quinta-feira, junho 16, 2011

MISCELÂNEA DE ESTUDOS EM HOMENAGEM A MARIA MANUELA GOUVEIA DELILLE [FACULDADE DE LETRAS] UNIVERSIDADE DE COIMBRA

                                                                                               Foto de Rita Delille

Numa sala pequena para acolher os inúmeros autores (portugueses e estrangeiros) colegas, ex-discípulos, autores, familiares e amigos, foi apresentada, no Anf. IV da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, a Miscelânea de Estudos em Homenagem a Maria Manuela Gouveia Delille.
Obra em dois volumes, com o contributo de 103 autores, coordenados por Maria Teresa Delgado Mingocho, Maria de Fátima Gil e Maria Esmeralda Castendo.
Edição:
Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra,
Centro de Investigação em Estudos Germanísticos,
MinervaCoimbra.

Teresa Mingocho, Hugh Ridley, Maria Manuela Delille, João Gabriel Silva, 
Carlos André, Vítor Aguiar e Silva, Isabel de Carvalho Garcia.

Com o Magnífico Reitor da Universidade de Coimbra, Prof. Doutor João Gabriel Silva a presidir, o Director da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, Prof. Doutor Carlos Manuel Bernardo Ascenso André, abriu a sessão.
Seguiram-se as intervenções da Coordenadora Científica do Centro de Investigação em Estudos Germanísticos (CIEG), Profª. Doutora Maria Teresa Mingocho, da homenageada, Prof. Doutora Maria Manuela Gouveia Delille, do Magnífico Reitor (que teve que se ausentar), dos apresentadores  Prof. Doutor Vítor Manuel de Aguiar e Silva (Universidade do Minho), Prof. Dr. Hugh Ridley (University College Dublin) e Dra. Isabel de Carvalho Garcia (Directora Editorial das Edições MinervaCoimbra). 











  Jorge Pais de Sousa, Fátima Gil, Esmeralda Castendo.



 Cristina Robalo Cordeiro, Rita Marnoto.















 Adelaide Chichorro, Maria Manuela Delille.


 Cristina Carrington, Maria Antónia Gaspar Teixeira.

 Fátima Gil, Isabel de Carvalho Garcia, Maria Manuela Delille, Teresa Mingocho.

Isabel de Carvalho Garcia, Karl Delille, Maria Manuela Delille, 
José Alberto Garcia.

sexta-feira, junho 10, 2011

FOTOBIOGRAFIA DE AUGUSTO CAMACHO VIEIRA por MANUEL FERNANDO MARQUES INÁCIO


 LISBOA: 28 de Junho, 18H30,
El Corte Inglés

COIMBRA: 2 de Julho, 16H00,
Casa Municipal da Cultura




 
CONVITE

As Edições MinervaCoimbra, o Autor e o El Corte Inglés
têm o prazer de convidar para o lançamento do livro

O CANTO E A MÚSICA DE COIMBRA
Fotobiografia de AUGUSTO CAMACHO VIEIRA
de autoria de Manuel Fernando  Marques Inácio.

A apresentação será feita pelos Doutores António Almeida Santos e Carlos Carranca.

Seguir-se-á um momento musical de Canto e Guitarra de Coimbra.

A sessão realiza-se dia 28 de Junho, pelas 18H30, no Restaurante, Piso 7,
do El Corte Inglés, Av. António Augusto Aguiar, em Lisboa.

Será servido um cocktail.

***

Em Coimbra a apresentação será feita dia 2 de Julho, pelas 16H00, na Casa Municipal da Cultura, pelos Doutores Carlos Carranca e Manuel Louzã Henriques.

Esta apresentação insere-se no programa da "Grande Noite do Fado de Coimbra" organizado pela "Associação Cultural Coimbra Menina e Moça" que culminará pelas 23H00, na Praça 8 de Maio, com a atuação de Camacho Vieira, Napoleão Amorim, Fernando Rolim, Sérgio Fonseca, Tito Costa Santos, Nuno Gaspar, José Henrique Dias, Sutil Roque, Florentino Dias, Joaquim Afonso, Vítor Sá e Alcindo Costa (entre outros) e que são os representantes de várias gerações da Canção de Coimbra, e ainda os jovens, de pouco mais de 20 anos, João Rodrigues e Nuno Gaspar.É o maior evento que se realiza no país, de Fado de Coimbra, e que perdura há quase década e meia.

Uma iniciativa do "Grupo de Fados e Guitarras de Coimbra" que pertence à "Associação Cultural Coimbra Menina e Moça" e cujos
instrumentistas são Alexandre Cortesão (guitarra), António de Jesus (guitarra) e Bernardino Gonçalves (viola), que acompanharão os cantores nesta grande noite.


O Dr. Augusto Camacho Vieira tem sido alvo de várias homenagens ao longo da sua vida, nas quais têm sido salientadas as suas qualidades humanas, de médico e especialista, e as de compositor e cantor de Coimbra. 

O Livro
Este livro nasceu da admiração que o autor, Prof. Doutor Engº Manuel Fernando Marques Inácio, sente  desde jovem, pela figura do Dr. Augusto Camacho Vieira - uma referência do Canto e da Música de Coimbra -  médico especialista em traumatologia e ortopedia, conhecido em todo o nosso país, e que foi durante mais de três décadas, médico do Clube de Futebol  “Os Belenenses” e  da Selecção Nacional de Futebol.

O livro "O Canto e a Música de Coimbra, Fotobiografia de AUGUSTO CAMACHO VIEIRA" conta com um  Prefácio de autoria do Dr. António de Almeida Santos também ele um cultor de Coimbra, intérprete e compositor de reconhecida dimensão. 


O livro aborda a vida pessoal e profissional do Dr. Augusto Camacho Vieira ao longo de doze capítulos.
Começando pela identificação do Dr. Augusto Camacho Vieira, o autor percorre o seu percurso estudantil, académico e profissional. A sua formação musical e intervenção no universo da "Canção de Coimbra", a sua participação no Orfeon Académico e na Tuna Académica da Universidade de Coimbra, a par da sua presença em grupos e formações académicas de Canto e Música de Coimbra.

O autor enriquece ainda este estudo com  a Discografia da Canção de Coimbra com que ACV mais conviveu, bem como os autores e as  composições e que, de certo modo, ajudaram a traçar o seu percurso de autor e intérprete.

No capítulo dedicado à  “Obra Musical e Poética. Gravações” são referidas as composições em que intervém como autor da letra e/ou da música, nas quais participa com de 61 autores. São enunciadas as suas 90 composições gravadas, em vários discos, desde 1953, sendo certo que muitas delas, correspondem a compilações de composições já gravadas anteriormente.

Compõem  ainda este livro histórias contadas na primeira pessoa, e outras por alguns dos seus inúmeros amigos.
O reconhecimento pelo seu papel de cantor, intérprete e compositor, bem como o de médico especialista que todo o país conhece, aliados à dimensão do seu carácter, é apresentado no capítulo 11, sob a designação de “Homenagens e Agradecimentos”.
No último capítulo apresentam-se os “Testemunhos”, que são as palavras dos seus amigos que a convite do autor, mas sob indicação do fotobiografado, acederam a dar o seu contributo. Pretendeu-se deixar escrito o que tem sido a vida de um homem “grande”, solidário e fraterno, cultor de Coimbra, intérprete e autor, médico especialista em Ortopedia e Traumatologia. 


O Autor
Manuel Fernando Marques Inácio


Manuel Fernando Marques Inácio nasceu em Lisboa, em 1947, cidade onde hoje reside.
É casado, pai de dois filhos e avô do Francisco, da Matilde e da Carolina.
É licenciado em engenharia civil pelo Instituto Superior Técnico (IST-UTL), especialista em Saúde Pública para engenheiros municipais (ENSP - Ministério da Saúde), pós-graduado e mestre em engenharia sanitária pela Faculdade de Ciência e Tecnologias (FCT-UNL), doutor em engenharia e ambiente (University of Salford - UK). Engenheiro, professor do ensino superior, auditor, consultor e investigador, estudou em cinco universidades, uma delas em Inglaterra, que foi aquela onde esteve mais tempo.
Em Coimbra tem apenas uma matrícula. A  muita boémia e a vida militar, retiraram-lhe o tempo de estudo, mas é Coimbra a sua razão de escrever e de investigar. Aqui viveu profundamente parte dos anos de 67 a 71 do século passado, com especial intensidade os tempos da académica de 1969. Passa ainda hoje parte do seu tempo disponível em Coimbra, pelo menos quinzenalmente, onde investiga, escreve e convive. Começou cedo no canto de Coimbra, mas tardiamente na guitarra de Coimbra, artes onde continua a ser um simples aprendiz. Escreveu a fotobiografia do médico, seu amigo, Dr. Ângelo Vieira Araújo (1919 - 2010), compositor e intérprete do Canto e da Música de Coimbra, que cursou Coimbra na década de 40, tendo-se formado em 1947, e que faleceu neste ano de 2010. É co-autor da “Biografia de um Século”, da grande figura de académico, desportista, médico e jogador da Briosa, que foi o Dr. Joaquim Gonçalves Duarte Isabelinha (1908-2009). Tem escrito artigos vários sobre a Música e o Canto de Coimbra. Pertenceu ao Grupo “Tertúlia Académica de Canto de Coimbra”, onde entre outros, pontuavam os últimos sobreviventes da Tertúlia da Rua Larga, do Drs. Carlos Figueiredo, Amado Gomes e Ferreira Alves. Eram eles o cantor Pedro Magalhães Ramalho, e as guitarras de José Silva Ramos e Teotónio Xavier. É sócio da Académica de Coimbra - O.A.F, regressando pela mão do seu amigo e colega, antigo Presidente Jorge Anginho, que infelizmente  já não está entre nós. É sócio da Casa da Académica de Coimbra, em Lisboa. Pertence à Comissão Instaladora e de lançamento do projecto da Liga dos Amigos do Museu Académico de Coimbra.

quarta-feira, junho 08, 2011

APRESENTAÇÃO DO LIVRO "QUANDO TIMOR-LESTE FOI UMA CAUSA"de JOÃO MANUEL ROCHA - EDIÇÕES MINERVACOIMBRA [ DIA 21 DE JUNHO, 19H00] na Livraria Almedina Atrium Saldanha, em Lisboa


                                                           Foto da capa: Daniel Rocha
CONVITE

As Edições MinervaCoimbra, o Director da Colecção Comunicação, Mário Mesquita,
o Autor e a Livraria Almedina Atrium Saldanha
têm o prazer de convidar para o lançamento do livro

QUANDO TIMOR-LESTE FOI UMA CAUSA
de João Manuel Rocha

A apresentação será feita pelo Prof. Doutor José Manuel Paquete de Oliveira.

A sessão realiza-se no próximo dia 21 de Junho, pelas 19H00,
na Livraria Almedina Atrium Saldanha (2º Piso, Loja 71),  em Lisboa.

***

Este livro constitui o nr 56 da Colecção Comunicação (Ed. MinervaCoimbra) dirigida por Mário Mesquita.


QUANDO TIMOR-LESTE FOI UMA CAUSA
Este livro propõe pistas de reflexão sobre a intensa cobertura jornalística do referendo de 1999 em que os timorenses votaram pela independência, bem como sobre os contornos que assumiu, particularmente na fase de maior violência. Timor-Leste tornou-se um “monotema” da informação nos media portugueses, quase eclipsando a outra actualidade e contaminando, ou até ocultando, a campanha para as eleições legislativas em Portugal.

A hipótese aqui trabalhada é a de os jornais Diário de Notícias e Público terem procurado sintonizar-se com o sentimento emotivo de solidariedade para com Timor-Leste – uma opção facilitada pelo facto de as notícias se terem inscrito numa “esfera de consenso”, em que os órgãos de informação tenderiam a relativizar um distanciamento que pretendem legitimador da sua actividade. Os indícios de adesão à causa foram visíveis não apenas nos editoriais, expressão jornalística do seu posicionamento institucional, mas também na visibilidade conferida ao tema nas primeiras páginas, nas soluções de títulos e no tipo de fontes a que recorreram.

Timor ofereceu aos “media” uma oportunidade de identificação com um sentir colectivo, o que ajuda a compreender que o fluxo jornalístico se tenha alimentado não apenas de ocorrências, mas também de iniciativas do próprio campo mediático – o apelo a que os cidadãos se vestissem de branco foi talvez o exemplo mais visível. Esta constatação leva a admitir que, em quadros de consenso, os “media” possam não apenas dizer-nos “sobre o que pensar” e “como pensar”, mas propor-nos “o que fazer” e “como agir”, o que remete para uma reflexão, também aqui ensaiada, sobre a natureza do seu poder.



João Manuel Rocha
é jornalista desde 1984, ano em que começou a trabalhar como estagiário na agência Anop. Tinha pressa de chegar às redacções e relegou para segundo plano o curso de Comunicação Social, que iniciara na Universidade Nova de Lisboa e só mais tarde veio a concluir. Com a extinção da Anop transitou, em 1986, para a Lusa. Em 1989 deixou a agência para integrar a equipa que lançou o jornal Público, onde trabalha desde então. Entre 2000 e 2006 editou a secção de media. Pertenceu aos corpos gerentes do Sindicato dos Jornalistas, entre 1989 e 1993, e foi formador do Cenjor. Em 1999, a necessidade de pensar o jornalismo e a comunicação levou-o a uma pós-graduação organizada pelo ISCTE e pela Escola Superior de Comunicação Social. E ao reencontro com a universidade. Fez o mestrado em Comunicação, Cultura e Tecnologias de Informação no ISCTE e é também, desde 2000, professor da Universidade Autónoma de Lisboa.


terça-feira, junho 07, 2011

APRESENTAÇÃO de "MISCELÂNEA DE ESTUDOS EM HOMENAGEM A MARIA MANUELA GOUVEIA DELILLE" [15 DE JUNHO, 16H00] Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra



CONVITE

O Director da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra,
a CoordenadoraCientífica do Centro de Investigação em Estudos Germanísticos (CIEG) e a Directora Editorial da MinervaCoimbra têm o gosto de convidar
V.ª Ex.ª para o lançamento da obra

Miscelânea de Estudos
em Homenagem a
Maria Manuela Gouveia Delille

A apresentação será feita pelo Prof. Doutor Vítor Manuel de Aguiar e Silva
(Universidade do Minho) e pelo Prof. Dr. Hugh Ridley (University College
Dublin).

A sessão realiza-se no dia 15 de Junho de 2011, pelas 16:00h,
no Anf. IV da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra.
 
Será servido um porto de honra. 

***

Miscelânea de textos em dois volumes coordenados por Maria Teresa Delgado Mingocho, Maria de Fátima Gil e Maria Esmeralda Castendo

Edição: Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra
Centro de Investigação em Estudos Germanísticos
MinervaCoimbra



     Foto de Rita Delille

domingo, junho 05, 2011

CONCENTRAÇÃO DOS MEDIA E LIBERDADE DE IMPRENSA de SILVINO LOPES ÉVORA [ACABA DE SAIR]


Foto da capa: copyright LUSA

nº 55 da Colecção Comunicação dirigida por Mário Mesquita

sábado, junho 04, 2011

POSSO SER? DINÂMICAS GRUPAIS EM TORNO DA PERSONALIDADE E DO ENVELHECIMENTO de MARGARIDA PEDROSO DE LIMA e ABI GAIL [no TAGV]


Isabel de Carvalho Garcia, Manuel Viegas Abreu, Isabel Nobre Vargues, Margarida Pedroso de Lima e Isabel Calado


Isabel de Carvalho Garcia, Manuel Viegas Abreu, Isabel Nobre Vargues, Margarida Pedroso de Lima e João Oliveira



POSSO SER? Dinâmicas Grupais em torno da personalidade e do envelhecimentode Margarida Pedroso de Lima e Abi Gail é o mais recente livro das Edições MinervaCoimbra que foi apresentado por Manuel Viegas Abreu (professor da FPCE da UC) no Foyer do TAGV.  A sessão foi iniciada com Isabel Calado (ESEC) que leu um texto de Abi Gail dedicado aos “velhos”. Depois das intervenções de Isabel Nobre Vargues, directora do TAGV, de Isabel de Carvalho Garcia que teceu breves considerações à volta do tema e fez a apresentação das autoras, Manuel Viegas Abreu apresentou o livro, seguindo-se a leitura de textos de Abi Gail nas vozes de João Oliveira (membro fundador do grupo de teatro “ InterDito” da FPCE-UC)  e Maria Toscano. Coube a Margarida Pedroso de Lima encerrar a sessão.
O texto lido por Isabel Calado, de autoria de Abi Gail, diz-nos que “os velhos estão cheios de rugas,  como sulcos. São tortuosos, nenhuma linha direita seria capaz de seguir-lhes os pensamentos. Eles derivam e divergem, perdem-se do que estavam a dizer”, “os velhos falam pouco. É porque têm muito para dizer”, “só as crianças pressentem a sua profundidade. Só as crianças respeitam e temem os velhos”,  “os velhos são dóceis e meigos”, “tudo lhes faz sentido”, “os velhos que já foram novos têm problemas de memória.....apenas  se lembram de já terem sido novos”, “os velhos não fazem projectos e querem lá saber do futuro, que a Deus pertence”
O Professor Viegas de Abreu teceu rasgados elogios à MinervaCoimbra e a Isabede Carvalho Garcia, “não só como editora mas também como promotora de arte; pela  obra cultural que a história de Coimbra registará.”
Em relação ao livro MVA referiu que é um trabalho a duas vozes. Um trabalho com dois timbres diferentes: um timbre mais  científico, embora com incursões  na prática psico-social, a cargo de Margarida Pedroso de Lima e um timbre mais reflexivo, com pendor poético, a cargo de Abi Gail. Um livro que aborda  desde o nascimento até à velhice. Referiu também que é um livro original com ciência, poesia, ficção: um livro de  pendor científico-pedagógico que defende algumas teses.  
A primeira: para compreendermos o comportamento de qualquer pessoa precisamos de conhecer a personalidade. O estudo e a compreensão da personalidade é fundamental. 
A segunda: a personalidade desenvolve-se ao longo da vida. Há possibilidade de transformação. As pessoas nascem com um conjunto de personalidades mas somos também muito feitos por um conjunto de circunstâncias. Ortega Y Gasset dizia que “nós somos nós, cada um de nós é ele próprio e as suas circunstâncias”.  Mas a nossa personalidade desenvolve-se e esse desenvolvimento faz-se ao longo da vida.
Terceira: há quem diga que os idosos estão acabados, que as suas potencialidades estão em declínio. O que esta tese pretende mostrar, com base em conhecimentos científicos, é que o desenvolvimento nunca acaba.
Há uma perspectiva temporal, a pessoa sabe que não tem muito tempo de vida mas tem projectos.  Este livro não é um manual mas é um livro que serve aos estudantes no sentido do conhecimento da complexidade da personalidade. “Somos seres sociais por natureza, seres políticos por natureza, sonhamos com a beleza, a poesia, a arte. Temos o valor do belo  da verdade, da justiça. Este livro pode ser lido como um livro de divulgação. A linguagem é acessível, é uma obra aberta porque é um livro estimulante."
E continuou questionando:  “ Podem as pessoas com doenças mentais, ser?  Podem estes inserirem-se no  nosso mundo  e serem reconhecidos? Ou não as deixamos ser?”
Um  palavra final sobre as perdas de potencialidades: “sobre a perda de competências cognitivas mas também de competências físicas: a emergência de doenças, a perda de pessoas queridas e finalmente a proximidade do tempo da morte”. São reflexões que vêm no final. Resposta que o livro dá sobre o medo da morte. O professor Viegas de Abreu ilustrou este tema com a leitura  do poema “Inominável”, de Paulo Teixeira Pinto dedicado ao filho. Terminou com a conclusão deste livro: “ a luta contra as graves dificuldades da nossa vida é inevitável. É intrinseca à nossa vida enquanto humanos. Só há uma forma de vencermos o medo da morte em vida: o amor, a amizade, os vínculos fortes, porque estes persistem, são eternos, vencem a morte.”
Para Margarida Pedrosso de Lima este livro representa um encontro:um encontro de muitos encontros. Um encontro de muitas personagens, ao longo de um ciclo de vida, que são muito significativas.
Em relação ao grupo de Teatro da  Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação,  MPL referiu que:
Os interdito’s  são importantes para mim porque são a materialização de um sonho meu, que é possível viver no mundo de outra maneira não descriminando idades.Temos todas as idades possíveis e imaginárias e é possível estar de  uma forma simplesmente centrada naquilo que é importante na vida, que são as relações fortes de construção e de encontro. Este grupo permite ser pessoas, simplesmente.”
Margarida Pedroso de Lima diz que este livro permite-nos reflectir  sobre a personalidade e ao mesmo tempo criar um mundo melhor para as pessoas que estão a envelhecer que somos todos nós. "Eu acredito que nós podemos ajudar as pessoas a viverem melhor e mais felizes.”








As autoras
Margarida Pedroso de Lima
Psicóloga, Mestre em psicologia da Educação e Doutorada em Psicologia do Desenvolvimento, exerce funções de Professora Associada na Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Coimbra, onde lecciona disciplinas de psicologia do desenvolvimento na idade adulta. As suas áreas de interesse vão para a intervenção desenvolvimental e terapêutica com grupos e para a investigação sobre os factores promotores de bem-estar na idade adulta avançada.


Abi Gail
Escolheu para si este nome híbrido, que lhe soa a ele e a ela, ao divino e ao profano, ao ocidente e ao oriente e às rezas entoadas pelas multidões, como murmúrios ou cânticos de descentração, destinados a fazer esquecer, a cada um, a sua identidade. Já fez algumas coisas na vida e conta fazer umas quantas mais. Gosta de mudar e também de permanecer, tudo depende do estado em que se encontra. Se fosse bicho, seria um animal metamórfico: de vez em quando com asas, outras vezes rastejante. Se fosse intelectual, entreter-se-ia na variedade e pensaria, disciplinadamente, em miscelâneas. Agradam-lhe as imagens com palavras dentro e mais ainda aquelas que habitam o silêncio. Quanto mais conhece a ciência, mais gosta da literatura, mas toma frequentemente café com as duas, sentadas à mesma mesa. A despesa é sempre por sua conta, a não ser que consiga enganar uma e outra.

quarta-feira, junho 01, 2011

DIA MUNDIAL DA CRIANÇA [assinala-se hoje]

No âmbito do dia mundial da Criança as Livrarias Minerva (Coimbra) encontram-se a fazer descontos especiais no livro infanto-juvenil.


Aconselhamos ainda a leitura do "Daniel e o Bicho da Lanterna" de Noémia Malva Novais , "O Caramelo da Leonor" de Daniela Santiago , "O Abade João" de Lurdes Breda, ilustrações de André Caetano, e música, voz e produção de Jorge Brito (contém CD-Áudio) (infanto-juvenil).
e os livros da colecção Geração21: "O nono brasão" de Ana Lima e "Os Segredos do Sub-mundo I e  II" de Júlia Durand.




                                                                                                                            
NA LIVRARIA MINERVA ENCONTRA AINDA OS LIVROS DO PLANO NACIONAL DE LEITURA "LER +"

O primeiro Dia Mundial da Criança foi em 1950. Após a 2ª Guerra Mundial, em 1945, os países da Europa e Oriente , entraram em crise. As populações destes países viviam muito mal, em especial as crianças. Os adultos estavam preocupados em retornar a sua vida cotidiana normal, relegando a educação a último plano. Muitos ficaram órfãos, havia muita fome, e condições desumanas de sobrevivencia, e muitos que tinham ainda seus pais vivos tiveram de ir trabalhar pesado para contribuir para o sustento da família.


Foi quando em 1946, a ONU (Organização das Nações Unidas), começou a tentar mudar esta situação, deu-se então o surgimento da UNICEF que é conhecida mundialmente pelo que faz pelas crianças em todo o mundo! Apesar de todos os esforços na altura, ainda era difícil fazer com que o mundo olhasse para os direitos das crianças, então em 1950 a Federação Democrática Internacional das Mulheres, propos a ONU que fosse criado um dia dedicado as crianças em todo o mundo. Este dia foi comemorado pela primeira vez em 1 de Junho de 1950.A ONU reconheceu desde então que qualquer criança, independentemente da raça, cor, sexo, o direito a:
- amor e compreensão;
- alimentação;
- cuidados médicos;
- educação ;
- protecção contra todas as formas de exploração;
- crescer num clima de Paz .
Em 20 de Novembro de 1959, foi passado estes direitos para o papel e então foi legalmente aprovado a "Declaração dos Direitos das Crianças", foi um reconhecimento muito importante; embora nem sempre sejam cumpridos. Esta Declaração trata-se de uma lista de 10 principios. Em 1989, a ONU aprovou a "Convenção sobre os Direitos da Criança", que é um documento com um conjunto de leis para protecção dos mais; e em 1990 tornou-se lei internacional.
Site da ONU

PRESIDENTES ENTRE O PÚBLICO E O PRIVADO (1910-1926) [APRESENTAÇÃO 1 DE JUNHO ÀS 11H30 NA CÂMARA MUNICIPAL DE MIRANDA DO CORVO]



OS PRESIDENTES ENTRE O PÚBLICO E O PRIVADO (1910-1926]

de autoria de

ALEXANDRA SILVA
AMADEU CARVALHO HOMEM
ANABELA NUNES MONTEIRO
MARIA ANTÓNIA LUCAS DA SILVA
FERNANDO FAVA
ANTÓNIO MADURO
MIGUEL SANTOS

sábado, maio 28, 2011

EDUCAÇÃO VISUAL ECO-NECESSÁRIA NA ADOLESCÊNCIA [NO VII FESTIVAL INTERNACIONAL DE BD DE BEJA] BIBLIOTECA MUNICIPAL DE BEJA - JOSÉ SARAMAGO, DIA 28 DE MAIO ÁS 17H30



O livro EDUCAÇÃO ESTÉTICA VISUAL ECO-NECESSÁRIA NA ADOLESCÊNCIA
SETE DÉCADAS DE DESIGN CURRICULAR EM PORTUGAL & CD
VALORAÇÃO DO PROCESSO CRIATIVO PELO PROFESSOR
(Ed. MinervaCoimbra)


de Elisabete Silva Oliveira


é apresentado em Beja, na Biblioteca Municipal de Beja - José Saramago, dia 28 de Maio, das 17H30 às 19H00.


Esta sessão insere-se na programação do VII Festival Internacional de BD de Beja, que se realiza de 28 de Maio a 12 de Junho de 2011.

quinta-feira, maio 26, 2011

POSSO SER? DINÂMICAS GRUPAIS EM TORNO DA PERSONALIDADE E DO ENVELHECIMENTO de MARGARIDA PEDROSO de LIMA e ABI GAIL [26 DE MAIO, 18H00, TAGV] COIMBRA




CONVITE

As Edições MinervaCoimbra, as Autoras e a Directora do TAGV
têm o prazer de convidar para o lançamento do livro
POSSO SER?
Dinâmicas grupais em torno da personalidade e do envelhecimento
de Margarida Pedroso de Lima e Abi Gail.

A apresentação será feita pelo Prof. Doutor Manuel Viegas Abreu.
Textos de Abi Gail nas vozes de João de Oliveira e Maria Toscano.

A sessão realiza-se no próximo dia 26 de Maio, pelas 18H00,
no Foyer do Teatro Académico de Gil Vicente, em Coimbra.

****
O livro
Posso ser? Permitem-me ser? Sou aceite? O desafio deste livro prende-se com uma das questões
fundamentais a que a nossa sociedade tem forçosamente de responder: permitimos aos nossos mais velhos ser?
In Prefácio:
"A nossa personalidade é a nossa prisão? É aquilo que nos limita ou aquilo que nos possibilita aproveitar o mundo e usufruir?
Conforme vamos envelhecendo, a nossa personalidade funciona como o ninho protector que nos permite arriscar com segurança ou como a madrasta inquinada que nos obriga a varrer a vida sempre da mesma forma? É aquilo que somos e a que podemos retornar ou aquilo que levamos sempre connosco? É aquilo que nos permite viver bem as diferentes fases da vida ou lamentar que o sol se ponha todos os dias?..."

As autoras
Margarida Pedroso de Lima
Psicóloga, Mestre em psicologia da Educação e Doutorada em Psicologia do Desenvolvimento, exerce funções de Professora Associada na Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Coimbra, onde lecciona disciplinas de psicologia do desenvolvimento na idade adulta. As suas áreas de interesse vão para a intervenção desenvolvimental e terapêutica com grupos e para a investigação sobre os factores promotores de bem-estar na idade adulta avançada.

Abi Gail
Escolheu para si este nome híbrido, que lhe soa a ele e a ela, ao divino e ao profano, ao ocidente e ao oriente e às rezas entoadas pelas multidões, como murmúrios ou cânticos de descentração, destinados a fazer esquecer, a cada um, a sua identidade. Já fez algumas coisas na vida e conta fazer umas quantas mais. Gosta de mudar e também de permanecer, tudo depende do estado em que se encontra. Se fosse bicho, seria um animal metamórfico: de vez em quando com asas, outras vezes rastejante. Se fosse intelectual, entreter-se-ia na variedade e pensaria, disciplinadamente, em miscelâneas. Agradam-lhe as imagens com palavras dentro e mais ainda aquelas que habitam o silêncio. Quanto mais conhece a ciência, mais gosta da literatura, mas toma frequentemente café com as duas, sentadas à mesma mesa. A despesa é sempre por sua conta, a não ser que consiga enganar uma e outra.

ÍNDICE:
Prefácio; I. Enquadramento teórico; Introdução; O que é a personalidade; Breve história da Psicologia da Personalidade
II. Ciclo de Vida; Nascimento ou "Foi você que não pediu um novo bébé?"; Infância ou Amor; Adolescência ou Eu no Plural; Juventude ou Azimute; Maturidade ou Arbítrio; Velhice ou Antecipação; Morte-em-Vida

quarta-feira, maio 25, 2011

EDUCAÇÃO ESTÉTICA VISUAL ECO-NECESSÁRIA NA ADOLESCÊNCIA de ELISABETE OLIVEIRA [UNIVERSIDADE DE AVEIRO]




EDUCAÇÃO ESTÉTICA VISUAL ECO-NECESSÁRIA NA ADOLESCÊNCIA
SETE DÉCADAS DE DESIGN CURRICULAR EM PORTUGAL & CD
VALORAÇÃO DO PROCESSO CRIATIVO PELO PROFESSOR
de autoria de Elisabete Silva Oliveira,
com a chancela das Edições MinervaCoimbra,foi apresentado na Universidade de Aveiro, no Departamento de Educação, 
no âmbito do Mestrado da Prof Doutora Rosa Mª Oliveira.