domingo, maio 31, 2009

Jornalista Daniela Santiago publica o seu primeiro livro infantil



A Fnac, as Edições MinervaCoimbra e a Autora convidam para o lançamento do livro

O CARAMELO DA LEONOR

de Daniela Santiago
com ilustrações de Virgílio Santos.

A apresentação estará a cargo do atleta paraolímpico e presidente da ACAPO, Carlos Lopes.

A sessão realiza-se a 31 de Maio, pelas 17h00, na Fnac do Centro Comercial Vasco da Gama, em Lisboa.



**** LIVRO CONTÉM VERSÃO EM BRAILLE ****


"A Leonor tem um Caramelo.
Não é um Caramelo qualquer...
É doce.
É cor de Caramelo.
É fofinho.
Não se agarra aos dentes, mas ao coração.
É o seu melhor amigo!"

"O Caramelo da Leonor" é a história verídica de uma menina traquinas e de um gato gordo e dorminhoco, cor de caramelo...

Uma história de amizade e respeito, a tinta e em braille, para recordar que todos têm direito a "ler" e a partilhar aventuras cheias de ternura.

Com este livro, a jornalista da RTP Daniela Santiago, pretende alertar consciências para a necessidade de nunca esquecermos aqueles que "olham" o Mundo de forma diferente.

Na RTP há quase 13 anos, decidiu escrever esta história, verídica, para a dedicar à filha Leonor... que passa a vida a "aterrorizar" o gato Caramelo.

Ao mesmo tempo, muitos outros meninos vão partilhar as traquinices dela, mesmo aqueles que não tiveram a sorte de nascer com a visão.

A ideia do livro ter palavras, ilustrações e braille foi uma ideia da autora.

Daniela Santiago pretende alertar consciências para a importância do braille em livros, rótulos de brinquedos, produtos alimentares... por todas as crianças invisuais, mas também pelos pais que querem brincar com os filhos, contar-lhes histórias, ter uma vida "quase" normal, e não podem.


Daniela Santiago, 35 anos, mãe de Leonor, 3 anos (que por sua vez é dona do gato Caramelo).
A autora é jornalista da RTP desde 1996 e professora universitária.
Licenciada em Comunicação Social com especialização em Jornalismo, pelo ISCSP, da UTLisboa. É Mestre em Comunicação, Cultura e Tecnologias da Informação, pelo ISCTE, onde frequenta o doutoramento em Sociologia.
Para além de duas obras em co-autoria com outros investigadores e jornalistas, é autora de "Inferno no Paraíso - 15 dias no Sri Lanka depois do tsunami" (2005) e "O Reconforto da Televisão - uma visão diferente sobre a tragédia de Entre-os-Rios" (2006), ambos publicados pelas Edições MinervaCoimbra.

quarta-feira, maio 27, 2009

Matemática está ao alcance de todos

Natália Bebiano foi a convidada de mais uma sessão do ciclo “O dever de educar”


“O dever de educar para a Matemática” foi o título da 14.ª sessão do ciclo “O dever de educar” a decorrer na Livraria Minerva.

A Matemática é uma das prioridades dos sistemas educativos actuais. Será, no entanto, uma prioridade que tem sentido e que está a ser assumida correctamente? Natália Bebiano, docente do Departamento de Matemática da Universidade de Coimbra e responsável por diversas iniciativas de divulgação e educação da Matemática, foi a convidada de mais uma sessão extremamente participada pelo público presente.

Para a especialista, o problema da Matemática bebe em várias fontes. Desde logo “a diabolização dos professores”, algo que considera um grave problema. “O professor tem de ser uma referência. Não pode ser uma caricatura de quem se suspeita que não quer trabalhar”.
Depois há a cultura televisiva e o computador que convidam à passividade. “Ora, a Matemática é, em tudo, o oposto da passividade. O espírito da Matemática é um espírito de luta, de andar a dormir com os problemas num convívio apertado. E não se compadece, por isso, com a actual passividade”, referiu. Acresce a isto o facto de na Matemática não se poder inventar. “Ou está certo ou está errado. Se é verdade que ‘todo o burro come palha, a questão é saber dar-lha’, na Matemática isso não funciona. O aluno tem de estudar, tem de treinar”, assegurou.

“Se não quer aprender, não aprende por mais coisas que o professor faça. Não há remédio. Mas o aluno também tem de saber que nem tudo na vida é prazer. O aluno tem de ser persuadido de que na Matemática tem de haver esforço e que tem de estar disponível para se esforçar e para trabalhar. E que não há leituras passivas. É um livro, é um lápis, é fazer as contas, é fazer os exercícios, é enganar-se, é voltar atrás... É fazer todo este percurso”.

E nisto, acrescentou Natália Bebiano, os professores, a família e a sociedade têm um papel importante. “Não vou dizer que toda a gente tem de atingir grandes níveis a Matemática. Agora, os níveis elementares, básicos, esses estão ao alcance de todos”.




[Porto] Lançamento ESPAÇOS PERDIDOS - COIMBRA



O Presidente da Associação dos Antigos Estudantes de Coimbra no Porto, as Edições MinervaCoimbra e a Ideias Concertadas têm o prazer de convidar para a apresentação do livro

ESPAÇOS PERDIDOS - COIMBRA

coordenado por João Figueira

A apresentação será feita pelo Prof. Doutor Henrique Fernandes Tomás Veiga e conta com a presença de alguns dos autores (Álvaro Vieira, Júlio Roldão e Lídia Pereira).

A sessão realiza-se no próximo dia 27 de Maio, pelas 18h30 no Palácio da Bolsa (rua Ferreira Borges), no Porto.



Coordenado por João Figueira (Jornalista e Professor Universitário), "Espaços Perdidos - Coimbra" é um regresso aos velhos cafés e teatros de Coimbra e às estórias vividas nesses espaços, desaparecidos nas últimas duas décadas. Trata-se, segundo afirmou o coordenador, de "um livro de afectos".

Arcádia, Avenida, A Brasileira, Clepsidra, Mandarim, Moçambique, Sousa Bastos e a Tasca do Pratas são os cenários escolhidos para o desfiar de um belo conjunto de textos que mostram ao leitor uma Coimbra irreverente, culta, boémia e solidária.

Da autoria dos Jornalistas Álvaro Vieira, Graça Barbosa Ribeiro, João Mesquita, Júlio Roldão, Lídia Pereira, Marco Carvalho e Paula Carmo as estórias reconstituem as ambiências de espaços emblemáticos da história da cidade, ao mesmo tempo que recriam um tempo que marcou Coimbra e as gerações que cresceram e viveram no seu seio.

Em formato de álbum, o livro apresenta, ainda, um pequeno conjunto de ilustrações da autoria de Inês Murta, especialmente concebidas para esta obra sendo que o design gráfico é de autoria de Filipa Campos.

sexta-feira, maio 22, 2009

O dever de educar para a Matemática

Realiza-se no próximo dia 26 de Maio, pelas 18h15, a décima quarta sessão do ciclo “O dever de educar” com o título “O dever de educar para a Matemática”.

Depois de na última sessão, o ciclo promovido no âmbito das Terças-Feiras de Minerva se ter debruçado sobre o ensino da Ciência, centra-se agora no dever de educar para a Matemática, uma das prioridades dos sistemas educativos actuais. No entanto, alinham-se, quanto a este tema, algumas questões a necessitar de resposta: Esta prioridade tem sentido? Estaremos a assumi-la correctamente? O que podemos fazer para melhorar a educação das crianças e dos jovens nesta área?

A convidada da 14.ª sessão do ciclo “O dever de educar” é Natália Bebiano, docente do Departamento de Matemática da Universidade de Coimbra e responsável por diversas iniciativas de divulgação e educação da Matemática.

A sessão decorre na Livraria Minerva (rua de Macau, n.º 52 - Bairro Norton de Matos), em Coimbra. As sessões deste ciclo são quinzenais e estão abertas ao público (com certificado de presença).

A organização é de Helena Damião, João Boavida, Isabel de Carvalho Garcia, Mónica Vieira e Aurora Viães.



Isabel de Carvalho Garcia, Helena Damião e Paulo Gama Mota


Natália Bebiano segue-se a Paulo Gama Mota que na 13.ª sessão abordou “O dever de educar para a Ciência”. Para o director do Museu da Ciência da Universidade de Coimbra, apesar de a ciência se apresentar como uma das prioridades dos sistemas educativos actuais e doutras instâncias sociais, esse objectivo está longe de ser cumprido.

“Deram-se passos importantes no sentido de um ensino da ciência, com a constituição de centros científicos e a criação do programa Ciência Viva”, salientou. Passos esses que “pareciam constituir uma alavanca para que o ensino das ciências nas escolas fosse mais experimental”. No entanto, “com o passar dos anos o ensino da ciência nas escolas é cada vez menos experimental”, lamentou Paulo Gama Mota.

“No ensino da ciência é fundamental uma forte componente experimental”, defendeu ainda. “Não para formar cientistas mas para ajudar as pessoas a pensar e para as formar na compreensão dos fenómenos da natureza”.

Na actual forma de ensino, “em larga medida as coisas são apresentadas como uma acumulação de factos, enquanto a outra parte da ciência, que tem a ver com interrogação e questionamento, recolha de dados, medição e quantificação, passa ao lado dos programas”.



quinta-feira, maio 21, 2009

O CHÃO DA RENÚNCIA de Aida Baptista


Realizou-se em Lisboa, na Bulhosa books & living mais uma sessão de apresentação do livro O CHÃO DA RENÚNCIA de Aida Baptista, numa sessão que contou com a presença de muitos amigos e familiares da autora.

A obra foi apresentada por
Maria de Jesus Barroso.







Também o Clube Literário do Porto acolheu uma sessão de apresentação do livro de Aida Baptista, seguido de um recital de poesia de autores angolanos por Leonor Seixas, acompanhada ao piano por Carla Seixas.




MEMÓRIAS de Carlos Couceiro



Foi com uma casa cheia de amigos que decorreu na Escola Superior de Educação Almeida Garrett, o lançamento do livro "MEMÓRIAS", de Carlos Couceiro .

Com apresentação por José Henrique Dias e Carlos Carranca, a sessão contou ainda com um momento de Fado de Coimbra por este último.

Na mesma ocasião esteve também disponível, agora com chancela das Edições MinervaCoimbra, a 5.ª Edição do livro "FÁBULAS DO TEMPO PRESENTE… E DO TEMPO FUTURO", também de Carlos Couceiro e com ilustrações de Frederico Sá Pinto, João Sousa Marques e Vasco San Payo.












terça-feira, maio 19, 2009

[Lisboa] Lançamento O CHÃO DA RENÚNCIA



As Edições MinervaCoimbra, a Bulhosa books & living e a Autora têm o prazer de convidar para a apresentação do livro

O CHÃO DA RENÚNCIA

de Aida Baptista.

A apresentação será feita pela Exma. Senhora Dra. Maria de Jesus Barroso.

A sessão realiza-se a 19 de Maio, pelas 18h30, na Livraria Bulhosa Entrecampos (Campo Grande, 10B), em Lisboa.

quinta-feira, maio 14, 2009

[Lisboa] Lançamento MEMÓRIAS de Carlos Couceiro


A Escola Superior de Educação Almeida Garrett, a Associação dos Antigos Estudantes de Coimbra em Lisboa, o Autor e as Edições MinervaCoimbra convidam para o lançamento do livro "MEMÓRIAS", de Carlos Couceiro. A apresentação será feita por José Henrique Dias e Carlos Carranca.

A sessão realiza-se no próximo dia 14 de Maio, pelas 18h30, na Escola Superior de Educação Almeida Garrett, Palácio de Santa Helena (Largo do Sequeira n.º 7, Alfama), em Lisboa.




Na mesma ocasião estará também disponível, agora com chancela das Edições MinervaCoimbra, a 5.ª Edição do livro "FÁBULAS DO TEMPO PRESENTE… E DO TEMPO FUTURO", do mesmo autor e com ilustrações de Frederico Sá Pinto, João Sousa Marques e Vasco San Payo.






Carlos Alberto Martins Couceiro nasceu no Lobito, Angola, a 03 de Janeiro de 1930. Aí estudou até aos 15 anos, vindo depois para Coimbra, sua terra de adopção e que tão vincadamente o marcou, onde concluiu o liceu (D. João III). Surgem então as primeiras poesias, tão de braço dado com a guitarra e os desportos. Faz os Preparatórios de Engenharia e transita de seguida para o Porto onde conclui o Curso de Engenharia Civil. Uma breve passagem por Lisboa – onde continua a viver com a madrugada – e depois o almejado regresso a Angola.
Em 1974 volta a Lisboa onde toma base para circular pela Arábia Saudita, pelos Emiratos Árabes, pela Líbia e por Angola. Ainda no Liceu obtém, em poesia, uma Menção Honrosa nos Jogos Florais da
Queima das Fitas da Universidade de Coimbra. Já em Angola são-lhe conferidos, por diversas vezes, Prémios e Menções Honrosas nos Jogos Florais do C. F. B. e nos Jogos Florais Luso-Brasileiros da C.U.F. Vive no intervalo das horas. E quanto, assim!, desleixa de vocação poética e desaproveita de natural intuição para as Matemáticas Superiores. E quantos poemas ficados em apontamentos perdidos ou na memória que acabou por esquecê-los!… Está com Bertrand Russel na sua lógica matemática, no seu socialismo humanista, na sua filosofia dos temas simples, no seu agnosticismo. Apoia a sua inserção social na Tolerância, na Bondade, na Verdade e na Justiça, de onde recolhe Amigos de todos os quadrantes sociais, políticos e religiosos. Tem como principais passatempos os desportos, a guitarra e a poesia.

terça-feira, maio 12, 2009

Fernando Namora por entre os dedos da PIDE

Paulo Marques da Silva, José Manuel Mendes, Jorge Bento,
Belmiro Moita, Luís Reis Torgal e Isabel de Carvalho Garcia


As Edições MinervaCoimbra, a Associação Portuguesa de Escritores e a Câmara Municipal de Condeixa-a-Nova promoveram o lançamento da obra “Fernando Namora por entre os dedos da PIDE”, da autoria de Paulo Marques da Silva. Trata-se do volume 27 da Colecção Minerva História, dirigida por Luís Reis Torgal, e é o segundo trabalho publicado no âmbito da série "A Repressão e os Escritores no Estado Novo”, da qual o primeiro volume se intitula "Miguel Torga e a Pide", da autoria de Renato Nunes.

A cerimónia inscreveu-se numa iniciativa da APE que visou celebrar os 90 anos do nascimento de Fernando Namora, assinalados a 15 de Abril. Na sessão esteve presente o presidente da associação, José Manuel Mendes, para quem “faltava alguma investigação que desse corpo à presença do cidadão [Fernando Namora] ao longo da vida”. A obra de Paulo Marques da Silva vem, por isso, colmatar esta falha.

José Manuel Mendes recordou a personalidade de Namora que “se não eximiu nunca a assumir os seus grandes combates. E esses combates foram, antes e depois do 25 de Abril, os da liberdade, os da democracia, os da justiça social e os da dignidade humana”.

A obra foi apresentada por Luís Reis Torgal, orientador da tese que lhe esteve na origem. Recordando que Fernando Namora nunca chegou a ser preso, apesar de ter sido constantemente vigiado pela polícia política, o historiador referiu que o escritor foi o mais adaptado ao cinema por realizadores de ideologia bem distinta, facto que considera “curioso” dada a problemática social que caracteriza a sua obra.

“A sua escrita, uma escrita social, não era o que mais atraía a atenção da polícia, como sucedeu com Miguel Torga. Curiosamente, apesar do neorrealismo ter sofrido a vigilância constante da PIDE, os livros de Namora puderam correr o país e o mundo, em traduções para várias línguas”, referiu Reis Torgal, acrescentando: “O que mais provocou a observação constante da polícia foram as suas constantes posições de crítica ao Estado Novo e as reuniões com outros oposicionistas, que o levaram a ser interpretado como ‘próximo dos comunistas’, com quem, de resto, teve também as suas polémicas”.

Finalmente, Paulo Marques da Silva elencou os assuntos abordados no livro, desde o percurso pessoal de Fernando Namora ao Neorrealismo, passando pela censura em relação aos escritores e, finalmente, a análise dos processos da PIDE com a reprodução de vários documentos e relatórios fruto da vigilância a que o escritor foi sujeito durante 29 anos, bem como a reprodução de várias cartas inéditas do espólio pessoal de Namora.

Na sessão participaram também Isabel de Carvalho Garcia, das Edições MinervaCoimbra, que abriu, e Jorge Bento, autarca condeixense, que encerrou.







O dever de educar para a Ciência

Realiza-se no próximo dia 12 de Maio, pelas 18h15, a décima terceira sessão do ciclo "O dever de educar" com o título "O dever de educar para a Ciência".

Continuando a falar do dever de educar em áreas específicas do saber, centrando-nos, nesta sessão, no dever de educar para a ciência. Ainda que se apresente como uma das prioridades dos sistemas educativos actuais e doutras instâncias sociais, devemos perguntar: Estará esse dever a ser cumprido? Esta pergunta desencadeia outras: Porque é que devemos educar para a ciência? Como tem sido encarada esta educação ao longo do tempo? Que ligações estabelece com a educação humanística? E, por fim: O que se pode fazer para educarmos cientificamente as crianças e os jovens?

O convidado: Paulo Gama da Mota, biólogo, professor da Universidade de Coimbra, divulgador de ciência e Director do Museu de Ciência.


Local: Livraria Minerva (rua de Macau, n.º 52 - Bairro Norton de Matos), em Coimbra.


Próxima sessão: 26 de Maio.


As sessões deste ciclo são quinzenais e estão abertas ao público (com certificado de presença).


Organização: Helena Damião, João Boavida, Isabel de Carvalho Garcia, Mónica Vieira e Aurora Viães.

sexta-feira, maio 01, 2009

[Condeixa-a-Nova e Lisboa] LANÇAMENTOS


O Presidente da Câmara Municipal de Condeixa-a-Nova, Jorge Manuel Teixeira Bento, tem o prazer de convidar para o lançamento do Livro “FERNANDO NAMORA POR ENTRE OS DEDOS DA PIDE”, da autoria de Paulo Jorge Marques da Silva (Edições MinervaCoimbra), no dia 9 de Maio de 2009, pelas 15h00, no Salão Nobre da Câmara Municipal de Condeixa, com apresentação de Luís Reis Torgal (Historiador e Professor Universitário) e de José Manuel Mendes (Escritor e Professor Universitário).

Trata-se do volume 27 da Colecção Minerva História, dirigida por Luís Reis Torgal, e é o segundo trabalho publicado no âmbito da série "A REPRESSÃO E OS ESCRITORES NO ESTADO NOVO", da qual o primeiro volume se intitula "Miguel Torga e a Pide", da autoria de Renato Nunes.








Paulo Silva nasceu no dia 12 de Dezembro de 1966 em Condeixa-a-Nova. Ingressou no mercado de trabalho após cumprir o serviço militar e foi como trabalhador-estudante que se licenciou em História, em 2005, pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. Colaborador do Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX da Universidade de Coimbra (CEIS20), tem vindo a estudar os processos de alguns escritores e de outras personalidades ligadas à oposição ao Estado Novo, nos arquivos da PIDE/DGS. Este livro é a sua primeira publicação historiográfica. Neste momento, o autor encontra-se a preparar outro trabalho sobre a oposição ao regime de Salazar em Condeixa, sua terra natal.







A Escola Superior de Educação Almeida Garrett, a Associação dos Antigos Estudantes de Coimbra em Lisboa, o Autor e as Edições MinervaCoimbra convidam para o lançamento do livro "MEMÓRIAS", de Carlos Couceiro. A apresentação será feita por José Henrique Dias e Carlos Carranca.

A sessão realiza-se no próximo dia 14 de Maio, pelas 18h30, na Escola Superior de Educação Almeida Garrett, Palácio de Santa Helena (Largo do Sequeira n.º 7, Alfama), em Lisboa.




Na mesma ocasião estará também disponível, agora com chancela das Edições MinervaCoimbra, a 5.ª Edição do livro "FÁBULAS DO TEMPO PRESENTE… E DO TEMPO FUTURO", do mesmo autor e com ilustrações de Frederico Sá Pinto, João Sousa Marques e Vasco San Payo.






Carlos Alberto Martins Couceiro nasceu no Lobito, Angola, a 03 de Janeiro de 1930. Aí estudou até aos 15 anos, vindo depois para Coimbra, sua terra de adopção e que tão vincadamente o marcou, onde concluiu o liceu (D. João III). Surgem então as primeiras poesias, tão de braço dado com a guitarra e os desportos. Faz os Preparatórios de Engenharia e transita de seguida para o Porto onde conclui o Curso de Engenharia Civil. Uma breve passagem por Lisboa – onde continua a viver com a madrugada – e depois o almejado regresso a Angola.
Em 1974 volta a Lisboa onde toma base para circular pela Arábia Saudita, pelos Emiratos Árabes, pela Líbia e por Angola. Ainda no Liceu obtém, em poesia, uma Menção Honrosa nos Jogos Florais da
Queima das Fitas da Universidade de Coimbra. Já em Angola são-lhe conferidos, por diversas vezes, Prémios e Menções Honrosas nos Jogos Florais do C. F. B. e nos Jogos Florais Luso-Brasileiros da C.U.F. Vive no intervalo das horas. E quanto, assim!, desleixa de vocação poética e desaproveita de natural intuição para as Matemáticas Superiores. E quantos poemas ficados em apontamentos perdidos ou na memória que acabou por esquecê-los!… Está com Bertrand Russel na sua lógica matemática, no seu socialismo humanista, na sua filosofia dos temas simples, no seu agnosticismo. Apoia a sua inserção social na Tolerância, na Bondade, na Verdade e na Justiça, de onde recolhe Amigos de todos os quadrantes sociais, políticos e religiosos. Tem como principais passatempos os desportos, a guitarra e a poesia.