professor liceal de Filosofia e História no Liceu José Estevão em Aveiro e no Liceu Nacional de Leiria, director e professor da Escola do Magistério Primário de Silva Porto (actual Kuito), Angola, responsável pelos Serviços de Educação em Dili, Timor, e director e professor da Escola do Magistério Primário de Aveiro.Foi ainda vereador e presidente da Câmara Municipal de Estarreja.
Desde 1993, altura em que se reformou, que se dedica à investigação de índole histórica e a publicar alguns trabalhos, dos quais se destacam “O Moleiro Inteligente” (2000), “A reconstituição das famílias da freguesia de Salvador da vila de Miranda do Corvo” (2002), “Covseiro de Myranda” (2006), “Cartas a Ana de Leonardo” (2007), "Os Trautos de Miranda" (2008), "Comentário - O outro lado da coisa" (2009), "Os convencidos da Vida" (2010), estes cinco últimos livros com a chancela das Ediçõs MinervaCoimbra.

sexta-feira, outubro 07, 2011

A IMAGEM E A PALAVRA com VASCO PEREIRA DA COSTA e ANTÓNIO PEDRO PITA nas «TERÇAS-FEIRAS DE MINERVA» [Dia 11 de Outubro] Livraria Minerva, Coimbra





 A IMAGEM E A PALAVRA com Vasco Pereira da Costa e António Pedro Pita é o tema da próxima «Terça-feira de Minerva» a realizar dia 11 de Outubro, pelas 18h30, na Livraria Minerva, Rua de Macau, 52 (Bº Norton de Matos), em Coimbra.


Nesta sessão António Pedro Pita irá dar a conhecer a obra literária e poética de Vasco Pereira da Costa e também  o seu percurso artístico.

A exposição de pintura de Vasco Pereira da Costa intitulada «Sobreposições»
estará patente até dia 19 de Outubro na Galeria da Livraria Minerva em Coimbra.
Vasco Pereira da Costa
n. Angra do Heroísmo, 1948
Licenciado em Filologia Românica (Fac. Letras, Univ. Coimbra)
Professor aposentado do ensino secundário e do ensino superior
Doutor Honoris Causa pela Univ. de S. José (Macau)
Dir. do Dep. De Cultura, Turismo e Espaços Verdes (C.M. Coimbra – 1991-2001)
Dir. Regional da Cultura (VIII e IX Governos dos Açores)
Cônsul Honorário de França em Coimbra (1997-2001)
Escritor residente do Simpósio da Herança Atlântica (Tulare, Cal. E.U.A.)
Escritor convidado dos Encontros da Lusofonia (2010-2011)
Membro do Conselho Directivo da Fundação Luso-americana
Autor de seis obras de ficção narrativa (Prémios Miguel Torga e Aquilino Ribeiro) e sete de poesia
Como pintor, usa, também, o pseudónimo de Manuel Policarpo (Exposições em várias ilhas dos Açores e nos E.U.A.)

ALEITAMENTO MATERNO DE BÁRBARA SOUSA e TERESA PACHECO na SEMANA MUNDIAL DO ALEITAMENTO MATERNO assinalada pelo CENTRO DE SAÚDE NORTON DE MATOS em Coimbra [Continente Coimbra Shopping] Sábado 8 de Outubro]


A divulgação do livro « ALEITAMENTO MATERNO. Do que se diz ao que se sabe...» de autoria das enfermeiras Bárbara Sousa e Teresa Pacheco, será feita, Sábado, dia 8 de Outubro, das 9 às 13 horas, 
no Continente Coimbra Shopping. Esta é uma das acções que o Centro de Saúde Norton de Matos, em Coimbra, está a levar a efeito para assinalar
a Semana Mundial do Aleitamento  Materno.

"UM LEGADO DE PETRARCA" /Sonetos/ NATÁLIA QUEIRÓS [7 de Outubro de 2011, 21H30] CASA DA CULTURA, COIMBRA



CONVITE

O Presidente da Câmara Municipal de Coimbra, Dr. João Paulo Barbosa de Melo, as Edições MinervaCoimbra e a Autora
têm o prazer de convidar para o lançamento do livro

"UM LEGADO DE PETRARCA"
de Natália Queirós

A apresentação da autora será feita pela Profª. Doutora Maria José Azevedo Santos e o livro será apresentado pela Profª. Doutora Rita Marnoto.

A sessão realiza-se no dia 07 de Outubro, pelas 21H30,
na Casa Municipal da Cultura, Rua Pedro Monteiro, em Coimbra.
Evento abrilhantado com um pequeno concerto pelo Quarteto de Cordas "Ars Camerae".
Será servido um porto de honra.


***

O Legado oferece-nos um punhado de vivências e sentimentos formatados em estilo puramente Petrarquiano, cujo culto não seria despiciendo fazer renascer  mormente se lograr demonstrar que a Poesia quando flui, não há forma que a limite...
É como um rio, flui sempre!

***
A Autora


Natália Queirós, nascida em Lisboa e radicada há longa data em Coimbra, licenciada em Direito ingressa a seu tempo na judicatura judicial, função de que ora se encontra jubilada. Independentemente das várias tarefas e funções que vem exercendo teve, desde sempre, a imperiosa necessidade de escrever (não só poesia). Cumprindo a ingência desta vocação tem vindo, após a jubilação, a tentar materializá-la. Desta forma, e sendo as crianças e a juventude o terreno a que entende dever dar-se particular atenção na formação literária e de lingua pátria começou por, num período de cinco anos e em regime de puro voluntariado com a participação de alunos do Colégio dos Órfãos de S. Caetano, criar e manter um pequeno Jornal “o Colégio” cujos modestos donativos revertiam a favor daqueles. Foi uma actividade gratificante e útil durante o tempo que foi possível. Em simultâneo, durante o ano 2005, colaborou com a Antena 2 no programa “Sarabanda”, da responsabilidade de Judite Lima, com a rubrica “Máscaras” – Crónicas sobre assuntos hodiernos de vária índole. Entretanto e sentindo, desde sempre, o teatro como um outro meio priveligiado de cultura a inserir na formação dos jovens criou, com o aval do respectivo município, o Grupo de Teatro Infanto-Juvenil da Biblioteca Municipal de Cantanhede. No contexto desta actividade e na ausência de literatura adequada foi escrevendo as respectivas peças, nove das quais integram o seu primeiro livro dado a público em Novembro passado – “Brincando ao Faz de Conta” – peças na generalidade escritas em verso, tipo redondilha maior, para melhor memorização pelos jovens actores e com uma forte componente cultural e formativa. Escreveu ainda alguns Contos, logrando prémios em Certames Literários. Da poesia stricto sensu só ora se atreve, com alguma ousadia, a partilhá-la com o público.

ALEITAMENTO MATERNO DE BÁRBARA SOUSA e TERESA PACHECO no HOSPITAL DE S. TEOTÓNIO [CENTRO HOSPITALAR DE TONDELA/VISEU]

 
Bárbara Sousa, Manuela Figueiredo, Teresa Pacheco.

Decorreu ontem, no Auditório do Hospital de S. Teotónio - Centro Hospitalar de Tondela/Viseu, a apresentação do livro «ALEITAMENTO MATERNO. Do que se diz ao que se sabe... » de autoria das enfermeiras Bárbara Sousa e Teresa Pacheco.



«Aleitamento materno do que se diz ao que se sabe...» conta com o prefácio do médico pediatra, Mário Branco, e está dividido em quatros partes.
A primeira aborda a amamentação: expectativas; a segunda: amamentação:vivências; a terceira: benefícios do leite materno e a quarta: regresso ao trabalho. 
Em apenas 96 páginas com formato de livro de bolso, para ser lido facilmente em qualquer lado, as autoras pretenderam, de uma forma expedita, esclarecer alguns mitos, verdadeiros ou não sobre o aleitamento materno.  Não desvalorizando o que se diz, mas com fundamentação se conclui que nem sempre se vai de encontro ao que se sabe.


Deixamos aqui um breve registo do prefácio do pediatra Mário Branco:
« A amamentação ao peito é carinhosamente apelidada de 4º trimestre da gravidez. Na verdade o recém-nascido aleitado ao peito permanece, tal como o feto, totalmente dependente da mãe em termos nutricionais e de cuidados. A vida desta é, praticamente em exclusividade, preenchida na alimentação e no cuidar do seu filho. É o objectivar face a face da dependência "in útero". A grande diferença é que na gravidez a alimentação do filho é feita sem a intervenção intencional da mãe ou do feto, enquanto que após o nascimento o aleitamento materno implica uma acção a dois, de oferta e de procura, cuja vivência ultrapassa em muito o simples acto de nutrir.
Quem melhor para nos falar deste acto de amor do que quem profissionalmente contacta e vive diariamente com ele. E o que vive? Vive e partilha o florido de incertezas, dúvidas, angústias, temores, sucessos e desilusões. Vive a arte e os afectos. .... »


Este livro é o número 3 da colecção "AS CORES DO SABER" das Edições MinervaCoimbra tem capa e ilustrações de Luísa Alte da Veiga.


O nº. 1 intitula-se «Os benefícios do chocolate» e o nº. 2 «A sexualidade do homem depois dos 50 anos».
As autoras
Bárbara Sousa e Teresa Pacheco Enfermeiras, a trabalhar há 8 anos na Área de Saúde Materna e Obstétrica e Conselheiras em Aleitamento Materno, partilham os seus conhecimentos, baseados na investigação e prática diária (com mães, bebés e familiares), oferecendo conselhos práticos e úteis a quem vivencia a amamentação.


Esta acção realizou-se no âmbito das comemorações da Semana Mundial do Aleitamento Materno e foi integrada num  conjunto de iniciativas organizadas pela Mesa do Colégio de  Especialidade de Enfermagem de Saúde Materna e Obstetrícia e pela Associação Portuguesa de Enfermeiros Obstetras, para assinalar o Dia Mundial do Aleitamento Materno (1 de Agosto) e a Semana Mundial do Aleitamento Materno (3 a 9 de Outubro) com o lema internacional da WABA «AMAMENTAÇÃO:EXPERIÊNCIA A 3D».


A Ordem dos Enfermeiros comemora pelo 7º ano consecutivo o Dia Mundial do Aleitamento Materno, a 1 de Agosto, e a Semana Mundial do Aleitamento Materno, de 3 a 9 de Outubro. Este ano, estas efemérides serão assinaladas conjuntamente com a Associação Portuguesa dos Enfermeiros Obstetras (APEO).
Estas duas instituições irão desenvolver um conjunto de acções para salientar a importância da amamentação para a saúde da criança e o estreitar de laços na família decorrente deste acto de amor. A Mesa do CEESMO / APEO irão realizar a 6 de Outubro de 2011, no Auditório do Hospital de S. Teotónio - Centro Hospitalar de Tondela / Viseu.
Em 2011, a Mesa do Colégio da Especialidade de Enfermagem de Saúde Materna e Obstétrica da Ordem dos Enfermeiros e a APEO adoptaram o lema internacional da WABA (World Alliance for Breastfeeding Action) que, em Portugal, se converteu em: «Amamentação: Experiência a 3D».
In Boletim da Ordem dos Enfermeiros

segunda-feira, outubro 03, 2011

SEMANA MUNDIAL DO ALEITAMENTO MATERNO [" ALEITAMENTO MATERNO - do que se diz ao que se sabe...]




No âmbito da Semana Mundial do Aleitamento Materno, que se comemora de 3 a 9 de Outubro, aconselhamos o livro:
"ALEITAMENTO MATERNO....do que se diz ao que se sabe...."
de Bárbara Sousa e Teresa Pacheco
com ilustrações de Luísa Alte da Veiga.

O livro
Em momentos de aflição, todos nós somos peritos a dar conselhos, mesmo quando não nos pedem. Mas serão os melhores? Se é bem verdade que “a conselho amigo, não feches o postigo”, também o é “muito ajuda quem não atrapalha”. No que toca ao aleitamento materno todas as pessoas conhecem alguém que já o vivenciou enfatizando aspectos, tidos como certos, e que no fundo não têm razão de ser. São também do conhecimento público ideias estereotipadas relacionadas com este tema. Ao longo da leitura deste livro esclarecemos alguns mitos, verdadeiros ou não sobre o aleitamento materno.


Todos os pais querem o melhor para os filhos e sabem que o leite materno é o melhor, mas pensam sempre na alternativa, caso dê “para o torto”. Mas nem sempre é preciso recorrer a ela! Basta sentar, pensar, procurar literatura adequada e procurar o conselho de quem lida diariamente com estas questões. Uma família informada certamente encontrará no aleitamento materno o melhor início de vida para o seu bebé.


As autoras
Bárbara Sousa e Teresa Pacheco
Enfermeiras, a trabalhar há 8 anos na Área de Saúde Materna e Obstétrica e Conselheiras em Aleitamento Materno, partilham os seus conhecimentos, baseados na investigação e prática diária (com mães, bebés e familiares), oferecendo conselhos práticos e úteis a quem vivencia a amamentação.

quinta-feira, setembro 29, 2011

" OS PRESIDENTES ENTRE O PÚBLICO E O PRIVADO (1910-1926)" nas TERÇAS-FEIRAS DE MINERVA





Coube ao Engº Carlos Ferreira, Presidente da Comissão Organizadora do Centenário da República em Miranda do Corvo, fazer a apresentação do
livro
"OS PRESIDENTES ENTRE O PÚBLICO E O PRIVADO (1910-1926)"
de autoria de Alexandra SilvaAmadeu Carvalho HomemAnabela Nunes MonteiroMaria Antónia Lucas da SilvaFernando FavaAntónio Maduro e Miguel Santos.


Este livro, publicado pela Câmara Municipal de Miranda do Corvo, a par da edição fac-similada da "Cartilha do Povo", e de um próximo a  apresentar dia 5 de Outubro no Salão Nobre da Câmara Municipal de MC intitulado "República e Democracia" insere-se na programação e nos objectivos, que conjuntamente com outras iniciativas aquele  Município levou a cabo nas Comemorações do Centenário da República.
Com a presença dos autores (apenas ausente, por incompatibilidade de horários, Alexandra Silva), a sessão realizou-se na Livraria Minerva
(Bairro Norton de Matos), em Coimbra.
Esta sessão inseriu-se na programação das "Terças-Feiras de Minerva"
e assinalou o seu recomeço depois de férias.



Com uma brilhante abordagem levada a cabo por Carlos Ferreira que focou alguns dos aspectos mais característicos e relevantes da vida pública, dando ênfase à privada, de Manuel de Arriaga, Teófilo Braga, Bernardino Machado, Sidónio Pais, Canto e Castro, António José de Almeida e Manuel Teixeira Gomes.
Para além da apresentação de Carlos Ferreira, contou-se ainda com a intervenção de Amadeu Carvalho Homem (presidente da Alternativa e que lançou o desafio para este projecto), de Fernando Fava (coordenador da obra), e de Isabel de Carvalho Garcia, que abriu e encerrou a sessão, agradecendo a oportunidade que as Edições MinervaCoimbra tiveram ao serem convidadas para colaborar nesta edição que ficará para memória futura.
Enalteceu o esforço da Presidente da Câmara, Dra. Fátima Ramos, de uma vila recheada de republicanos emblemáticos, como José Falcão, Luís Baeta de Campos, Belisário Pimenta e Armando Alves da Silva, entre outros. Esforço para que as Comemorações do Centenário da República, naquela vila, ficassem na memória de todos, mas também ao deixar obra publicada, para que essas comemorações ficassem perpetuadas Ad eternum.




Este livro, de inegável interesse no campo da historiografia, vem ajudar a compreender que homens foram os Presidentes da Primeira República Portuguesa e, nesse mesmo sentido, as razões pessoais que, tantas vezes, presidiram ou influenciaram as suas decisões e comportamentos.

MINERVACOIMBRA na FEIRA INTERNACIONAL DE TURISMO DE COIMBRA [FITUC]


MinervaCoimbra presente na  Feira Internacional de Turismo de Coimbra (FITUC) integrada no "Congresso Internacional de Turismo, Lazer e Cultura - Destinos, Sustentabilidade e Competitividade".
 Num espaço contíguo à Rua Larga e próximo do Auditório da Reitoria localizou-se a FITUC - Feira Internacional de Turismo de Coimbra. Esta pretendeu ser um espaço de exposição, de divulgação e de promoção – de recursos, de produtos e de destinos – que, privilegiando organizações, entidades, empresas e associações locais e regionais,  acolheram outros agentes que promovem e valorizam o turismo nacional. Este espaço de exposição pretendeu valorizar o empreendedorismo inovador e sustentável, nas suas múltiplas vertentes, projectos de referência no âmbito do turismo, mas também os conhecimentos, as culturas e tradições locais que ganham expressão na gastronomia e nos vinhos. Foi essencialmente um espaço de encontro entre os profissionais e a população, local e turista, acolhendo durante as pausas nos trabalhos dos dias 27 e 28 todos os participantes no Congresso.


Congresso internacional

Datas:
27 a 29 Setembro

Local:
Auditório da Reitoria da Universidade de Coimbra

Eventos paralelos:
- Feira Internacional de Turismo de Coimbra (FITUC)
27 Setembro - inaguração pelas 11h15, encerra às 20h
28 Setembro - das 9h30 às 20h
Seminário Gastronomia e Vinhos
27 e 28 Setembro | Anfiteatros I e II da Faculdade de Letras
Espaço de debate centrado nos temas "Gastronomia e Restauração" e "Vinhos e Enoturismo".
-  Mesa Redonda
28 Setembro | 9h30 - 12h
Auditório da Reitoria da Universidade de Coimbra
Conta com a participação de representantes do turismo da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa – CPLP.
Saída de Campo - 29 Setembro
Itinerário: Saída de Coimbra | Visita ao Convento de Santa Clara a Velha | Visita ao Património Natural e Cultural de Vila Nova de Poiares | Almoço em Vila Nova de Poiares | Visita a Montemor-o-Velho e Tentúgal | Regresso a Coimbra