segunda-feira, maio 02, 2011

A IMPRENSA E A LIBERDADE [DIA MUNDIAL DA LIBERDADE DA IMPRENSA]



A propósito do Dia Mundial da Liberdade de Imprensa a Livraria Minerva e as Edições MinervaCoimbra promovem um Feira do Livro na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra que decorre até ao dia 06 de Maio.
Assim, os livros na área da Comunicação/Jornalismo (MinervaCoimbra) têm um desconto mais especial.

Ainda no âmbito do Dia Mundial da Liberdade da Imprensa a MinervaCoimbra vai realizar no próximo dia 10 de Maio uma sessão das Terças-Feiras de Minerva intitulada "A IMPRENSA E A LIBERDADE" com a participação de Maria Manuela Delille, Luis Reis Torgal, Isabel Nobre Vargues e João Figueira, entre outros.

Terça- feira, dia 10 de Maio, pelas 18H30.
Livraria Minerva, Rua de Macau, 52 em Coimbra.

entrada livre

A COMUNICAÇÃO POLÍTICA NA REVOLUÇÃO DE ABRIL (1974-1976)
de Marco Gomes.
Nº1 da Colecção Comunicação História e Memória dirigida por Isabel Nobre Vargues
e da

"Colecção Comunicação" e "Minerva Ciências da Comunicação"
dirigidas por Mário Mesquita:

A CENSURA À IMPRENSA NA ÉPOCA MARCELISTA
de Arons de Carvalho

A CENSURA DE SALAZAR NO JORNAL DE NOTÍCIAS DA ACTUAÇÃO DA COMISSÃO DE CENSURA DO PORTO NO JORNAL DE NOTÍCIAS DURANTE O GOVERNO DE ANTÓNIO DE OLIVEIRA SALAZAR
de Isabel Forte

O PODER CORPORATIVO CONTRA A INFORMAÇÃO SEGUIDO DE SAÍDAS PELA ÉTICA E PELOS “IMEDIA”
de Óscar Mascarenhas

OS JORNALISTAS NOS ANOS 30/40 ELITE DO ESTADO NOVO
de Helena Ângelo Veríssimo

A DRAMATIZAÇÃO NA IMPRENSA DO “PREC”
de Pedro Diniz de Sousa

A RÁDIO EM PORTUGAL E O DECLÍNIO DO REGIME DE SALAZAR E CAETANO (1958-1974)
de Dina Cristo

EUROPA E PORTUGAL NA IMPRENSA DESPORTIVA (1893-1945)
de Francisco Pinheiro

SALAZAR VAI AO CINEMA O “JORNAL PORTUGUÊS” DE ACTUALIDADES FILMADAS
de Maria do Carmo Piçarra

O QUARTO EQUÍVOCO - O PODER DOS MEDIA NA SOCIEDADE CONTEMPORÂNEA
de Mário Mesquita

IMPRENSA E OPINIÃO PÚBLICA EM PORTUGAL
de José Manuel Tengarrinha

A CONFIGURAÇÃO DOS ACONTECIMENTOS PÚBLICOS O CASO REPÚBLICA E AS MANIFESTAÇÕES NOS AÇORES EM 1975
de Isabel Babo-Lança

SALAZAR, A IMPRENSA E A GUERRA CIVIL DE ESPANHA
de Alberto Pena

OS JORNAIS COMO ACTORES POLÍTÍCOS O DIÁRIO DE NOTÍCIAS, EXPRESSO E JORNAL NOVO NO VERÃO QUENTE DE 1975
de João Figueira

MEMÓRIA DAS OPOSIÇÕES (1927-1969) - Coordenação de HELOISA PAULO
Textos de Armando Malheiro da Silva, Augusto Monteiro Valente, Camilo Mortágua, Eugénio de Oliveira, Heloisa Paulo,João Madeira, Luis Bigotte Chorão, Luís Farinha,Manuel Pedroso Marques e Susana Martins
 -nº 19 da Colecção Minerva-História dirigida por Luis Reis Torgal e os seus autores são investigadores do Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX (CEIS20)

quinta-feira, abril 28, 2011

EDUCAÇÃO ESTÉTICA VISUAL ECO-NECESSÁRIA NA ADOLESCÊNCIA de ELISABETE SILVA OLIVEIRA [ESCOLA SECUNDÁRIA JOSÉ FALCÃO] 3 DE MAIO EM COIMBRA [CICLO "EDUCAR PELA ARTE"]




Convite

O Director da Escola Secundária José Falcão, Dr. Paulo Ferreira, a Autora
e as Edições MinervaCoimbra
têm o gosto de convidar V. Exa. para o lançamento do livro

EDUCAÇÃO ESTÉTICA VISUAL ECO-NECESSÁRIA NA ADOLESCÊNCIA
SETE DÉCADAS DE DESIGN CURRICULAR EM PORTUGAL & CD
VALORAÇÃO DO PROCESSO CRIATIVO PELO PROFESSOR

de Elisabete Silva Oliveira

A sessão realiza-se no próximo dia 3 de Maio, pelas 18h30, no Anfiteatro da ESJF,
Av. Afonso Henriques, em Coimbra.

Esta sessão insere-se no ciclo "Educar pela Arte" no âmbito
das "Terças-feiras de Minerva".

_______________________


EDUCAÇÃO ESTÉTICA VISUAL ECO-NECESSÁRIA NA ADOLESCÊNCIA
Honrado com Prefácio de Ana Mae Barbosa, Arte-Educadora global e em sustentado diálogo formativo com Portugal, o Livro deriva da Tese de Doutoramento da Autora.

"Investiga a educação estética visual que a Escola deve garantir que todos tenham estruturado pela Adolescência e para o auto-eco-desenvolvimento ao longo da vida.

Partimos do questionamento: Como poderá o Professor valorar e orientar os adolescentes, na sua diversidade, para que realizem um seu projecto visual expressivo e formativo, despertando como fruidores ou vocacionados à Arte/Design; e contextual e culturalmente interventivo no presente e para o futuro imprevisível? E investigámos:
 Em que dimensões e funções tem a experiência curricular alavancado o desenvolvimento estético visual, no 3º Ciclo e no Ensino Secundário?
. Que desenvolvimento estético-integral, poderão a apreciação, a expressão não condicionada e o design propiciar nos jovens?
. Como podem os professores encontrar critérios, e quais, para valorar o trabalho de expressão visual e orientá-lo formativa e continuamente?
Para tal: (1) Analisámos o evolver curricular nas últimas sete décadas. Fizemos 2 séries de entrevistas: Luz Correia, João Martins da Costa, Mª da Luz de Deus, Manuel de Brito, Mª Leonor Oliveira, Isabel Cottinelli-Telmo, Irene Sam Payo, João Rocha de Sousa, Mª Isabel Estrela, Francisco Caldas; Ana Mae Barbosa, Arquimedes S Santos, Cecília Menano (incl Inédito), E Eisner, Elvira Leite, Emanuel Pimenta, Eurico, Hélder Pacheco, Helena Vaz, I Wojnar, J Steers, Madalena Cabral, Natália Pais e Rui Mário Gonçalves. E criámos o embrião de um Exploratório-Base de (200) Fichas de Projectos escolares inovadores, incluído no CD-Anexos. (2) Questionámos os níveis de desenvolvimento estético de alunos. (3) Co-construímos, em aula da Profissionalização-em-Serviço, um referencial de avaliação formativa autêntica contínua do trabalho dos alunos, conciliando singularidade com alta convergência de critério e ponderação.
E concluímos que o essencial, para além dos referenciais transmissíveis e da instrumentalidade tecnológica, será:
- Educar e educar-se, recursivamente, no processo de complexidade-imaginação, em criatividade, lucidez crítica e auto-eco-compatibilização das novas soluções. Geram-se cultura
geral e profissional; e uma dinâmica exploratória/actuante-no-devir. A qualidade de uma educação visual necessária a todos, para o crescimento em emoção-razão e resposta responsável aos desafios eco-culturais emergentes, passará por aqui."
                 Elisabete Silva Oliveira

Elisabete Silva Oliveira
N. Lisboa, 1942. Pintora (ESBAL1965): expõe desde 1952-Inf. e 1964-ESBAL. Doutorada em Ciências da Educação pela FPCE.UL (2005), aí leccionou de 1985 a Maio 2006-aposentação. Prossegue Investigação, Arguição, Comunicações em Congresso e Publicação.
. Qualificou-se por Estágio de Desenho do Ensino Liceal e Exame de Estado, L. N. P. Nunes (1965-67), com A. Betâmio de Almeida; Curso de Ciências Pedagógicas, FL.UL; Diploma-Art/Design Education e Cursos-M Phil/Ph D, University of London Institute of Education (Bolseira FCG); e Provas APCC, FPCE.UL.
. Foi Professora do 2º e do 3º Ciclos/Ensino Secundário (Lisboa, Faro, Santarém, Queluz e Coimbra); e Magistérios de Educadores de Infância e Professores do 1º Ciclo (Coimbra), até à docência na FPCE.UL de Licenciatura, Mestrado e Profissionalização-em-serviço; e Planeadora e Consultora curricular nacional em Arte/Design, 3º Ciclo/Ensino Secundário (1970-2001).
. Em Investigação-acção, é Autora de mais de 80 Artigos e de colecções de Diapositivos; e Autora e Co-Autora/Coordenadora de Livros, Textos-Apoio e CDs.
. Formou mais de 400 Professores (Lisboa-Distrito) em Didáctica de Educação Visual e Tecnologia Educativa; e por acordos da FPCE.UL: na Comissão Científica da U. Açores, Pólos de P DL e Terra Chã (1990-‘95), em Projecto (Didácticas Integradas) e na Integração das Expressões; e no IPL-ESTC, Teatro e Educação – Psicopedagogia das Expressões Artísticas (2005 e ‘06).
. Criou Centros de Recursos (Liceu/FPCE.UL/UA-P D).
. Colabora com Autarquias e Museus. E co-fundou os SPZC; APECV; Educação e Arte-SPCE; e MPIAEPA.

Conselheira Mundial InSEA/UNESCO (1988-‘97), tem conferenciado e organizado Congressos e Exposições de Projectos de Alunos e Professores, e exposto, no Japão (Inf. -1954); e País, Europa, Argentina, Brasil, Canadá, EUA, China, Austrália e Nigéria, desde 1979.

terça-feira, abril 26, 2011

EDUCAÇÃO ESTÉTICA VISUAL de ELISABETE SILVA OLIVEIRA [28 de Abril] em LISBOA


Convite

A Directora da Escola Secundária com 3º Ciclo EB de Pedro Nunes,
Dra. Ana Maria Vilarinho, a Autora e as Edições MinervaCoimbra
têm o gosto de convidar V. Exa. para o lançamento do livro

EDUCAÇÃO ESTÉTICA VISUAL ECO-NECESSÁRIA NA ADOLESCÊNCIA
SETE DÉCADAS DE DESIGN CURRICULAR EM PORTUGAL & CD
VALORAÇÃO DO PROCESSO CRIATIVO PELO PROFESSOR

de Elisabete Silva Oliveira.

A sessão realiza-se no próximo dia 28 de Abril, pelas 18h30,
na Sala Polivalente da Escola de Pedro Nunes,
Av. Álvares Cabral, em Lisboa.

***

"PORQUE A LIBERDADE ..." A PROPÓSITO DO DIA MUNDIAL DA LIBERDADE DE IMPRENSA [UMA INICIATIVA DO INSTITUTO SUPERIOR MIGUEL TORGA, EM COIMBRA]

As Edições MinervaCoimbra associam-se às comemorações do "Dia Mundial da Liberdade da Imprensa"
(uma iniciativa do ISMT)

"PORQUE A LIBERDADE ...."

No âmbito do Dia Mundial da Liberdade da Imprensa um grupo de alunos do curso superior de Comunicação Social do ISMT inicia  a 27 de Abril uma semana de Comemorações que culminará no dia 3 de Maio.

"CARLOS MAGNO, ISABEL VARGUES, FERNANDO LUIS MARINHO, JOSÉ HENRIQUE DIAS, JORGE CASTILHO, SANSÃO COELHO, JOÃO CAMPOS, FRANCISCO AMARAL, HELENA MOURO  e muitas outras personalidades de referência vão esta noite partilhar histórias de repressão, ao som da guitarra portuguesa de Octávio Sérgio e da voz de Rui Pato às 21H30, no Café Santa Cruz, em Coimbra.


"Porque a liberdade..." é o lema da iniciativa que conta com uma diversidade de acções neste dia, na baixa da cidade de Coimbra.

.... Todos os participantes do evento serão convidados a preencher no N/ livro de honra completando a frase "Porque a liberdade.."

Pode ler-se no convite enviado pela Presidente do Conselho Pedagógico, Doutora Sofia Figueiredo.

Entrada livre.

domingo, abril 24, 2011

SUGESTÕES DE LEITURA

"OS MESES ANTERIORES" de Luis Ramos

"MEMÓRIA DAS OPOSIÇÕES" com coordenação de Heloisa Paulo
nº 19 da Colecção Minerva-História dirigida por Luis Reis Torgal

A COMUNICAÇÃO POLÍTICA NA REVOLUÇÃO DE ABRIL (1974-1976)
de Marco Gomes.
Nº1 da Colecção Comunicação História e Memória dirigida por Isabel Nobre Vargues

e da
"Colecção Comunicação" e "Minerva Ciências da Comunicação"
dirigidas por Mário Mesquita:
A CENSURA À IMPRENSA NA ÉPOCA MARCELISTA
de Arons de Carvalho

A CENSURA DE SALAZAR NO JORNAL DE NOTÍCIAS DA ACTUAÇÃO DA COMISSÃO DE CENSURA DO PORTO NO JORNAL DE NOTÍCIAS DURANTE O GOVERNO DE ANTÓNIO DE OLIVEIRA SALAZAR
de Isabel Forte

O PODER COPORATIVO CONTRA A INFORMAÇÃO SEGUIDO DE SAÍDAS PELA ÉTICA E PELOS “IMEDIAde Óscar Mascarenhas

OS JORNALISTAS NOS ANOS 30/40 ELITE DO ESTADO NOVO
de Helena Ângelo Veríssimo

A DRAMATIZAÇÃO NA IMPRENSA DO “PREC”
de Pedro Diniz de Sousa

A RÁDIO EM PORTUGAL E O DECLÍNIO DO REGIME DE SALAZAR E CAETANO (1958-1974)
de Dina Cristo

EUROPA E PORTUGAL NA IMPRENSA DESPORTIVA (1893-1945)
de Francisco Pinheiro

SALAZAR VAI AO CINEMA O “JORNAL PORTUGUÊS” DE ACTUALIDADES FILMADAS
de Maria do Carmo Piçarra

O QUARTO EQUÍVOCO - O PODER DOS MEDIA NA SOCIEDADE CONTEMPORÂNEA
de Mário Mesquita

IMPRENSA E OPINIÃO PÚBLICA EM PORTUGAL
de José Manuel Tengarrinha

A CONFIGURAÇÃO DOS ACONTECIMENTOS PÚBLICOS O CASO REPÚBLICA E AS MANIFESTAÇÕES NOS AÇORES EM 1975
de Isabel Babo-Lança

SALAZAR, A IMPRENSA E A GUERRA CIVIL DE ESPANHA
de Alberto Pena

OS JORNAIS COMO ACTORES POLÍTÍCOS O DIÁRIO DE NOTÍCIAS, EXPRESSO E JORNAL NOVO NO VERÃO QUENTE DE 1975
de João Figueira

OS MESES ANTERIORES é um romance de autoria de LUIS RAMOS que relata a vida dum jovem interno a fazer um estágio num sanatório situado numa pequena vila de província.
Numa época sem ensino pós-graduado organizado, com a influência local marcada e sufocante do partido único, dos seus representantes, apoiantes e sequazes.
Num país cercado, asfixiado e sem esperança, em que no subconsciente se sentia iminente, e se desejava, uma mudança, mesmo não se sabendo bem qual.

Terminando na noite de 24 de Abril, "a história é inacabada pela mudança, que veio insuflar esperança e tornar tudo possível de acontecer daí em diante. Passados 37 anos, e não sendo as situações sobreponíveis, têm no entanto muitos traços comuns, com a angústia duma sensação colectiva de beco sem saída que se quer que tenha uma, e se espera por ela, seja qual for."

MEMÓRIA DAS OPOSIÇÕES (1927-1969) - Coordenação de HELOISA PAULO

Textos de Armando Malheiro da Silva, Augusto Monteiro Valente, Camilo Mortágua, Eugénio de Oliveira, Heloisa Paulo,João Madeira, Luis Bigotte Chorão, Luís Farinha,Manuel Pedroso Marques e Susana Martins.

MEMÓRIA DAS OPOSIÇÕES é o nº 19 da Colecção Minerva-História dirigida por Luis Reis Torgal e os seus autores são investigadores do Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX (CEIS20)

quarta-feira, abril 13, 2011

HISTÓRIAS COM ARTE - ESPECIAL FÉRIAS DA PÁSCOA


"Histórias com Arte" - Especial Férias da Páscoa na Galeria MinervaCoimbra.

Para crianças do Pré-escolar e Primeiro ciclo!

Caros pais e encarregados de educação,
nos próximos dias 12, 13 e 14 ou 19, 20 e 21 de Abril,
as vossas crianças podem vir à Galeria Minerva ouvir e
criar uma História com Arte com a artista plástica Élia Ramalho!

As actividades decorrem entre as 15 e as 17 horas
Mais informações:
91 021 83 08
eliaramalho@gmail.com
historiascomarte@gmail.com

terça-feira, abril 12, 2011

CURSO PROFISSIONAL DE ARTES DO ESPECTÁCULO [Colégio de São Teotónio]



Na mais recente sessão do ciclo "Educar pela Arte" que decorreu na Livraria Minerva,
em Coimbra, dedicada ao Colégio de São Teotónio estiveram presentes as professoras
Benvinda Araújo, Isabel Delgado (Direcção do colégio), Maria Teresa Azevedo e Teresa Paula Lopes e alguns dos alunos do 9º ano (que fizeram parte do projecto  CRIAR+...   COM ANIMAIS) Leonor Arnaut, Daniela Silva, Catarina Gomes e Diogo Figueiredo.
A grande novidade foi dada pela  Dra Isabel Delgado da Direcção do Colégio,
que revelou que no próximo ano lectivo irá ser leccionado no Colégio São Teotónio
o Curso profissional de Artes do Espectáculo com as seguintes variantes:
interpretação, luz som e efeitos cénicos, cenografia, figurinos e adereços.
Por outro lado o conceito CRIAR+... com ANIMAIS proposto pela Professora Benvinda Araújo foi trabalhado na aula de Educação Visual (disciplina por opção), a partir dos conteúdos programáticos e os alunos inspiraram-se em vários autores por eles escolhidos.
Os destinatários e jovens artistas, foram os alunos daquela disciplina que educa para a arte e pela arte. Prontamente lançaram a criatividade para as telas, ajudados pelas cores, pelos traços e pelas trinchas. Os trabalhos resultaram todos eles diferentes, explorando do bidimensional para o tridimensional, aproveitando as referências estéticas de artistas plásticos do cânone mundial. Assim, olhando para telas e cabeçudos redescobriam Leonardo Da Vinci, Magritte, Escher, Andy Wharol e Dali, partindo da temática animal e inscrevendo-a no contexto da floresta.

A ideia que ficou no ar e que é unânime (professores, educadores e alunos) é que Educar pela Arte permite um desenvolvimento de capacidades (desde a investigação à argumentação) inerentes ao processo artístico e que se vão desenvolvendo concomitantemente.

Para Isabel Delgado "a escola tem a obrigação de promover o elitismo para todos: promover e dar a beber a cultura."

Os alunos presentes explicaram como tinham pensado e elaborado os cabeçudos, quais os diferentes materiais e técnicas utilizados (com a supervisão e orientação da Prof. Benvinda Araújo) e em que medida as aulas de Educação Visual são importantes e contribuem para a sua formação, crescimento e desenvolvimento pessoal para além do despertar para o "belo".

A sessão foi dinamizada por Isabel de Carvalho Garcia e moderada pela artista plástica Élia Ramalho.


                                   CRIAR +...
                                                COM ANIMAIS!

sábado, abril 09, 2011

"EDUCAR PELA ARTE" com BENVINDA ARAÚJO, ISABEL DELGADO, MARIA TERESA AZEVEDO, TERESA PAULA LOPES e o COLÉGIO DE SÃO TEOTÓNIO [TERÇA-FEIRA DE MINERVA - 12 DE ABRIL]


9º ano Educação Visual - Colégio de S. Teotónio


A próxima "Terça-feira de Minerva" do ciclo "Educar pela Arte"
é dedicada ao Colégio de São Teotónio.

CRIAR +…
COM ANIMAIS!


A proposta surgiu pela mão da Prof. Benvinda Araújo, nas aulas de Educação Visual do 9º Ano. Os destinatários e jovens artistas, foram os alunos daquela disciplina que educa para a arte e pela arte.

 Prontamente lançaram a criatividade para as telas, ajudados pelas cores, pelos traços e pelas trinchas. Os trabalhos resultaram todos eles diferentes, explorando do bidimensional para o tridimensional, aproveitando as referências estéticas de artistas plásticos do cânone mundial. Assim, olhando para telas e cabeçudos redescobriam Leonardo Da Vinci, Magritte, Escher, Andy Wharol e Dali, partindo da temática animal e inscrevendo-a no contexto da floresta.

No próximo dia 12 de Abril, pelas 18h30, após a abertura da Exposição dos trabalhos plásticos dos alunos de Educação Visual de 9º Ano haverá uma reflexão/debate “ Educar pela Arte”, com o contributo das professoras convidadas: Benvinda Araújo, Isabel Delgado, Maria Teresa Azevedo e Teresa Paula Lopes.
Sessão moderada pela artista plástica Élia Ramalho.

Local: Galeria da Livraria Minerva (Rua de Macau, 52 (Bº Norton de Matos) Coimbra.

Entrada livre.

sexta-feira, abril 01, 2011

DIA INTERNACIONAL DO LIVRO INFANTIL- [DESCONTOS ESPECIAIS ATÉ AO FINAL DO MÊS DE ABRIL]

Para assinalar esta data as Livraria Minerva, em Coimbra, promovem até ao dia 30 de Abril, preços especiais
na aquisição de livro infantil.

A seguir publicamos Cartaz  da autoria de Bernardo Carvalho, que a DGLB distribuiu por Bibliotecas Municipais e livrarias.


 DIA INTERNACIONAL DO LIVRO INFANTIL [2 DE ABRIL]

Para assinalar esta data a DGLB publicou um cartaz, que distribuiu por Bibliotecas Municipais e livrarias, da autoria de Bernardo Carvalho, vencedor da 14ª edição do Prémio Nacional de Ilustração.
O IBBY (International Board on Books for Young People)
divulga anualmente uma mensagem de incentivo à leitura dirigida às crianças de todo o mundo. Este ano a mensagem pertence a Aino Pervik* e chama-se The Book Remembers. A versão traduzida para português chama-se O livro recorda (tradução de José António Gomes).
O cartaz do IBBY é da autoria da ilustradora Jüri Mildeberg e a Mensagem é da escritora estónia Aino Pervik*.
O IBBY divulga este ano os cartazes produzidos para o Dia Internacional do Livro Infantil desde 1995 até 2011 (Cartazes IBBY).
* Nascida em 1932, na Estónia, Aino Pervik publicou cerca de meia centena de livros para crianças, a par de poesia e narrativas para adultos. Distinguida com vários e prestigiosos prémios e traduzida em diversas línguas, obras suas têm sido adaptadas ao teatro e ao cinema. A velha mãe Kunks, Arabella, a filha do pirata, Paula aprende a sua língua (integrado numa série protagonizada pela mesma personagem), são apenas três dos seus títulos mais conhecidos.

http://www.dglb.pt/

COMEMORAÇÕES DO CENTENÁRIO DO 1º JARDIM - ESCOLA JOÃO DE DEUS [2 de Abril - Dia Internacional do Livro Infantil]



A Livraria Minerva e as Edições MinervaCoimbra, no Dia Internacional do Livro Infantil, associam-se às Comemorações do Centenário do 1º Jardim-Escola João de Deus dirigido pela Professora Amélia Saraiva.

Temos o gosto de publicar o programa para as Comemorações do Centenário convidando igualmente os
"Amigos de Minerva" que se queiram associar a esta efeméride.

segunda-feira, março 28, 2011

EDUCAÇÃO ESTÉTICA VISUAL ECO-NECESSÁRIA NA ADOLESCÊNCIA de ELISABETE OLIVEIRA [acaba de ser publicado]


EDUCAÇÃO ESTÉTICA VISUAL ECO-NECESSÁRIA NA ADOLESCÊNCIA

Honrado com Prefácio de Ana Mae Barbosa, Arte-Educadora global e em sustentado diálogo formativo com Portugal, o Livro deriva da Tese de Doutoramento da Autora.

"Investiga a educação estética visual que a Escola deve garantir que todos tenham estruturado pela Adolescência e para o auto-eco-desenvolvimento ao longo da vida.

Partimos do questionamento: Como poderá o Professor valorar e orientar os adolescentes, na sua diversidade, para que realizem um seu projecto visual expressivo e formativo, despertando como fruidores ou vocacionados à Arte/Design; e contextual e culturalmente interventivo no presente e para o futuro imprevisível? E investigámos:

. Em que dimensões e funções tem a experiência curricular alavancado o desenvolvimento estético visual, no 3º Ciclo e no Ensino Secundário?
. Que desenvolvimento estético-integral, poderão a apreciação, a expressão não condicionada e o design propiciar nos jovens?
. Como podem os professores encontrar critérios, e quais, para valorar o trabalho de expressão visual e orientá-lo formativa e continuamente?

Para tal: (1) Analisámos o evolver curricular nas últimas sete décadas. Fizemos 2 séries de entrevistas: Luz Correia, João Martins da Costa, Mª da Luz de Deus, Manuel de Brito, Mª Leonor Oliveira, Isabel Cottinelli-Telmo, Irene Sam Payo, João Rocha de Sousa, Mª Isabel Estrela, Francisco Caldas; Ana Mae Barbosa, Arquimedes S Santos, Cecília Menano (incl Inédito), E Eisner, Elvira Leite, Emanuel Pimenta, Eurico, Hélder Pacheco, Helena Vaz, I Wojnar, J Steers, Madalena Cabral, Natália Pais e Rui Mário Gonçalves. E criámos o embrião de um Exploratório-Base de (200) Fichas de Projectos escolares inovadores, incluído no CD-Anexos. (2) Questionámos os níveis de desenvolvimento estético de alunos. (3) Co-construímos, em aula da Profissionalização-em-Serviço, um referencial de avaliação formativa autêntica contínua do trabalho dos alunos, conciliando singularidade com alta convergência de critério e ponderação.

E concluímos que o essencial, para além dos referenciais transmissíveis e da instrumentalidade tecnológica, será:
- Educar e educar-se, recursivamente, no processo de complexidade-imaginação, em criatividade, lucidez crítica e auto-eco-compatibilização das novas soluções. Geram-se cultura
geral e profissional; e uma dinâmica exploratória/actuante-no-devir. A qualidade de uma educação visual necessária a todos, para o crescimento em emoção-razão e resposta responsável aos desafios eco-culturais emergentes, passará por aqui."
Elisabete Silva Oliveira

Elisabete Silva Oliveira
 N. Lisboa, 1942. Pintora (ESBAL1965): expõe desde 1952-Inf. e 1964-ESBAL. Doutorada em Ciências da Educação pela FPCE.UL (2005), aí leccionou de 1985 a Maio 2006-aposentação. Prossegue Investigação, Arguição, Comunicações em Congresso e Publicação.
. Qualificou-se por Estágio de Desenho do Ensino Liceal e Exame de Estado, L. N. P. Nunes (1965-67), com A. Betâmio de Almeida; Curso de Ciências Pedagógicas, FL.UL; Diploma-Art/Design Education e Cursos-M Phil/Ph D, University of London Institute of Education (Bolseira FCG); e Provas APCC, FPCE.UL.
. Foi Professora do 2º e do 3º Ciclos/Ensino Secundário (Lisboa, Faro, Santarém, Queluz e Coimbra); e Magistérios de Educadores de Infância e Professores do 1º Ciclo (Coimbra), até à docência na FPCE.UL de Licenciatura, Mestrado e Profissionalização-em-serviço; e Planeadora e Consultora curricular nacional em Arte/Design, 3º Ciclo/Ensino Secundário (1970-2001).
. Em Investigação-acção, é Autora de mais de 80 Artigos e de colecções de Diapositivos; e Autora e Co-Autora/Coordenadora de Livros, Textos-Apoio e CDs.
. Formou mais de 400 Professores (Lisboa-Distrito) em Didáctica de Educação Visual e Tecnologia Educativa; e por acordos da FPCE.UL: na Comissão Científica da U. Açores, Pólos de P DL e Terra Chã (1990-‘95), em Projecto (Didácticas Integradas) e na Integração das Expressões; e no IPL-ESTC, Teatro e Educação – Psicopedagogia das Expressões Artísticas (2005 e ‘06).
. Criou Centros de Recursos (Liceu/FPCE.UL/UA-P D).
. Colabora com Autarquias e Museus. E co-fundou os SPZC; APECV; Educação e Arte-SPCE; e MPIAEPA.

. Conselheira Mundial InSEA/UNESCO (1988-‘97), tem conferenciado e organizado Congressos e Exposições de Projectos de Alunos e Professores, e exposto, no Japão (Inf. -1954); e País, Europa, Argentina, Brasil, Canadá, EUA, China, Austrália e Nigéria, desde 1979.

domingo, março 27, 2011

DIA MUNDIAL DO TEATRO [27 de Março]


As Marionetas de Vasco Berardo


Sugestões de Leitura:
DICIONÁRIO DE TEATRO PORTUGUÊS (1908)
Sousa Bastos
Edição Fac-Similada
 1994, 380 páginas

INVENÇÕES E COUSAS DE FOLGAR
de Anrique da Mota e Gil Vicente Introdução, estabelecimento dos textos e sugestões de leitura de José Oliveira Barata

Este trabalho pretende servir para um melhor conhecimento da nossa dramaturgia, a par de uma mais eficaz análise do texto dramático junto dos alunos do ensino secundário, possíveis espectadores do futuro que, no entanto, só o serão se conquistados para penetrar no mundo de ilusão e paradoxo que o teatro propõe.

FAZER TEATRO DESDE OS CINCO ANOS
Hélène Gauthier
Com este livro leva-se a criança a expressar-se pelo teatro e afazer a aprendizagem desta arte. Esta obra, única no género, guia o leitor e permite-lhe acompanhar a criança no momento de descobrir o teatro através de todos os seus aspectos – caracterização, guarda-roupas, cenários, luzes, música, etc. –, e de dar livre curso à sua criatividade no âmbito de projectos de grupo.

DRAMATURGIA E ESPECTÁCULO I Congresso Luso-Espanhol de teatro congregou um diversificado conjunto de mulheres e homens de teatro que, por vezes acesamente, debateram os problemas mais prementes das dramaturgias portuguesa e espanhola.


D. AFONSO VI (DRAMA EM CINCO ACTOS)
de D. João da Câmara Estudo introdutório de F. J. Vieira Pimentel.
D. Afonso VI é das peças mais importantes quanto a um fenómeno cusioso e instrutivo: o do ressurgimento, nos últimos três lustros do século XIX, daquela que fora a forma mais original e impressiva do drama romântico.

O TEATRO E O ENSINO
 de Maria Dora Neves.
A Autora defende a instituição da expressão dramática, quer como objecto de estudo específico da arte do teatro, quer como actividade pedagógica, como técnica e recurso do quotidiano escolar, quer ainda e, necessariamente, como vertente indispensável na formação de docentes.

PANORÂMICA VICENTINA DOS ALVORES DO QUINHENTISMO
de João da Encarnação Reis
Gil Vicente é um vasto repositório de informação sobre as primeiras décadas do nosso Quinhentismo, período alto da nossa História comum. Através dos seus textos, podem observar-se, com nitidez e pormenor, os mais variados aspectos da vida portuguesa de então. É deste pressuposto que nasce este livro.

Colecção de Teatro Austríaco
Direcção de Ludwig Scheidl

1. SUAVE IRA OU O MANIQUINISTA DOS OUVIDOS UMA SONATA TEATRAL
de Gert Jonke Versão portuguesa, introdução e notas de Ludwig Scheidl Esta sonata teatral trata de Ludwing Van Beethoven - dele se tinha entretanto apoderado a surdez completa - por altura da criação da sua maior, mais importante e mais difícil sonata, a “Grande Sonata para Piano de Martelo op. 106”.

2. O INDECISO COMÉDIA EM TRÊS ACTOS
de Hugo von Hofmannsthal Versão portuguesa, introdução e notas de Ludwig Scheidl

Fora de Colecção O ACUSADOR PÚBLICO DRAMA EM TRÊS ACTOS
Fritz Hochwälder Tradução de Ludwig Scheidl
Estudo crítico de Carlos Guimarães
O período de terror da Revolução Francesa está subjacente ao “drama histórico” O Acusador Público, mas se se tiver em mente que em 1947 a justiça ao serviço do nacional-socialismo está sentada no banco dos réus, o tema histórico ganha uma nova actualidade. Mas mesmo sem esta referência histórica, o texto dramático de Hochwälder funciona como uma radiografia de todo o poder despótico.

Edições MinervaCoimbra

sábado, março 26, 2011

EXPOSIÇÃO DE RUI CUNHA E VASCO BERARDO [DE 26 DE MARÇO A 27 DE ABRIL]


Rui Cunha, Isabel de Carvalho Garcia e Vasco Berardo

Rui Cunha

Rui Cunha é um abstrato visceral. Esta sua exposição, sem título, vai de encontro à sua fase atual.
O artista encontra-se numa fase de autodisciplina para o desenho,
servindo-se de objetos comuns provenientes da memória uma vez que os modelos não estão presentes.
A cor parece destruir mantendo sempre a estrutura composicional, aplicando tons tímbricos e tonais, constituindo assim uma paleta rica que é sem dúvida a grande paixão do artista.

Vasco Berardo

Vasco Berardo é um crítico social. Inconformado, vai expressando o que sente na vasta obra que constrói. Esta sua mostra intitulada "Marionetas"é composta de quadros cujas
" cenas são várias e diferentes estando, no entanto, relacionadas com a vida social actual e com os seus problemas, dificuldades, ambições, expectativas, desejos e manias.
Somos controlados, manietados e há sempre alguém por trás a puxar os cordelinhos.
Até aquilo que nos dá prazer ou alegria tende a desaparecer..."

Rui Cunha, Maria Fernanda Cunha, José Alberto Garcia, Isabel de Carvalho Garcia,
Vasco Berardo, Maria Manuela Berardo.

Pedro Olayo (Filho), Rui Cunha, Isabel de Carvalho Garcia e Vasco Berardo

Para visitar até 27 de Abril.