quinta-feira, fevereiro 17, 2011

HISTÓRIA DA ARTE- arquitectura, escultura, pintura-UM PROJECTO EUROPEU [Coimbra, 16 de Fevereiro]


José Alberto Garcia, Pedro Dias, Ana Alcoforado, António Filipe Pimentel e Isabel de Carvalho Garcia


Decorreu no Museu Nacional Machado de Castro  a apresentação do livro : HISTÓRIA DA ARTE - arquitectura, escultura, pintura,de autoria de António Filipe Pimentel, Dietrich Grünwald, Jacek Debicki e Jean-François Favre

A sessão foi iniciada pela Directora do Museu Nacional Machado de Castro, Dra Ana  Alcoforado, seguindo-se as intervenções de: Dra Isabel de Carvalho Garcia em nome da MinervaCoimbra; Prof. Doutor Pedro Dias, que apresentou a obra; Prof. Doutor António Filipe Pimentel (autor) e Prof. Doutora Maria José Azevedo santos (vice-presidente da Câmara Municipal de Coimbra), que encerrou a sessão.

Este livro, que se assume como um projecto europeu e que resultou de uma parceria das Edições MinervaCoimbra com a Hachette, para além de autores da Alemanha, França e Polónia, conta com a autoria de António Filipe Pimentel, professor da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra e atualmente diretor do Museu Nacional de Arte Antiga.

Coube ao professor Pedro Dias fazer a apresentação uma vez que também ele esteve no início do processo da estruturação deste livro.
Pedro Dias referiu que esta História da Arte foi já publicado em várias línguas e em França vai já na 17ª edição.

Quer o professor Pedro Dias, quer o professor António Filipe Pimentel, depois de explicarem o trajeto até à sua publicação, teceram largados elogios à editora pelo esforço e empenhamento para que uma obra com esta grandiosidade fosse publicada.
Isabel de Carvalho Garcia, em nome da editora, começou por referir que nada é por acaso e que passados 25 anos do início da actividade editorial teve o privilégio de contar, mais uma vez com Pedro Dias, que foi o primeiro autor a desafiar a MinervaCoimbra a publicar um livro.
Assim, a sua primeira publicação é “ Actas do 1º Congresso Luso-Espanhol de História de Arte”, com organização do Prof. Pedro Dias, 1986.
Referiu também que esta editora de Coimbra, continua a liderar em Portugal, as publicações na área da Comunicação/Jornalismo e que com muito orgulho leva o nome de Coimbra um pouco por todo o mundo.
Para além dos livros académicos de estudo serem citados em muitas universidades estrangeiras, a MinervaCoimbra conta também com uma colecção dirigida por Manuela Delille, de estudos alemães, que são igualmente uma referência a nível internacional.
Em relação à História da Arte, salientou que este projecto de parceria com a Hachette, foi iniciado em 1992 tendo sido publicada uma História da Europa de autoria de 12 historiadores europeus e que na génese deste livro esteve também Luis Reis Torgal (o autor português foi Simões Rodrigues, docente da Faculdade de Letras, da UC). Esta obra foi premiada com a medalha alemã “Theodor Heuss Stiftung” devido ao facto de ser reconhecida a contribuição deste livro para o fomento da compreensão entre Europeus.

Em França a “French Académie des Sciences Morales et Politiques” atribuiu-lhe uma menção honrosa .
Este livro foi apresentado, na altura, no Mosteiro dos Jerónimos, com a presença do então presidente da República Dr. Mário Soares.

Isabel C. Garcia agradeceu à Câmara Municipal de Coimbra, ao Governo Civil do Distrito de Coimbra e à REN a compra de exemplares, apoiando assim a  publicação da História da Arte, e  contribuindo  para a divulgação da arte portuguesa, que pela primeira vez aparece numa História Geral da Arte, com fins didácticos, englobando a arte portuguesa, a par da arte italiana, espanhola e flamenga. "É um orgulho para a MinervaCoimbra ser parceira neste projeto" concluiu.


quarta-feira, fevereiro 16, 2011

"LITERATURA DE HOJE E DE SEMPRE" e o ROMANCE HISTÓRICO


José Carlos Seabra Pereira e Helena Rainha Coelho foram os convidados
da sessão dedicada ao romance histórico no ciclo "Literatura de Hoje e de Sempre". O Professor universitário e Curador da Casa da Escrita, fez uma viagem através da literatura e das diferentes tendências do romance histórico, até aos dias de hoje.

Helena Rainha Coelho falou de uma forma divertida das suas personagens, nos dois romances “O Tutor” e as “Taças da Ira”.
Como as personagens foram surgindo e como foi dialogando com elas (dia e noite) ao longo da criação dos romances.
Da investigação histórica que fez, dado que o palco dos dois romances são as invasões francesas.
A sessão foi entusiasticamente participada com intervenções de Luís Reis Torgal, Carlos Santarém Andrade, Hélder Rodrigues e Isabel Garcia, entre outros.

 "Literatura de Hoje e de Sempre" irá decorrer na Livraria Minerva, ao longo do ano, no âmbito dos 25 anos das Edições MinervaCoimbra.
Este ciclo é dedicado, em especial, aos autores publicados por esta editora,
e é realizado em colaboração com Regina Rocha.


O TUTOR
Na trama histórica do ódio do Marquês de Pombal aos Jesuítas, perpassa o conflito de uma violenta paixão amorosa no limiar ténue do lícito e do ilícito incestuoso, em que os sentimentos e a consciência, a fé e a razão, o dever e o desejo se confrontam. De entre as personagens históricas da época, e outras que o não são com o mesmo rigor, destacam-se, construídas na ficção, um homem e uma mulher que numa luta dramática, procuram dirimir os obstáculos que impedem a sua união.
A acção decorre, em meados do século XVIII, em Coimbra, onde a Universidade parece desconhecer os efeitos do racionalismo iluminista a mudar a Europa.

AS TAÇAS DA IRA
A acção decorre, sobretudo, durante as invasões napoleónicas. Coimbra e a, então, vila da Figueira da Foz voltam a ser cenário dos conflitos, quer ficcionados, quer históricos, nos quais participa, também, o Batalhão Académico de Coimbra (formado por lentes e estudantes), na defesa do Baixo-Mondego.
A invasão e o saque de Coimbra pelos soldados franceses, o desembarque das tropas inglesas em Lavos, a peste que, entretanto, grassou por toda a região, com especial incidência na Figueira da Foz, onde os empestados se refugiaram em demanda de auxílio, são episódios reais que se vão entrelaçando na trama do destino das personagens criadas. Os tempos cruciais em que estas vivem acabam por influenciar os seus destinos dramáticos e as suas paixões desmedidas.

Embora sejam obras autónomas, este romance completa a saga iniciada com O Tutor.

domingo, fevereiro 13, 2011

HISTÓRIA DA ARTE/ arquitectura, escultura, pintura [MUSEU MACHADO DE CASTRO, 16 de Fevereiro, 18H30]


Convite
As Edições Minerva Coimbra e a Directora do Museu Nacional de Machado de Castro têm o prazer de convidar V. Exa. para o lançamento do livro

HISTÓRIA DA ARTE /arquitectura, escultura, pintura,

de autoria de António Filipe Pimentel,
Dietrich Grünwald, Jacek Debicki e Jean-François Favre.

A apresentação será feita pelo Prof. Doutor Pedro Dias.

A sessão realiza-se no dia 16 de Fevereiro, pelas 18.30h, no Museu Nacional de Machado de Castro(Largo Dr. José Rodrigues - Alta de Coimbra).

Em Lisboa o livro será apresentado pelo Prof. Doutor Fernando António Baptista Pereira, no próximo dia 23 de Fevereiro, pelas 18H30, na Fnac do Chiado.


HISTÓRIA DA ARTE
ARQUITECTURA, ESCULTURA, PINTURA

[um projecto europeu]

Autores:
António Filipe Pimentel
Professor de História da Arte na Universidade de Coimbra
e Director do Museu Nacional de Arte Antiga
(Portugal)

Dietrich Grünewald
Professor de História da Arte na Universidade de Coblence-Landau
(Alemanha)

Jacek Debicki
Professor de História da Arte na Universidade de Cracóvia
(Polónia)

Jean-François Favre
Professor agregado de Artes Plásticas no Lycée Bellevue de Saintes
(França)

PELA PRIMEIRA VEZ UMA HISTÓRIA GERAL DA ARTE
ENGLOBA A ARTE PORTUGUESA
A PAR DA ESPANHOLA, ITALIANA e FLAMENGA

As Edições MinervaCoimbra formaram com a Hachette Éducation uma parceria para a edição de uma História da Arte - arquitectura, escultura, pintura - vocacionada para o grande público, centrada nas criações estéticas europeias, mas que abarca igualmente a expansão a outros territórios das Américas, da África e do Oriente.
Este livro tem a particularidade de, pela primeira vez, uma História Geral da Arte com fins didácticos englobar a arte portuguesa, a par da arte italiana, espanhola e flamenga.

Trata ainda as questões da expansão da arte europeia por acção dos Portugueses, mostrando aos escolares da Europa o que foi a miscigenação da nossa estética com as de terras remotas com que contactámos, nos séculos passados.
Esta obra foi já publicada em diversos países nomeadamente em França, Itália, Alemanha e Polónia.

Um livro para artistas, arquitectos, estudantes, professores e todos os que queiram descobrir o mundo da arte.

Apoio à edição: Câmara Municipal de Coimbra, Governo Civil do Distrito de Coimbra, REN

TERÇA-FEIRA DE MINERVA "O ROMANCE HISTÓRICO" com JOSÉ CARLOS SEABRA PEREIRA e HELENA RAINHA COELHO [Livraria Minerva, 15 de Fevereiro, 18H30]

A sessão do dia 15 de Fevereiro das "Terças-feiras de Minerva" é dedicada ao romance histórico.
Esta sessão insere-se no ciclo "Literatura de Hoje e de Sempre" iniciada em colaboração
com Regina Rocha.

Os convidados são o Prof. Doutor José Carlos Seabra Pereira e a Dra Helena Rainha Coelho,
com destaque para os romances históricos
"O Tutor" e "As Taças da Ira".

Entrada livre.
A próxima sessão
deste  ciclo  tem como convidado Pedro Paixão
e realiza-se dia 1 de Março, às 18H30.
                                                                    
O TUTOR



Na trama histórica do ódio do Marquês de Pombal aos Jesuítas, perpassa o conflito de uma violenta paixão amorosa no limiar ténue do lícito e do ilícito incestuoso, em que os sentimentos e a consciência, a fé e a razão, o dever e o desejo se confrontam. De entre as personagens históricas da época, e outras que o não são com o mesmo rigor, destacam-se, construídas na ficção, um homem e uma mulher que numa luta dramática, procuram dirimir os obstáculos que impedem a sua união.

A acção decorre, em meados do século XVIII, em Coimbra, onde a Universidade parece desconhecer os efeitos do racionalismo iluminista a mudar a Europa.

AS TAÇAS DA IRA


A acção decorre, sobretudo, durante as invasões napoleónicas. Coimbra e a, então, vila da Figueira da Foz voltam a ser cenário dos conflitos, quer ficcionados, quer históricos, nos quais participa, também, o Batalhão Académico de Coimbra (formado por lentes e estudantes), na defesa do Baixo-Mondego.

A invasão e o saque de Coimbra pelos soldados franceses, o desembarque das tropas inglesas em Lavos, a peste que, entretanto, grassou por toda a região, com especial incidência na Figueira da Foz, onde os empestados se refugiaram em demanda de auxílio, são episódios reais que se vão entrelaçando na trama do destino das personagens criadas. Os tempos cruciais em que estas vivem acabam por influenciar os seus destinos dramáticos e as suas paixões desmedidas.

Embora sejam obras autónomas, este romance completa a saga iniciada com O Tutor.

ÉLIA RAMALHO a "PINTURA QUE NASCE DAS PALAVRAS" e “GEOGRAFIA DA COR DA LÍNGUA PORTUGUESA”,


A exposição de pintura de Élia Ramalho patente na Galeria Minerva Coimbra retoma a temática “poética visual” explorada pela autora. Esta exposição intitula-se "A PINTURA QUE NASCE DAS PALAVRAS"

e está dividida por três fases de quadros recentes (2010 a 2011).

A primeira fase é uma alegoria ao universo plástico e temático de quatro pintores como Frida Kalho, Pablo Picasso, Vincent Van Gogh, e Júlio Pomar, isto porque cada quadro apresentado resultou já numa “História com Arte”, um projecto de escrita e ilustração que Élia Ramalho está a implementar no Colégio Menino Jesus, no Colégio São Teotónio e na Livraria Minerva.

A segunda fase é um exercício plástico resultante da exploração pictórica e cromática do poema “Manicure” de Mário de Sá Carneiro.

A terceira fase são duas composições plásticas, tendo como mote a conhecida frase “ minha pátria é a língua portuguesa” de Bernardo Soares.
Resultado de um trabalho iniciado com a comunidade Timorense residente em Coimbra, sobre o projecto “Geografia da Cor na Língua Portuguesa”, representa a ilha, o país, o povo timorense.

Foi ainda apresentada a Associação Cultural GCLP Cor na Língua Portuguesa e o corpo associativo composto por pessoas de diversas nacionalidades dos países e regiões de língua portuguesa. Alanso Sani, Guineense, afirmou que um dos objectivos da Associação é recriar contos tradicionais e dar-lhes “cor”.

Tendo como base a língua portuguesa e a cultura dos vários povos, assim se deu início a um novo projecto cultural em Coimbra.

Este projecto conta com o apoio da Galeria Minerva e dos Serviços de Acção Social da Universidade de Coimbra.

quarta-feira, fevereiro 09, 2011

"A PINTURA QUE NASCE DAS PALAVRAS" exposição de pintura de ÉLIA RAMALHO e a "Geografia da Cor na Língua Portuguesa/Timor" [12 de Fevereiro, 17H00]



CONVITE

Temos o gosto de convidar para a exposição de Pintura de
ÉLIA RAMALHO

"a pintura que nasce das palavras"

Paralelamente Élia Ramalho apresentará oficialmente a Associação Cultural
"Cor na Língua Portuguesa" e o seu projecto apoiado pelos S.A.S.U.C. -
Universidade de Coimbra e MinervaCoimbra:

"Geografia da Cor na Língua Portuguesa/Timor"

Dia 12 de Fevereiro, pelas 17H00,
na Galeria Minerva, Rua de Macau, 52
(Bº Norton de Matos) em Coimbra.

"EDUCAR PELA ARTE" no Centro Educativo dos Olivais ["Terça-feira de Minerva"]

EDUCAR PELA ARTE
A mostra de trabalhos de pintura de jovens do centro educativo dos Olivais foi o pretexto para mais uma sessão das "Terças-feiras de Minerva" integradas no ciclo "Educar pela Arte".

As convidadas foram a Drª Ângela Portugal Directora do Centro Educativo dos Olivais e a Profª Isabel Bicho-Professora de EVT-Actualmente colocada na Esc Secundária de Soure e durante vários anos docente do Centro Educativo dos Olivais.

"Na vida há diferentes percursos...procura-os" é uma das mensagens inscritas numa das pinturas, por um dos jovens do Centro Educativo dos Olivais.

Ângela Portugal referiu que a maior parte destes jovens são provenientes da zona de Lisboa "as famílias não conseguiram ou não tiveram capacidade para exercer o seu papel. As suas regras e as formas de estar são as que usam para sobreviver na rua. Têm arte, têm engenho e qualidades que nós nem imaginamos e cabe aos técnicos orientá-los para um fim de integração e de descobrirem as suas potencialidades.

A arte, sob a forma de pintura, dança ou teatro, são fundamentais para a valorização pessoal, para a motivação e o desenvolvimento da auto-estima destes jovens. E há mesmo jovens a partir destas descobertas para novos percursos, a assumir novas atitudes perante a vida", e acrescentou a directora: "Não queremos que sejam artistas, mas que descubram que podem ser melhores".

Por seu turno, Isabel Bicho, professora de EVT, que esteve durante 10 anos no Centro Educativo dos Olivais é uma das responsáveis pelo resultado final dos 17 quadros patentes na Galeria Minerva.

Para esta docente " é de lastimar que as artes tenham sido retiradas dos programas" . Segundo a sua experiência,"estes ateliers de pintura, são muitas vezes a única forma de manter os jovens atentos, de os entusiasmar para atingir outros objectivos essenciais: ler, escrever e cumprir regras." "A capacidade criativa destes jovens é surpreendente. Têm vivências muito fortes e necessidade de as transmitir". Do outro lado, acrescenta ainda Isabel Bicho "deve estar um professor ou formador atento e sensível, que se envolva e estabeleça um vínculo com quem, por vezes, nunca o teve.

Esta exposição sobre o que se faz "dentro" é uma prova da educação e (re)integração pela arte.

A sessão  foi moderada pela artista plástica Élia Ramalho.

Ângela Portugal, Élia Ramalho, Isabel Bicho, Isabel de Carvalho Garcia